Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Dezembro 2020

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – DEZEMBRO 2020

Bom dia a todos!
Espero que os senhores estejam a passar bem.

Gostaria de agradecer a vossa sincera dedicação que nos possibilita expandir cada vez mais a Obra Divina de Deus e Meishu-Sama em toda a Europa! Muito obrigado!

Este mês, novamente, com a proibição de deslocação entre concelhos, aumentaram as restrições para nos reunirmos fisicamente e, assim, o Culto de hoje, pelo nono mês consecutivo, foi realizado com transmissão online. Por um lado, fiquei muito feliz e grato em conseguir estar na Sede Central a realizar este Culto, mas, por outro lado, sinto a falta dos senhores e dos Ministros da Expansão, que infelizmente, não puderam estar presentes por esse mesmo motivo.

Mesmo que virtualmente, estamos todos unidos no mesmo sentimento e tenho a certeza de que a Luz deste Altar chegou aos vossos lares. Sinto também que o vosso amor e carinho chegaram até à Sede Central. Muito obrigado! Gostaria também de dar as boas-vindas a quem está a assistir a este Culto pela primeira vez! Sejam todos muito bem-vindos!

No mês passado, do dia 6 ao dia 11, visitei as Unidades Religiosas da Suíça, onde, respeitando as normas de higiene e segurança em vigor, realizamos, em Berna, dois Cultos Mensais acumulados com o Culto Anual pela Salvação dos Antepassados, com a presença total de 14 membros, e um deles, recebeu a Imagem Consagrada de Meishu-Sama. Posteriormente, realizámos um Culto Mensal acumulado com o Culto Anual pela Salvação dos Antepassados em Riddes, com a presença de 9 membros e um deles, recebeu também a Imagem Consagrada de Meishu-Sama.

Pude constatar que todos os membros daquele país estão muito empenhados na prática do Johrei e na divulgação dos Ensinamentos de Deus revelados a Meishu-Sama. Agradeço o carinho e a hospitalidade e vou continuar a orar pelo cumprimento das suas missões como instrumentos de Deus e Meishu-Sama na construção do Paraíso Terrestre.

Cá em Portugal, do dia 29 de novembro ao dia 2 de dezembro, respeitando também as normas de higiene e segurança em vigor, estive a visitar os membros ligados ao Johrei Center de Coimbra, nas localidades de: Aveiro, Vale de Cambra, Figueira da Foz, Batalha e Fundão, onde foi entronizada uma Imagem Consagrada de Meishu-Sama. No total, pude encontrar e ministrar Johrei em 23 membros e 2 pessoas de 1ª vez. Agradeço a todos o carinho e a gentileza com que me receberam e estarei orando pelo cumprimento das suas missões, rumo à construção do Paraíso Terrestre.

Também, no mês passado, no dia 28, realizámos por videoconferência, o Seminário Nacional de preparação para o Culto do Natalício de Meishu-Sama, contando com a presença de mais de 100 pessoas de todo o país. Iniciou-se com a minha saudação e em seguida, assistimos vídeos sobre a vida e Obra de Meishu-Sama. Em seguida, tendo Meishu-Sama como modelo de Homem paradisíaco, ouvimos uma seleção de trechos de Ensinamentos onde Meishu-Sama relata sobre o modo como procurou autoaperfeiçoar-se ao longo da Sua vida. Posteriormente, os participantes foram divididos em grupos de estudo e, liderados pelos Ministros, aprofundaram os pontos que precisam melhorar para o seu autoaperfeiçoamento: na família, no trabalho, na sociedade, etc. Para finalizar, um representante de cada grupo, apresentou a conclusão do estudo e, mesmo que virtualmente, foi notório o entusiamo e a alegria contagiante de todos os presentes. Encerramos o Seminário com as minhas palavras de conclusão, onde convidei a todos para, presencialmente ou online, juntamente com os seus Ministros, darem continuidade a essa vital preparação para o Culto do Natalício de Meishu-Sama.

