Perguntas mais frequentes sobre a Igreja Messiânica Mundial.

O símbolo da I.M.M. representa a síntese do Plano de Deus para a humanidade, a Construção do Paraíso Terrestre – Reino dos Céus na Terra. Na sua forma circular, o símbolo projecta o movimento e o infinito da Perfeição Divina. O círculo de cor dourada, no centro, representa a Luz do Supremo Deus, que é a origem de toda a Criação. O círculo de cor vermelha representa o Sol, que é a origem do elemento fogo, o pólo positivo da Luz. O círculo de cor branca, parcialmente oculto pela cruz verde, representa a Lua, que é a origem do elemento água, o pólo negativo da Luz. A cruz equilibrada, de cor verde, representa o Planeta Terra, que é a origem do elemento terra, o pólo neutro da Luz. A parte vertical da cruz projecta a realidade espiritual, e a parte horizontal projecta a realidade material que constituem a Grande Natureza. A união e a integração das partículas atómicas do fogo (elemento positivo), da água (elemento negativo) e da terra (elemento neutro) criam e materializam a Luz, expandindo-a em todas as direcções do planeta. As linhas oblíquas representam a expansão dessa Luz.

O símbolo da I.M.M. projeta o modelo da Cultura Cruzada da Trilogia Verdade-Bem-Belo existente na Grande Natureza. Essa cultura espiritualista foi revelada por Deus para concretizar, na Terra, um mundo espiritual e materialmente evoluído – o Paraíso Terrestre.

A missão da Igreja Messiânica Mundial de Portugal pode ser compreendida através da Filosofia da Salvação, desenvolvida com base na Lei da Natureza (Lei da Grande Harmonia).

“Durante três mil longos anos, a Humanidade tem vindo a afastar-se cada vez mais da Lei da Natureza, que é a Lei do Universo, a Vontade de Deus, a Verdade. Movido pelo materialismo, que o faz acreditar apenas naquilo que vê, e pelo egoísmo, que o leva a agir de acordo com a sua própria conveniência, o Homem tornou-se prisioneiro de uma ambição desmedida e inconsequente e vem destruindo o equilíbrio do planeta, criando, para si e para o seu semelhante, desarmonia e infelicidade.
As graves consequências do desrespeito das Leis Naturais podem ser verificadas na agricultura, na medicina, na saúde, na educação, na arte, no meio ambiente, na política, na economia e em todos os demais campos da atividade humana. Esta situação atingiu já o seu limite. Se continuar a agir assim, certamente o Homem acabará por destruir o planeta e por se destruir a si próprio.
Mokiti Okada ( Meishu-Sama ) fundou a Igreja Messiânica Mundial com o objetivo de despertar a Humanidade, alertando-a para essa triste realidade. A filosofia messiânica cultiva o espiritualismo e o altruísmo, faz o Homem acreditar no invisível e ensina que existem espírito e sentimento não só no ser humano, mas também nos animais, nos vegetais e nos demais seres.
A difusão do Johrei, o desenvolvimento da Agricultura Natural e a divulgação do Belo são práticas básicas da filosofia de Mokiti Okada, capazes de transformar as pessoas materialistas em espiritualistas e as egoístas em altruístas, restituindo ao planeta o seu equilíbrio original.
O seu objetivo final é reconduzir a Humanidade a uma vida de acordo com a Lei da Natureza e construir uma nova civilização, alicerçada na verdadeira saúde, na prosperidade e na paz.”

A Natureza é a força ativa que criou e mantém a ordem e o curso natural de tudo o que existe na Criação. A Lei da Natureza, mencionada na Filosofia da Salvação, é o conjunto das Leis Naturais criadas por Deus para regular e promover a evolução e harmonizar o Universo.
Ao contrário das leis imperfeitas, mutáveis e limitadas, criadas pelo homem, as Leis da Natureza são perfeitas, imutáveis e universais, por representarem a Vontade de Deus, a Verdade. Essas Leis encontram-se em ação na Natureza, embora a maioria dos homens não tenha consciência disso. Ao desrespeitá-las, por vontade própria ou por ignorar a sua existência, o homem cria desarmonia para si e para o mundo em que vive. Entre as principais Leis da Natureza, a mais importante, para o estabelecimento da Grande Harmonia, é a Lei do Espírito Precede a Matéria.

A Lei do Espírito Precede a Matéria revela que todas as coisas são constituídas de espírito e de matéria, existindo entre essas duas realidades básicas uma hierarquia natural. É a realidade invisível do espírito que dá origem e mantém a realidade visível da matéria. Essa verdade pode ser melhor compreendida pelo curso natural do pensamento, quando este se materializa em ação. Todas as ações têm origem num pensamento, invisível. Isso significa que toda a realidade material tem origem numa realidade espiritual. Esta é a ordem e o curso natural de todas as coisas. Por ignorar a missão espiritual que existe em toda a forma material, o homem vem desrespeitando a ordem existente na Natureza, interrompendo o curso natural da Verdade e gerando desarmonia na sua vida e na vida dos demais seres da Criação.
A Lei do Espírito Precede a Matéria é considerada a Lei mais importante da Natureza porque, sem conhecê-la e respeitá-la, o homem não consegue harmonizar plenamente a sua vida, nem consegue compreender exatamente o funcionamento das demais Leis. Um exemplo disso é que, embora o homem fale sobre Lei da Ordem ou Lei da Causa e Efeito, ele jamais consegue, pela lógica do raciocínio materialista, colocar as coisas na sua verdadeira ordem ou encontrar a verdadeira causa dos efeitos materiais na realidade visível do espírito, onde ela realmente se encontra.

