Experiência de Fé – Junho 2020 – Selma Rosa

Experiência de Fé – Selma Aparecida de Souza Rosa

“Sempre objetivando fazer o bem às pessoas para a salvação dos nossos Antepassados, não devemos esperar que eles se manifestem para dedicarmos!”

O meu nome é Selma Aparecida de Souza Rosa, sou membro desde 2007 e frequento o Núcleo de Johrei de Amadora e Sintra.

Quando comecei a ver as fotos das Dedicações de limpeza espiritual em locais públicos, partilhadas no nosso grupo de WhatsApp, realizadas pela Ministra e pelos membros, de forma individual ou coletiva, a minha felicidade era imensa e imaginava: “Espero um dia também poder dedicar junto com eles”, mas ao mesmo tempo pensava: “Agora tenho a bebé e não posso dedicar na rua”.

No entanto, a minha vontade era cada vez maior em participar do desafio de fazer essa dedicação na minha rua, mas nunca conseguia.

Num sábado, o meu marido, que não é membro, acordou muito estranho, estava muito agressivo nas suas palavras para comigo e para com os nossos filhos, o que não era habitual, pois sempre foi muito amoroso.

No dia seguinte, a situação persistiu, fiquei desesperada, tendo enviado uma mensagem para uma amiga messiânica e também para a Ministra, que sempre me orienta a fazer a Prática do Sonen, agradecer muitas vezes e fazer dedicação de limpeza em casa.

Já tínhamos passado por momentos semelhantes, mas desta vez, a situação foi piorando, ao ponto de o meu marido, muito estranho e agressivo, ter pegado numa marreta e ameaçar quebrar a televisão e a consola de jogos que ele tanto gosta.

Aflita, percebi que aquele não era o meu marido. Fui para a rua para me acalmar e pensei: “Deve ser manifestação dos nossos Antepassados”. Estava muito atormentada e não sabia o que fazer naquele momento de desespero. Enviei outra mensagem à minha amiga messiânica, ela conversou comigo e disse-me: “Já que você não tem condições de fazer donativo de gratidão, faça então uma dedicação de limpeza espiritual na rua”.

Defini que ia esperar que a minha bebé estivesse a dormir à tarde, e que Deus e Meishu-Sama colocasse no meu coração o momento certo. Ela costuma dormir a tarde toda, mas no domingo, dormiu só por alguns minutos.

Pensei logo que seriam os nossos Antepassados pedindo para eu fazer a dedicação. O meu marido foi dormir após o almoço e assim, coloquei a menina no seu carrinho, peguei em sacos de lixo, luvas, máscara e fui dedicar, com o coração cheio de amor, junto com os nossos Antepassados que se estavam a manifestar no meu marido.

Embora tenha feito a dedicação com todo o amor, imaginava que se os vizinhos me vissem a apanhar o lixo da rua, iriam pensar que não estava bem da cabeça.

A cada lixo que apanhava com muito amor, desejando a felicidade das pessoas que viriam a caminhar naquelas ruas limpas e bonitas, pedia perdão a Deus em nome dos nossos Antepassados. Acabando a dedicação, fui passear com a minha bebé. Ao voltar para casa, fiquei na expectativa de qual seria a reação do meu marido e reparei que ele estava muito feliz, alegre e contente, tratando-nos com muito amor, chegando até a brincar comigo; pensei: “Agora sim, este é o meu marido!”

Foi uma grande experiência e pretendo, uma vez por semana, fazer esta dedicação, com gratidão a Deus e a Meishu-Sama, objetivando fazer o bem às pessoas para a salvação dos nossos Antepassados. Não devemos esperar que eles se manifestem para dedicarmos, precisamos ter força de vontade, não colocar obstáculos, fazendo o bem ao próximo, para que eles recebam Luz através da nossa dedicação.

Agradeço a Deus e a Meishu-Sama por esta experiência, pela orientação da Ministra, pelo apoio da minha amiga messiânica e por tudo o que estava a vivenciar para a nossa elevação espiritual.

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