Aproveito a oportunidade para confirmar que esse importantíssimo Culto se realizará na Sede Central, no dia 20 de dezembro, domingo, às 10h00, com transmissão online e nas Unidades Religiosas, nos dias 21, 22 e 23, de acordo com a realidade de cada local. Nesses Cultos, serão colocados no Altar, os formulários que os senhores têm vindo a preencher, juntamente com a gratidão especial pelo Natalício de Meishu-Sama.

Como é do conhecimento dos senhores, a difusão de Portugal tem dado apoio à Expansão da Obra Divina em outros países da Europa. Neste sentido, o Min. António Carlos Pessoa, que estava a supervisionar os países do Reino Unido, passará a dar apoio à Alemanha e Holanda, sendo substituído pelo Min. Luciano Vita da Silva. Desejo a ambos, juntamente com os seus missionários e membros, uma feliz missão e muito sucesso!

Já estamos no último mês do ano que fechará este inesquecível ciclo chamado 2020. Como tal, precisamos fazer uma profunda reflexão de como vivemos este ano e, sobretudo, o que devemos agradecer a Deus e a Meishu-Sama. Quando usei o adjetivo “inesquecível”, estava a referir-me a todos os desafiantes aprimoramentos que tivemos que passar, através de situações nunca antes vividas e tendo que superar dificuldades jamais encontradas. Portanto, foi um ano maravilhoso, de grande aprimoramento e crescimento para todos nós.

Meishu-Sama, sendo o nosso modelo de Homem paradisíaco, também teve que, na Sua vida e no cumprimento da Sua missão, enfrentar e superar inúmeros problemas e situações adversas. O modo como Ele as enfrentou e superou está relatado nos Ensinamentos, que Ele, antes de nos transmitir, os praticou, um a um. A primeira parte do formulário, que colocaremos no Altar, são os nossos agradecimentos pelas inúmeras bênçãos e proteção recebida, assim como, as purificações que nos fizeram crescer e aprimorar. Na segunda parte, seguindo o exemplo de Meishu-Sama e do Seu auto-aprimoramento, vamos estabelecer, na prática, quais Ensinamentos vamos vivenciar, buscando corrigir os nossos pensamentos, palavras e ações que nos distanciam de sermos Homens paradisíacos.

Não há quem não deseje viver no Paraíso, só que, desejamos fazê-lo na forma imperfeita como somos hoje, o que não é possível. Portanto, quando falamos em trabalhar para a construção do Paraíso, nada mais é do que trabalharmos para a construção de nós mesmos como seres paradisíacos. De que forma se realiza esta construção dentro de nós? Através da dedicação para eliminar os nossos defeitos e somar virtudes. Prova disso é que, no Ensinamento lido no Culto de hoje, “Renove-se constantemente”, do Alicerce do Paraíso vol. III, edição portuguesa, Meishu-Sama, logo na primeira frase, orienta-nos:

“O ser humano deve procurar desenvolver-se e aperfeiçoar-se constantemente, sobretudo aqueles que possuem fé.” (…)

Ou seja, a responsabilidade pelo nosso aperfeiçoamento e desenvolvimento é totalmente nossa, não sendo possível delegá-la a ninguém.
Logo em seguida, Meishu-Sama reafirma:

“(…) Neste sentido, esforço-me ao máximo para não negligenciar o meu desenvolvimento e aperfeiçoamento: este mês, mais do que no mês anterior; este ano, mais do que no ano passado. (…)”

Sendo este Ensinamento datado de 1950, Ele já era Meishu-Sama e, nem por isso, negligenciava o Seu contínuo desenvolvimento e aperfeiçoamento.
Voltando ao Ensinamento, Ele aprofunda este conceito:

“(…) Todavia, progredir somente na parte material, isto é, nos negócios, na profissão e na posição social, assemelha-se a algo sem base, que flutua como uma planta sem raiz. Portanto, torna-se indispensável a busca pelo desenvolvimento espiritual, ou seja, o enobrecimento do caráter. Tendo este princípio em mente, o ser humano deve procurar aperfeiçoar-se a si mesmo, um passo de cada vez. (…)”