Ela interrompe o curso natural da Verdade quando quebra a ordem e a harmonia que deve haver entre a missão, as funções e a forma de todos os seres e coisas. Ao admitir apenas a existência visível da forma material e a existência percetível das suas funções, a cultura materialista ignora a existência invisível da missão espiritual que o Criador atribuiu à Sua Criação. Dessa maneira ela impede que o homem desenvolva um raciocínio baseado na verdade da Lei do Espírito Precede a Matéria. Esse tipo de raciocínio limitado pode ser ilustrado com o exemplo de um abutre que pouse continuamente no quintal de uma casa.
A cultura materialista estimula o dono da casa a afastar do seu quintal a forma desagradável do abutre. Por ignorar a missão do abutre de identificar a carne putrefacta e, a partir dai, executar a função de se alimentar dela, o homem não utiliza esse importante facto para identificar e retirar do seu quintal a carne putrefacta que atrai o abutre. Ao contrário, perde tempo a culpar o abutre por estar a cumprir a sua missão natural, quando bastaria identificar e retirar a carne putrefacta do quintal para se livrar naturalmente dele.
Essa cultura ilude o homem fazendo-o crer que ele pode afastar definitivamente o abutre (sofrimento) da sua vida sem antes eliminar do seu espírito a verdadeira causa dessa atração, que é a carne putrefacta (pensamentos e açőes contrários à Lei da Natureza). Ao ignorar que o espírito dá origem e comanda a matéria, a cultura materialista afasta o homem da Verdade, estimula a interrupção do curso natural dessa Verdade e cria o círculo vicioso da desarmonia na vida humana e na vida dos demais seres da Criação.

Porque o homem precisava passar pelas etapas evolutivas do conhecimento. Sem conhecer a realidade visível da forma material dos seres e coisas, não seria possível conhecer a realidade percetível das suas funções. E sem conhecer a realidade das funções, não seria possível ao homem aprofundar o seu conhecimento sobre a realidade invisível da missão de toda a forma material. Isso porque, o curso da Verdade de Deus, Criador de todas as coisas, tem início na realidade invisível do espírito e projeta-se na realidade visível da matéria.
Porém, o curso evolutivo do homem em direção ao conhecimento dessa Verdade segue na direção contrária: da realidade visível da matéria para a realidade invisível do espírito. Essa constatação é observada no percurso da Física. Atualmente, a Física Quântica segue em direção ao conhecimento da realidade invisível da matéria.
Meishu-Sama ensinou que Deus atribuiu missão, funções e forma à Sua Criação, cabendo ao homem fazer evoluir a sua espiritualidade para conhecer a sua própria missão e a missão dos demais seres e coisas. Explicou que, desde o início da Criação, o Plano de Deus é concretizar na Terra o Reino dos Céus, e que esse Plano tem vindo a ser concretizado conforme a Programação Divina.
Atualmente, a humanidade vive o momento de transição da cultura materialista para a cultura espiritualista. A essa transição, Meishu-Sama deu o nome de Transição da Noite para o Dia, explicando que, no período da Noite, predominou espiritualmente a claridade da luz da Lua, e que no período do Dia predominará a claridade da luz do Sol. Isto significa que, na Era da Noite, não havia claridade suficiente para se conhecer a Verdade Plena. Conhecendo apenas a realidade visível da matéria, o homem penetrou no conhecimento parcial da Verdade, qualificando-se para desenvolver o progresso material do Plano de Deus. O homem penetrou no conhecimento máximo da estrutura visível da matéria, mas foi incapaz de penetrar no conhecimento básico da estrutura invisível do espírito, que lhe dá origem.
É por essa razão que ele conseguiu, pela cultura materialista, alcançar um alto nível de progresso material, mas não conseguiu ainda alcançar o progresso espiritual no mesmo nível. Felizmente, no Plano de Deus, chegou o momento da verdadeira cultura espiritualista, desenvolver o progresso espiritual do Paraíso Terrestre.

Meishu-Sama ensinou que o Supremo Deus não é simplesmente o maior religioso; Deus é, também, o maior cientista e o maior artista. Por isso a Natureza é um modelo superior de Verdade, Bem e Belo. Desde o início. Deus, como Grande Arquiteto do Universo, programou projetar na Terra o Reino Espiritual dos Céus e vem, gradualmente, preparando a Terra e o homem para se adaptar à alta-frequência desse Reino. Explicou que a estrutura atómica que constitui Iodos os seres da Criação é composta dos elementos fogo-água-terra, que representam, respectivamente, os pólos positivo, negativo e neutro da Luz. A ordem em que esses elementos estão dispostos na Terra, determina se a energia predominante é positiva ou é negativa. Por exemplo, se a ordem for: elemento água (pólo negativo) superior ao elemento fogo (pólo positivo), projetar-se-á no elemento terra (pólo neutro) uma energia negativa. Dessa energia negativa surge a Luz com claridade fraca e temperatura baixa. É a chamada Luz da Noite.Meishu-Sama ensinou que, na Era da Noite, sob a influência espiritual da Luz de energia negativa, Deus programou a base do desenvolvimento do progresso material do Seu Plano. Nesse período, a religião realizou o Batismo pela Água e a Redenção, promovendo o perdão dos pecados cometidos pelos homens; a ciência, por sua vez, promoveu a suposta cura das doenças, baixando a temperatura do corpo físico do homem e solidificando, pela ação dos remédios, as impurezas existentes no seu sangue. Esse mesmo processo foi utilizado na agricultura, no combate às pragas e às doenças do solo. O desaparecimento dos sintomas purificadores das impurezas do homem e do solo, pela ação solidificadora da energia negativa da água, foi considerado, na Era da Noite, como cura das doenças. O período de Transição da Noite para o Dia, já iniciado na Terra, significa a Vontade de Deus em ação, através da mudança de ordem na estrutura atómica que constitui toda a Criação. Gradualmente, projeta-se na Terra a ordem atómica existente no Reino de Deus. O elemento fogo (pólo positivo) superior ao elemento água (pólo negativo) projeta no elemento terra (pólo neutro) uma energia positiva. Dessa energia surge a luz com claridade forte e temperatura alta. É a chamada Luz do Dia. Meishu-Sama ensinou que, na Era do Dia, sob a influência espiritual da Luz de energia positiva, Deus promoverá o progresso espiritual do Seu Plano. Nesse período, a religião realizará o Baptismo pelo Fogo e a Verdadeira Salvação, promovendo a evolução espiritual do homem; a ciência, por sua vez, promoverá o combate efetivo às causas das doenças do homem e do solo, estimulando e utilizando a energia espiritual do fogo para dissolver, purificar e eliminar as impurezas que constituem as verdadeiras causas das doenças. Nessa ocasião, o desaparecimento dos sintomas purificadores pela ação do fogo representará, finalmente, a verdadeira cura das doenças existentes na vida do homem e na vida do solo.
Meishu-Sama ensinou que a Luz de Deus tem-se manifestado na Terra de acordo com a Programação do Seu Plano. A Transição da Noite para o Dia é um período necessário para que a Terra e o homem se adaptem à frequência espiritual do fogo, predominante no Reino dos Céus. Esse fogo está a aumentar em todo o Universo; está a aumentar, principalmente, no interior da estrutura atómica que constitui todos os seres da Criação. É por essa razão que as doenças consideradas debeladas pela ação dos remédios solidificadores estão a voltar, peia ação purificadora do elemento fogo. Na Era da Noite, quando o elemento fogo era escasso, o processo de congelamento e solidificação das impurezas foi considerado eficaz por inibir a força purificadora do fogo. Porém, na Era do Dia, com a intensificação do elemento fogo, não será mais possível congelar e solidificar essas impurezas. Ao contrário, o aumento do fogo facilitará e promoverá a purificação das impurezas existentes em toda a Criação, dificultando qualquer ação de congelamento e solidificação das impurezas. No Plano de Deus, a Transição da Noite para o Dia representa o período de adaptação do homem e dos demais seres vivos à alta-frequência do Reino dos Céus, que está a ser projetado na Terra gradualmente. É um período que precede a concretização de uma nova civilização religiosa, científica e artística fundamentada na Lei da Natureza, na Vontade de Deus, na Verdade.