Neste sentido, hoje ouvimos a maravilhosa Experiência de fé do Sr. Fernando Fonseca que, apesar de ser membro há apenas 9 meses, através da sua dedicação no Johrei Center, assistência religiosa e materialização da gratidão, conseguiu superar um forte ressentimento que nutriu por 36 anos, pelos seus pais adotivos. Gostaria de ressaltar o facto de que ele, após ter recebido uma primeira missão de dar assistência religiosa a uma pessoa, sem procurar justificativas para não o fazer, não ficou acomodado apenas nessa tarefa recebida e, ao contrário, com espírito de busca, procurou outras pessoas a quem dar assistência religiosa, chegando a acompanhar três pessoas simultaneamente, mesmo estando num período considerado por muitos como desfavorável para tal.

Assim, a Luz que ele recebeu através da gratidão das pessoas a quem se dedicou, fez com que tivesse a permissão de mudar o seu sentimento em relação aos seus pais adotivos, tirando um grande peso do seu coração. As causas da mágoa não mudaram, quem mudou foi ele, transformando o ressentimento em gratidão. Consequentemente, melhoraram também a sua condição financeira e a sua saúde.

E quanto a nós, será que também não carregamos no coração mágoas e ressentimentos em relação a pessoas e situações do passado? Será que não gostaríamos de as eliminar? Ele nos demonstrou claramente como fazê-lo: basta dedicar pela felicidade de alguém e receber a Luz da sua gratidão.

Esta experiência fez-me lembrar de uma lenda que o saudoso Revmo. Watanabe certa vez nos contou e gostaria de compartilhá-la com os senhores.

Há muito tempo atrás, numa pequena e remota aldeia montanhosa no Japão, morava um honrado casal de idosos que se sustentavam a trabalhar no cultivo do seu modesto pedacinho de terra. O casal tinha um cãozinho de pelo branco, chamado por eles de “Shiro”, que significa branco em japonês. Sem filhos, os bondosos velhinhos davam-lhe todo o seu amor e carinho e ele acompanhava-os no trabalho no campo diariamente. Um dia, o Shiro estava a correr de um lado para o outro, quando, de repente, começou a ladrar. Correu até ao velhinho, agarrou o seu kimono com os dentes e puxou-o até um lugar onde começou rapidamente a cavar. De imediato, o senhor pegou a sua enxada para o ajudar e, para sua grande surpresa, encontrou um monte de pepitas de ouro. Entusiasmados, voltaram para casa e, como tinham um coração generoso, repartiram o tesouro com toda a aldeia.

Na vizinhança, morava um outro casal de idosos, que eram gananciosos, mesquinhos e odiavam os velhinhos bons e o Shiro. Quando ouviram o que havia acontecido, apressadamente pediram-lhes permissão para que o Shiro pudesse ficar com eles por apenas um dia.

Sendo bastante generosos, os velhinhos emprestaram o seu amado cãozinho aos vizinhos, pedindo para que cuidassem muito bem dele.

O velho malvado, ao distanciar-se da casa, amarrou uma corda no pescoço do Shiro, pegou na enxada e partiu em busca de ouro, forçando o pobre cãozinho a segui-lo. Impaciente, gritava incessantemente com ele, puxava-o com força e empurrava violentamente a sua cabeça em direção ao chão.

Por fim, Shiro parou em baixo de uma árvore e começou a cheirar. Então, acreditando que algumas pepitas de ouro pudessem estar ali enterradas, começou a cavar. Após algum tempo, começou a sentir um cheiro desagradável e, finalmente, ao invés de ouro, encontrou uma imensa quantidade de lixo.

Furioso, culpou o cãozinho pela sua deceção e, com a enxada, matou-o num só golpe. De seguida, regressou para casa e não disse nada a ninguém sobre o que havia feito.

O casal de velhinhos bondosos, ansiosos pelo regresso do Shiro, decidiram perguntar se estava tudo bem com o cão. Nesse momento, ouviram com tristeza a dolorosa confissão do vizinho, que havia matado o pequeno Shiro num ataque de raiva. Então, o velhinho bom, com o coração partido, foi até ao local da morte do seu amado companheiro, trazendo-o de volta para casa.