Na agricultura, o uso abusivo e indiscriminado de agrotóxicos tem vindo a agredir e a matar os microrganismos que constituem a vida do solo, enfraquecendo e destruindo a sua missão de produzir alimentos com energia espiritual. Quando o agricultor respeita a missão e o potencial desses microrganismos, desempenhando a sua tarefa agrícola com sentimento de amor e gratidão, o solo responde com farta colheita de alimentos naturais ricos em nutrientes. Esses alimentos constituem a verdadeira matéria-prima de que o organismo necessita para cumprir a sua missão de transformar os nutrientes em vitaminas, proteínas e demais substâncias necessárias e benéficas à saúde. Pelo contrário, quando o solo é infestado por agrotóxicos, o agricultor desrespeita e fere o sentimento do solo tornando-o produtor de alimentos nocivos à saúde, ricos em toxinas e cada vez mais pobres em nutrientes espirituais. A prática constante do uso de inseticidas e pesticidas impede que o solo, como um ser vivo, seja purificado das suas impurezas, debilitando cada vez mais a sua vida e a sua capacidade natural de produzir alimentos saudáveis.
No futuro próximo, o homem, pela agricultura convencional, terá à sua disposição muita quantidade de alimentos, mas todos eles contaminados de toxinas, sem nenhuma energia espiritual. Se nada for feito para inverter esse triste quadro da política agrícola, o homem alimentar-se-á de venenos por não ter outra alternativa, comprometendo, assim, a vida do solo e a sua própria vida.

Na medicina, a cultura materialista e egoísta, distanciada da Lei da Natureza, por desconhecer que o homem nasce com capacidade de recuperação natural, estimula-o a cuidar da doença e não da saúde. Dessa maneira, ela afasta o homem do caminho da Verdade, procurando nos remédios a força de recuperação que existe dentro do próprio homem.
A obsessão egoísta e imediatista de acabar com as doenças, leva o homem a usar remédios cada vez mais fortes, expondo-o aos graves efeitos colaterais, previstos nas contra-indicações desses remédios.
Conhecendo as formas e as funções físicas do corpo humano (Anatomia e Fisiologia), mas desconhecendo que tem a missão de servir à evolução do espírito do homem (Missiologia), a medicina materialista desrespeita essa missão. Ela vê a saúde e a doença apenas como processos físicos, ignorando os seus aspectos espirituais; desconhece que a saúde e a doença são faces da mesma moeda – a moeda chamada vida.
Baseado nessa formação materialista e egoísta, o homem afasta-se das Leis Naturais e torna-se dependente de remédios, que jamais constituem solução para a cura das doenças, enfraquecendo cada vez mais a sua capacidade natural de recuperação.

Na saúde, por ignorar que o corpo humano é constituído de polaridades (espírito e matéria, positivo e negativo), o homem contraria a Lei da Natureza quando não deixa evoluir a verdadeira força natural de recuperação do seu organismo, necessária para a perfeita manutenção da sua saúde espiritual e material.
Mokiti Okada ensinou que a trilogia fogo-água-terra tem correspondência direta no corpo humano com os três órgãos fundamentais: o coração, os pulmões e o estômago. Explicou que quando esses órgãos funcionam bem, todo o organismo se mantém em equilíbrio e harmonia. A missão do coração é absorver a essência espiritual do elemento fogo existente no oxigénio, através dos batimentos cardíacos (sístole e diástole); a missão dos pulmões é absorver a essência espiritual do elemento água existente no hidrogénio, através dos movimentos respiratórios (inspiração e expiração); a missão do estômago é absorver a essência espiritual do elemento terra existente no nitrogénio, através da alimentação (absorção e eliminação). A Natureza mostra, pelo equilíbrio das polaridades orgânicas, que o homem verdadeiramente saudável não é aquele que jamais apresenta doenças; verdadeiramente saudável é o homem que possui vitalidade natural para recuperar a sua saúde original, após ultrapassar o processo purificador denominado doença.
Para viver no Mundo Material, o homem recebe uma forma física perfeitamente adequada a exercer funções espirituais e materiais, para cumprir a sua missão espiritual atribuída por Deus. Isso significa que a saúde e a doença não podem ser consideradas apenas como realidades físicas. Na verdade, elas têm origem no espírito do homem, no seu pensamento. Quando o homem contraria a sua missão espiritual, desrespeitando as Leis da Natureza e promovendo a ingestão, no seu corpo físico, de substâncias tóxicas encontradas na maioria dos remédios e na alimentação anti natural, a harmonia chamada saúde diminui, instalando-se a desarmonia chamada doença. Nessa altura, entra em acção a força de recuperação natural do homem para promover a dissolução e eliminação das toxinas e impurezas do seu sangue.
Ao interromper esse curso natural, o homem afasta-se da verdadeira saúde e promove, por algum tempo, a solidificação das toxinas e mantém sujo o sangue. A acumulação de sangue tóxico enfraquece o espírito do homem e debilita a sua razão, sentimento e vontade, favorecendo o aparecimento de doenças espirituais, mentais e físicas. Dessa forma, procurando obter a saúde, o homem tenta livrar-se das doenças sem, no entanto, se livrar das suas causas, geradas e mantidas pelo seu pensamento egoísta, contrário à Lei da Natureza.

Na educação, a formação materialista, egoísta e imediatista tem desrespeitado as Leis Naturais, ao ignorar a realidade espiritual que existe na realidade material da Criação. Essa pseudo-educação, que ignora a existência de Deus e do Seu Plano para a humanidade, é a principal responsável pelo desequilíbrio e desarmonia observados em todos os campos da atividade humana. Ela cria a ilusão de que a causa da harmonia ou da desarmonia encontra-se fora do homem, fora do seu próprio pensamento, do seu espírito. Essa pseudo-educação é incapaz de ensinar que a prática do bem e do altruísmo é a semente que produz a verdadeira felicidade, e que a prática do mal e do egoísmo é a semente que produz infelicidade para o próprio praticante. Ela cria também a ilusão de que o homem pode ser feliz fazendo os outros infelizes, desde que os seus atos não sejam descobertos. Essa “deformação” educacional, que ignora a existência de Deus e do Mundo Espiritual, afasta o homem cada vez mais do destino de felicidade e harmonia que Deus lhe reservou.

Na arte, o uso irresponsável da liberdade de expressão, sem nenhum compromisso com a missão da arte de enobrecer e elevar o caráter do homem pelo contacto com o belo, tem estimulado o aumento de pseudo-artistas, formados pela cultura materialista e egoísta. Ao dar excessivo valor à forma e às funções da arte, e pouco ou nenhum valor à sua missão, essa cultura materialista conspira contra a verdadeira harmonia, invertendo a ordem dos verdadeiros valores. Dessa maneira, ela compromete a própria missão da arte e, consequentemente, a missão do artista de atuar como orientador do povo através das suas obras. Isso porque o pensamento do artista, ou seja, a sua razão, sentimento e vontade, formadores do seu caráter, jamais se separa das mensagens e das técnicas que constituem as suas obras, Mais do que qualquer coisa, é o caráter do artista que exerce boa ou má influência sobre o caráter das pessoas que mantêm contacto com obras de arte.
Ao estimular a formação de artistas sem compromisso com a missão da arte, a cultura materialista e egoísta contribui, sem ter consciência dessa responsabilidade, para o aumento de obras de arte de baixo nível espiritual, rebaixando cada vez mais o caráter do artista, e também do povo que mantém contacto com as suas obras.

No meio ambiente, o discurso e a ação dos materialistas e egoístas, em total desacordo com as Leis Naturais, voltam-se exclusivamente para a conveniência do progresso e dos lucros materiais, promovendo estragos irreparáveis na Natureza e na vida espiritual da sociedade humana.
Desconhecendo a sua própria missão e a missão dos demais seres e coisas, o homem vem interferindo indevidamente na forma física da Natureza, provocando a poluição generalizada no mundo, pela acumulação de lixo tóxico. Como resultado imediato dessa má interferência, verifica-se a diminuição da qualidade vital do solo, da água, do ar e dos alimentos, e o distanciamento do homem em relação aos demais seres da Criação. Os altos índices de poluição ambiental verificados atualmente, já são considerados como suficientes para colocar sob o risco de extinção a vida da Natureza, do planeta e do próprio homem.

Na política, a habitual falta de sinceridade da grande maioria dos representantes do povo, interpretada como “arte de negociar”, já se tornou rotina nos meios políticos e sociais. Acções corruptas já não envergonham mais aqueles parlamentares que, eleitos para defender o interesse social, optam por defender o interesse pessoal. A maioria, deformada pelos interesses materialistas, imediatistas e egoístas, legisla em causa própria e até se orgulha disso. Os verdadeiros políticos, por constituírem a minoria, sofrem muito para aprovar medidas que beneficiem o povo. Os seus bons projetos só recebem aprovação dos mal-intencionados depois de exaustivamente negociados, ou seja, os bons projetos só são aprovados pela maioria mal-intencionada depois que os maus projectos são aprovados pela minoria bem-intencionada. Atitudes irresponsáveis que ignoram o passado, prejudicam o presente e comprometem o futuro da sociedade humana, constituem a marca registada da política materialista e egoísta predominante na sociedade mundial.

Na economia, a manipulação dos interesses materialistas e egoístas atribui ao dinheiro um valor cada vez mais fictício. Como principal unidade de valor do Mundo Material, o dinheiro vem adquirindo uma valorização superior aos bens que ele simplesmente deve representar. Utilizado pela economia materialista e egoísta, o dinheiro tem vindo progressivamente a conquistar um valor superior ao valor espiritual do homem, do seu trabalho e dos bens que envolvem a sua vida.
Fundamentado nos conceitos e nos valores dessa economia, o homem tem vindo a sacrificar a sua missão espiritual e a sua vida para conquistar dinheiro, mas jamais consegue sacrificar dinheiro para cumprir a sua missão espiritual e conquistar melhores condições de vida para si e para os seus semelhantes. Ao ignorar a missão do dinheiro de atribuir valor a todas as coisas, a economia materialista limita a sua utilização às condições de vida para si e para os seus semelhantes. Ao ignorar a missão do dinheiro de atribuir valor a todas as coisas, a economia materialista limita a sua utilização à valorização das necessidades materiais do homem, mas não consegue utilizá-lo para valorizar as suas necessidades espirituais. Dessa maneira, essa economia desrespeita a ordem dos valores, limita a missão do dinheiro às necessidades egoístas do homem e promove a sua injusta distribuição, provocando uma generalizada insatisfação na sociedade humana.