Desolados, o casal enterrou o pequeno Shiro e, sobre a sua sepultura, todos os dias, derramavam as suas lágrimas de saudade. Nesse local, nasceu um pequeno broto e, no dia seguinte, misteriosamente, este cresceu e transformou-se numa imponente árvore. Assim, o bondoso casal sentiu que a bela árvore estava repleta do espírito do saudoso Shiro.

Numa noite, quando o velhinho estava a dormir, o espírito do Shiro visitou-o em sonho, para agradecer por todo o amor que havia recebido e, antes de desaparecer, apontou para a árvore que havia nascido sobre a sua sepultura.

Nessa mesma noite, devido a uma forte tempestade, a frondosa árvore tombou. Em homenagem ao seu fiel amigo, o casal decidiu usar o seu tronco para construir um pilão para preparar a massa do motchi, bolo de arroz, muito apreciado pelo saudoso cãozinho.

Ao amanhecer, o casal trabalhou arduamente no entalhar do pilão e, de seguida, começaram a preparar os bolinhos de arroz que o Shiro tanto gostava. Quando o velhinho começou a bater a massa, notou, com surpresa, que esta começou a transformar-se em moedas de ouro, que continuavam a surgir sem parar. Mais uma vez, dividiram pelos habitantes da aldeia todas as moedas de ouro milagrosamente recebidas.

Os vizinhos gananciosos, ao saberem do sucedido, desejaram obter, a qualquer custo, aquele pilão mágico. Mais uma vez, o velho ganancioso foi visitar o casal e, com lágrimas falsas, disse estar arrependido e que desejava fazer também alguns bolinhos em memória do Shiro. Lamentando não ter um pilão para bater o arroz, pediu emprestado o do velhinho bondoso.

Já em casa, ao usá-lo, todo o arroz transformou-se em lama suja. Assim, furiosos, partiram o pilão e atiraram-no ao fogo. O velhinho bom, ao ir buscar de volta o seu precioso artefacto, só encontrou as suas cinzas. Pacientemente, recolheu-as e carregou-as, com amor, de volta para casa. Ao passar pelo jardim, subitamente soprou um vento e um pouco das cinzas espalharam-se pelo ar, alcançando uma árvore morta que, surpreendentemente, floresceu. Dos seus ramos, pouco a pouco, foram surgindo belas flores de cerejeira, preenchendo todos os galhos. Uma árvore após a outra, à medida que as cinzas tocavam os seus ramos, as flores brotavam e o agradável perfume dispersava-se por toda a parte.

A surpreendente notícia do maravilhoso milagre correu por toda a aldeia e, em pouco tempo, chegou até aos ouvidos da Corte e dos Samurais do reino. O velhinho bom foi então escoltado até à “Cidadela do Castelo”, carregando consigo as preciosas cinzas. A pedido do seu Soberano, polvilhou um pouco nas árvores próximas e, para espanto dos que assistiam, imediatamente brotaram novas e belas flores de cerejeira. Ficaram todos muito admirados e emocionados com a beleza das flores fora da estação.

O Soberano, em êxtase, impressionado com o belo espetáculo, recompensou o velhinho com ricos kimonos de seda, entre outros preciosos presentes e ordenou que, doravante, fosse chamado pelo nome de “Hanasaka Jiisan”, ou seja, “O avozinho que faz florescer”. Daí em diante, passou a ser reconhecido por esse nome e voltou para casa muito feliz.

Tal como acontecera anteriormente, quando os seus vizinhos invejosos souberam da sua fama e fortuna, não conseguiram controlar a inveja e o ciúme e, objetivando o mesmo lucro, recolheram todas as cinzas que ainda restaram do pilão mágico queimado em sua casa.

Carregando-as numa caixa, o velho mau dirigiu-se ao castelo. Chegando lá, alardeou aos quatro ventos que era ele o verdadeiro homem que detinha o poder de reviver árvores mortas e fazer com que elas florescessem. Aproveitando a passagem do Soberano e da sua Corte, de volta ao castelo, o velho astuto subiu numa árvore seca e gritou: “Aqui está o verdadeiro homem que pode fazer florescer árvores mortas!”