As consequências do desrespeito das Leis Naturais podem ser avaliadas pelo nível de desarmonia existente em todos os campos da atividade humana. Atualmente, esse nível de desarmonia já é grande e tem tendência a aumentar bastante. Se continuar a ignorar e a desrespeitar a missão espiritual dos seres e coisas, é certo que o homem acabará certamente por destruir o planeta e por se destruir a si próprio. Para evitar essa destruição e criar um mundo de verdadeira harmonia é que nasceu a cultura espiritualista e altruísta, ensinada por Meishu-Sama.

Porque esse nome é o mais adequado para a actuação do Messias, ansiosamente esperado para promover a salvação do mundo. O messiânico acredita que Mokiti Okada ( Meishu-Sama ) foi investido por Deus do Poder do Messias, neste momento em que a humanidade corre sério risco de extinção, em função do seu progressivo afastamento da Lei da Natureza, da Vontade de Deus, da Verdade.

Meishu-Sama nasceu no bairro de Hashiba, em Tóquio, Japão, no dia 23 de Dezembro de 1882. O local do seu nascimento, no extremo leste do mundo, onde surge o Sol, e o dia 23 de Dezembro, que no Hemisfério Norte, é o dia seguinte ao solstício de inverno (quando o dia começa a ser mais longo que a noite), anunciaram o nascimento da Luz do Oriente – A Luz do Dia. Pelas Revelações que recebeu de Deus, Mokiti Okada conheceu o Seu Plano, penetrando no conhecimento do passado, do presente e do futuro da humanidade. Soube que Deus lhe reservara a missão de manifestar o Poder do Messias e viveu intensamente para cumprir essa missão. Ao falecer, a 10 de Fevereiro de 1955, Mokiti Okada, conhecido religiosamente como Meishu-Sama (Senhor da Luz), deixou prontas as bases para a salvação da humanidade e para a construção do Paraíso Terrestre, elevando o nível espiritual da cultura religiosa, científica e artística em todas as suas manifestações.

Meishu-Sama começou a receber Revelações a partir de 1926. Após estar plenamente convencido da sua missão é que ele começou a formar os seus discípulos. Meishu-Sama disse: “O meu corpo abriga a Bola de Luz Divina conhecida desde a antiguidade pela expressão “Cintamani” (palavra sânscrita utilizada para designar a fabulosa Bola de Luz detentora do Poder Divino). Explicou que essa Bola de Luz é constituída pela essência superior dos elementos fogo e água, com maior intensidade do elemento fogo (purificador do espírito). Esclareceu que a existência dela no seu corpo físico (elemento terra), estabeleceu a união e a integração das partículas atómicas dos elementos fogo-água-terra, que constituem a energia e o poder da Natureza. A existência dessa Bola de Luz no seu ventre permitiu um perfeito estado de união entre Deus e o homem. Investido do poder de salvação do Messias, Meishu-Sama operou milagres, fez profecias que vêm sendo confirmadas; apontou a principal falha da cultura contemporânea; projectou e construiu o modelo do Paraíso Terrestre, mundo da Grande Harmonia fundamentado na trilogia Verdade-Bem-Belo; criou o Johrei (Batismo pelo Fogo); desenvolveu a teoria e a prática da Agricultura Natural (produtora de farta colheita sem o uso de agrotóxicos e produtos nocivos à saúde); posicionou a Arte como meio de elevação e salvação do espírito do homem pelo contacto com o Belo e permitiu que qualquer pessoa pudesse, também, manifestar o grande poder espiritual que Deus lhe outorgara, criando e concedendo aos seus discípulos o Ohikari.

A palavra japonesa “Hikari” significa Luz. A partícula “O”, que a precede, confere-lhe um significado respeitoso. Na realidade, o Ohikari é uma representação material da Bola de Luz existente no corpo de Meishu-Sama. Segundo a Orientação Divina, ele eescreveu num papel especial os ideogramas que significam Luz, impregnando-os da missão espiritual de purificar e salvar a humanidade. Esses ideogramas encontram-se dentro do Ohikari (medalha outorgada às pessoas que se vinculam à I.M.M., quando recebem permissão para ministrar o Johrei). Meishu-Sama explicou a sua relação com o “Ohikari” e com a pessoa que o recebe, da seguinte forma: “Eu e a letra do Ohikari estamos ligados por um elo espiritual, de natureza invisível. Através desse elo, a Luz que se irradia de mim flui, incessantemente, para o Ohikari e para o corpo do ministrante, sendo irradiada pela palma da sua mão. Por outras palavras, eu purifico e curo as pessoas indiretamente, utilizando o portador do Ohikari como meu intermediário, na condição de canal da Luz Divina”. Meishu-Sama explicou que essa Bola de Luz é parte integrante do seu espírito, dizendo que mesmo depois da sua morte ele permaneceria com essa missão, no Mundo Divino, libertando ainda mais a sua Luz, através do elo espiritual que o liga ao portador do Ohikari. Pelo tesouro espiritual que representa, como instrumento de Salvação da Humanidade, o Ohikari é uma joia de valor inestimável. Ao valorizá-lo, preservando o seu alto poder vibratório, o messiânico fortalece o seu elo espiritual com Meishu-Sama, qualificando-se para melhor transmitir a Luz Divina.

Johrei é uma palavra japonesa, criada por Meishu-Sama, composta de dois ideogramas: “Joh” (purificar) e “Rei” (espírito). Em síntese, significa Batismo pelo Fogo; é o acto de purificar o espírito do homem pela energia do fogo, predominante na Luz do Supremo Deus.
Quando o homem vive de acordo com a sua missão espiritual, respeitando as Leis da Natureza, acumula méritos espirituais, criando harmonia e felicidade. Porém, quando vive em desacordo com essas Leis e com a sua missão, acumula dívidas espirituais, criando desarmonia e infelicidade. Essas dívidas, no seu corpo espiritual, aparecem como máculas. Posteriormente, as máculas materializam-se no seu corpo físico, em forma de impurezas e toxinas. Enquanto existirem máculas no seu corpo espiritual, o homem não poderá evoluir espiritualmente nem harmonizar a sua vida. O Johrei, baseado nas Leis da Natureza, foi criado por Meishu-Sama para ampliar a força de recuperação natural do homem, eliminar as suas máculas espirituais e restabelecer na sua vida a harmonia original. No ato sagrado do Johrei, Deus estabelece com o homem um especial estado de união. Na condição de canal da Luz Divina, o messiânico qualifica-se para ministrar Johrei em qualquer lugar onde se encontre, transmitindo a Luz de Deus para o seu semelhante, e também para si próprio, através do auto Johrei.

As pessoas que têm muitas falhas ou as que ainda não se sentem preparadas, podem servir como canal da Luz Divina?
Qualquer pessoa pode tornar-se qualificada para ministrar o Johrei. Não se exigem grandes qualificações pessoais, pois é a Luz de Deus que opera milagres. Outra coisa que precisamos saber é que Deus não julga o homem simplesmente pelos seus erros ou acertos, e sim pelo saldo das suas acções. Meishu-Sama ensina que o homem acumula dívidas espirituais quando não utiliza a sua vida para cumprir a missão que lhe foi atribuída por Deus. O servir através do Johrei e da prática do altruísmo constitui grande oportunidade para ele acumular crédito espiritual. Por essa razão não se exige que o homem seja virtuoso ou esteja preparado para servir a Deus: na realidade é servindo a Deus que ele se torna virtuoso e preparado. Para servir como canal da Luz Divina, basta ter vontade e manifestar o desejo de ser útil na construção do Paraíso Terrestre. A pessoa interessada em tornar-se membro participará nas aulas de formação básica e, posteriormente, em cerimónia especial, receberá o Ohikari.

A fonte da Luz Divina é Meishu-Sama. A Luz canalizada e transmitida no ato sagrado do Johrei atinge primeiro o Ohikari, pelo elo espiritual que o liga a Meishu-Sama. Em seguida, essa Luz penetra no corpo físico do ministrante, e dai é canalizada e transmitida através da sua mão, beneficiando o recebedor e o próprio ministrante. Nesse ato de scontração e oração em ação, o ministrante do Johrei constitui um valioso mas simples canal da Luz Divina.

Meishu-Sama ensina que o homem é o resultado da união do espírito e da matéria, sendo constituído pela integração dos elementos fogo, água e terra. Isso significa que o espírito do homem, materializado no seu corpo físico, tem a sua própria luz e energia. A intensidade da luz de cada pessoa é proporcional à posição que o seu espírito ocupa numa das 180 camadas que constituem o Mundo Espiritual. Acima de todas as camadas encontra-se o Supremo Deus. Quanto mais próximo de Deus estiver o espírito, mais intenso é o elemento fogo da sua luz, e maior é o seu acesso ao conhecimento do Plano Divino. Isso significa que a intensidade da luz de cada espírito e a sua compreensão sobre o Plano de Deus, são maiores nas camadas do nível superior do Mundo Espiritual e menores nas camadas do nível inferior do Mundo Espiritual, esteja o espírito encarnado no Mundo Material ou desencarnado. Por ter atingido o mais elevado nível das camadas superiores do Mundo Espiritual, Meishu-Sama foi investido por Deus do Supremo Poder do Messias, tornando-se um canal direto da Sua Luz e da Sua Vontade. Tendo na constituição do seu espírito a suprema força purificadora do elemento fogo, Meishu-Sama criou o Johrei, outorgando aos seus discípulos o Ohikari, que é uma representação da Bola de Luz que Deus lhe outorgou. De posse do Ohikari, o membro messiânico não utiliza a sua própria luz na ministração do Johrei nem perde energia ao servir como canal de receção e transmissão da Luz da Salvação. Pelo contrário, como simples mas valioso instrumento, ele amplia cada vez mais o elemento fogo do seu espírito, quando serve de canal da Luz de Deus, tornando-se também beneficiário dessa prática espiritualista e altruísta.
Um eficiente ministrante de Johrei é aquele que, baseado no sentimento de amor ao próximo, consegue retirar a força do braço, adotando uma postura de descontração e desapego, a fim de facilitar o fluir da Luz. Na imposição das mãos denominada Johrei é a Luz de Deus que opera milagres.

Em primeiro lugar, é bom esclarecer que, por princípio doutrinário, a I.M.M jamais proíbe os seus membros de exercerem plenamente a liberdade e o direito inalienável de decisão sobre as suas vidas. E também jamais os orienta a desrespeitarem as leis de cada país. O que ela orienta e recomenda é que devemos pensar com profundidade e responsabilidade sobre todas as coisas. Isso porque o homem depende do próprio pensamento para ser feliz ou infeliz.
Meishu-Sama ensinou que a I.M.M. nasceu, por Determinação Divina, para salvar a humanidade, neste momento em que ela corre sério risco de extinção. Por essa razão, os seus Ensinamentos, baseados na Verdade revelada por Deus, não se limitam à religião, mas abrangem a ciência e a arte. Isso significa que, finalmente, se tornou possível descobrir a verdadeira falha da cultura contemporânea, que tem impedido a humanidade de ser feliz. Essa falha não existe apenas na medicina: existe em todos os campos da actividade humana. É por essa razão que, apesar de todos os esforços, ainda não foi possível diminuir as doenças, a pobreza e os conflitos da sociedade. Portanto, no campo das ideias, Meishu-Sama não é contra a medicina, inclusive ele até destaca a importância de alguns dos seus ramos; ele é contra o princípio equivocado em que ela se fundamenta no combate às doenças. Ao procurar vencer as doenças com remédios cada vez mais fortes e de efeitos colaterais negativos, a medicina materialista, além de ignorar a verdadeira causa das doenças, estimula o aparecimento de doenças ainda mais resistentes, a exemplo do que acontece com o solo na agricultura. Se realmente esse caminho fosse verdadeiro, os tipos e quantidade de doenças estariam diminuindo e não aumentando, conforme se verifica na sociedade humana. Tudo é permitido por Deus, e a medicina não constitui exceção. Contudo, a sua existência e a dos médicos tiveram origem no homem, interessado em diminuir o sofrimento da humanidade. O ideal da medicina é o ideal de Deus. Mas ele não pode ser conquistado enquanto o homem estiver afastado da Lei da Natureza, da Vontade de Deus, da Verdade.