Gritou com tanto clamor, que foi ouvido pela tropa que parou, e foi-lhe ordenado que provasse o seu poder.

Porém, quando começou a espalhar as cinzas, não apareceu nenhum botão, muito menos uma flor. Pensando não ter usado cinzas suficientes, pegou em alguns punhados e espalhou-os sobre a árvore seca, novamente, sem nenhum efeito. Porém, desta vez, as cinzas voaram sobre o Soberano, sufocando-o. Furioso, este ordenou que o trapaceiro fosse preso no calabouço do Castelo.

Segundo contam, o governante, depois de o repreender severamente, acabou por libertá-lo. Pois, conforme dita a sabedoria popular japonesa: “O castigo dos mortos é bem pior que o castigo dos vivos”. Contam até que, depois de tanta maldade, o velho invejoso acabou por se arrepender, mudando de vida.

O bom ancião, no entanto, com todo o tesouro que o seu velho amigo Shiro tinha lhe proporcionado, mesmo dividindo-o com todo o povo da aldeia, sobrou o suficiente para o velho casal viver tranquilo e em abundância o resto da sua feliz vida, sendo amados e respeitados por todos.

Tendo como exemplo esta lenda, o velhinho bom, apesar de ter sofrido com o comportamento do velhinho mau, que matou o seu cãozinho e queimou o seu pilão, nunca o odiou por isso e, ao contrário, sempre teve um comportamento nobre e elevado, vivendo com serenidade e gratidão em todas as vicissitudes, pois o seu amor pelo Shiro era maior do que tudo.

Este amor, foi capaz de fazer nascer sobre a sepultura uma árvore mágica que, depois de caída, foi utilizada para entalhar um pilão mágico que, mesmo depois de queimado, deu origem a cinzas mágicas, capazes de fazer florescer até as árvores secas. Portanto, a magia estava no seu amor, que era capaz de transformar a negatividade em positividade. Acredito que qualquer um de nós não iria emprestar o seu pilão mágico a alguém que tivesse morto o nosso querido cãozinho, mas, o velhinho bom, colocando sempre o seu amor acima de tudo, foi perdoando o velhinho mau e a sua vida foi sendo cada vez mais abençoada, ao passo que o velhinho mau, com as suas más ações, foi construindo um destino infeliz, culminando preso no calabouço do castelo.

Atualmente, estamos a viver este difícil momento de pandemia que está criando situações de sofrimento para muitas pessoas e nós, de acordo com o nosso nível de aprimoramento, poderemos nos tornar num “Hanasaka Jiisan” capaz de, com amor, transformar toda e qualquer adversidade em felicidade. Mas, isso só será possível se entendermos que Deus está no comando de tudo, até mesmo, das pessoas, coisas e situações que consideramos negativas.

Sermos felizes ou infelizes, dependerá da forma como vemos e sentimos a vida. Do ponto de vista humano, classificam-se as coisas como benéficas ou prejudiciais, mas, do ponto de vista de Deus, tudo é positivo para o nosso crescimento, evolução e felicidade.

Meishu-Sama, num dos Seus poemas, ensina-nos que:

“A nobreza do Homem está em sentir gratidão pelas graças recebidas e gravá-las no seu coração.”

Como faltam apenas duas semanas para o Seu 138º Natalício, gostaria que todos os senhores, ao preencherem o formulário, juntamente com os vossos Ministros, pudessem aprofundar tudo o que há para agradecer deste ano e estabelecessem os importantíssimos objetivos de prática dos Ensinamentos de Deus revelados a Meishu-Sama para o próximo ano, seja na família, no trabalho, no estudo, na Unidade Religiosa, na reforma da Sede Central, na sociedade, etc.

Despeço-me com um forte abraço, desejando-vos um feliz mês e a continuação de uma ótima preparação para o Culto Especial do Natalício de Meishu-Sama.

Que Deus e Meishu-Sama vos abençoem e boa missão a todos!
Muito obrigado!

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