O Altar representa o local sagrado da LM.M, onde estão entronizadas as Imagens de Deus e de Meishu-Sama. O centro da Fé Messiânica é o Supremo Deus, Criador do Universo. No centro do Altar, Deus está representado por cinco ideogramas japoneses – “Dai” (Grande), “Ko” (Luz), “Myo” (Claridade do Dia), “Shin” (Verdadeiro) e “Shin” (Deus) – escritos por Meishu-Sama, por orientação Divina. Essa forma representa a suprema atuação da Luz de Deus nesta importante fase do Seu Plano. À esquerda da Imagem de Deus, encontra-se a fotografia de Meishu-Sama, de quem recebemos os Ensinamentos e a permissão para ministrar e receber o Johrei. À direita da Imagem de Deus mantém-se um Ikebana (arranjo floral) no estilo Sanguetsu, inspirado por Mokiti Okada ( Meishu-Sama ). Esse arranjo floral reproduz no Altar um ambiente paradisíaco. De forma harmónica e bela, purifica o ambiente e eleva o espírito das pessoas que com ele têm contacto. Em frente ao Altar, abaixo da imagem de Deus, existem suportes de madeira ou outro material nobre (hassoku), sobre os quais são colocados recipientes (sambô) onde se depositam as oferendas e os formulários de prece que são levados ao Altar.

As três reverências e as três palmas significam o humilde pedido do homem para se aproximar de Deus, considerando-se a existência dos três mundos e a relação de ordem que existe entre eles: o Mundo Divino, o Mundo Espiritual e o Mundo Material. As três reverências e as três palmas materializam a expressão “Seja feita a Vossa Vontade assim na Terra corno no Céu”.

A Oração Amatsu-Norito (Prece ao Céu) é uma oração milenar de grande poder purificador. Ela é rezada em japonês em função do alto poder vibratório dos seus fonemas (elementos sonoros da linguagem), na ordem ideal em que estão distribuídos. Meishu-Sama ensina que existe o Reino das Palavras, no Mundo Espiritual, e que de lá ecoam 75 fonemas espirituais que compõem o espírito das palavras. A combinação desses sons forma os demais sons de todas as palavras do Bem e do Mal. As palavras do homem exercem forte influência nesse Reino, pois as palavras, além de transmitirem os pensamentos, são veículos de misteriosas forças espirituais. A Oração Amatsu-Norito tem-se mantido no seu estado original, o idioma japonês, porque na tradução para outros idiomas ela perde muito do seu alto poder vibratório, devendo ser proferida corretamente, com base nesse entendimento.

O Culto Mensal de Agradecimento é um culto especial realizado na Unidade Religiosa a que os membros messiânicos estão ligados. Nesse dia, os messiânicos formalizam a Deus a sua gratidão por tudo quanto receberam durante o mês que passou, relatam o que conquistaram ou deixaram de conquistar e renovam o seu pedido de proteção a Deus para continuarem a servir ao Plano Divino. As oferendas, representando as dádivas da Natureza, são uma forma de reconhecer que a vida, os alimentos e tudo o que o homem possui é permissão de Deus. As oferendas materializam esse sentimento de gratidão que o homem jamais deve deixar de ter pelo Criador de todas as coisas. Meishu-Sama orientava que todo o messiânico deveria vencer quaisquer obstáculos para participar do Culto Mensal de Agradecimento, pois Deus reserva esse dia especial para receber a gratidão dos Seus Filhos. Explicava que a manifestação de gratidão que mais agrada a Deus são os relatos de graças e milagres recebidos pelos fiéis e, também, os ocorridos por intermédio deles. E acrescentava que aqueles que não tinham milagres para relatar, deveriam trazer novas pessoas para receberem a proteção da Luz Divina. Ao participar do Culto Mensal de Agradecimento com essa postura, o messiânico recarrega a sua “bateria” de energia espiritual, qualificando-se para melhor servir ao Plano de Deus.

A Verdade, Bem e Belo são os fundamentos básicos da Filosofia da Salvação. Meishu-Sama disse: “Denomino Reino dos Céus na Terra o mundo material dotado de completa Verdade-Bem-Belo”. Disse também: “Estejam cientes os messiânicos de que o Bem é o pensamento gerado pela Verdade, e o Belo é a forma criada pelo Bem”. A trilogia Verdade-Bem-Belo, revelada por Deus a Meishu-Sama, está de acordo com a Evolução e a Grande Harmonia do homem e do Universo. A Verdade é a realidade espiritual e a realidade material que constituem todos os seres e coisas da Natureza. Essa Verdade em acção é o Bem; projetado na forma, esse Bem é o Belo. Meishu-Sama ensina que o Paraíso Terrestre é o Mundo da Arte e ao mesmo tempo o Mundo do Belo. Isso significa que a Verdadeira Arte está intimamente ligada à trilogia Verdade-Bem-Belo existente no modelo da Grande Natureza, criado pelo Maior Artista – Deus. Esse modelo constitui a verdadeira cultura espiritualista e altruísta capaz de concretizar na Terra o Reino dos Céus.

O Solo Sagrado da Igreja Messiânica Mundial é o modelo do Paraíso Terrestre idealizado por Deus. Inicialmente, os Solos Sagrados foram construídos por Meishu-Sama, no Japão (em Hakone, Atami e Kioto), representando, respectivamente, os elementos fogo, água e terra, que constituem a Energia e o Poder da Natureza. Por ocasião da sua construção, Meishu-Sama disse: “O modelo do Paraíso Terrestre construído nesses Solos Sagrados é como uma pedra lançada no centro de um lago, formando círculos até atingir as margens”. Com tais palavras, Meishu-Sama referiu-se à projeção desse modelo em âmbito mundial, após a sua conclusão, conforme Determinação Divina. Esse modelo já existe no Japão, no Brasil (Guarapiranga, São Paulo) e na Tailândia. Nos Solos Sagrados, Deus atua intensamente, para expandir a Sua Luz e a Sua Vontade. Indo em peregrinação aos Solos Sagrados, o homem coloca o seu espírito em sintonia com a frequência espiritual do Reino dos Céus, sem retirar os seus pés da Terra. Dessa maneira, ele se consciencializa da sua missão de concretizar na Terra o Reino dos Céus, conforme a Vontade de Deus.

Ela atua de forma ampla, desenvolvendo atividades religiosas, científicas e artísticas. Meishu-Sama disse que, pela amplitude da sua missão, o seu nome deveria ser “Empresa Construtora do Novo Mundo”. É por essa razão que as Três Colunas da Salvação – Johrei, Agricultura Natural e Arte – têm vindo a ser desenvolvidas, atualmente, pela Igreja Messiânica Mundial, pela Korin Agro-pecuária e pela Fundação Mokiti Okada, empresas ( estas no Brasil ) comprometidas com a concretização, na Terra, de um mundo espiritual e materialmente evoluído.

Por uma questão de ética, não nos cabe julgar os objetivos de outras religiões, nem julgar se o comportamento dos seus líderes é espiritualista ou materialista. Na realidade, Meishu-Sama sempre deu muita importância à lógica. Contudo, ele ensinou que existe grande diferença entre a lógica do raciocínio materialista e a lógica do raciocínio espiritualista. Para o materialista, que acredita apenas na realidade material daquilo que vê, lógico é tudo o que se torna visível. Já para o espiritualista, que acredita principalmente na existência da realidade invisível do pensamento, lógico não é apenas o que se torna visível: é também a realidade invisível do espírito. Dentro da Verdade Revelada por Deus, lógico é considerar a matéria como realidade visível e o espírito como realidade invisível. Meishu-Sama ensinou que toda a Criação é constituída basicamente de espírito e matéria. Isso significa que por trás de toda a forma material existe uma missão espiritual. Quando o homem ignora essa missão, ele utiliza inadequadamente a forma material de tudo. Tem sido assim em relação ao próprio homem, ao dinheiro e demais coisas. Por não saber que foi criado por Deus com a missão espiritual de concretizar o Paraíso Terrestre, o homem utiliza o seu corpo material de maneira egoísta e contrária à sua missão espiritual, jamais conseguindo harmonizar plenamente a sua vida. Da mesma maneira acontece com o dinheiro. Por não entender que a missão do dinheiro é materializar o valor de todas as coisas, o homem, formado pela cultura materialista, utiliza-o para valorizar apenas a matéria e nunca para valorizar o espírito das coisas. É por isso que ele é capaz de sacrificar a sua vida para ganhar dinheiro, mas jamais sacrifica o seu dinheiro para ganhar vida. A utilização do dinheiro para fins egoístas constitui uma prática do Mal; a sua utilização para fins altruístas constitui uma prática do Bem.
A religião que se fundamenta no raciocínio verdadeiramente espiritualista e altruísta deve ser capaz de ensinar ao homem a missão espiritual que existe na forma material de todas as coisas, jamais separando o espírito e a matéria, o invisível e o visível, a missão e a forma que existem na sua constituição.
Utilizar o dinheiro na concretização do Plano de Deus é a postura do autêntico espiritualista, que deseja viver para cumprir a sua missão de materializar na Terra um mundo espiritualmente evoluído. Quando o homem atribui ao dinheiro um valor meramente material, utilizando-o apenas para a sua conveniência egoísta, ele assume, na realidade, a postura do autêntico materialista que, apegado ao dinheiro, confere-lhe mais valor do que à sua própria vida. Portanto, materialista não é simplesmente quem fala ou dá importância ao dinheiro; materialista autêntico é quem ignora a missão espiritual do dinheiro e, por não se conseguir desapegar dele, utiliza-o apenas para a sua própria conveniência material, perdendo a grande oportunidade de o utilizar para promover a sua evolução espiritual.
O autêntico espiritualista sabe dar valor tanto ao espírito como à matéria. E sabe também a hierarquia do valor que existe entre essas duas realidades, Por saber que o dinheiro tem força e peso espiritual, utiliza-o para satisfazer as suas necessidades materiais, mas jamais deixa de o utilizar para satisfazer as suas necessidades de evolução espiritual.
Meishu-Sama ensinou que, pela lógica espiritualista, o dinheiro utilizado com gratidão e desapego na construção do Paraíso Terrestre, constitui um importante e eficiente instrumento de salvação para os nossos antepassados, para os nossos descendentes e para nós mesmos.

Em primeiro lugar, devemos compreender que existimos, hoje, na condição de descendentes, mas no futuro existiremos na condição de antepassados. Nós, que vivemos actualmente, não somos seres surgidos do nada, sem relação ou ligação com nada. Na verdade, representamos a síntese de centenas ou milhares de antepassados e existimos na extremidade desse elo. Somos, portanto, seres intermediários de uma sequência infinita, formando uma existência individualizada no tempo. Em sentido amplo, somos um elo da corrente que une os antepassados com as gerações futuras. Recebemos influência deles e os influenciamos pelos elos espirituais que constituem a nossa linhagem familiar, a nossa árvore genealógica. Essa relação de influência recíproca pode ser melhor compreendida através do exemplo de uma árvore. Os antepassados representam a raiz, a parte oculta no solo. Os descendentes representam o tronco, os galhos, as folhas e os frutos, na parte visível no solo. Na realidade, cuidar da sobrevivência da árvore é cuidar não apenas da sua parte visível, mas principalmente da sua parte invisível. A Natureza ensina-nos que fortalecemos uma árvore quando cuidamos bem da sua raiz. Uma raiz forte exercerá benéficas influências sobre o tronco, os galhos, as folhas e os frutos que constituem essa árvore. Por sua vez, esse tronco, os galhos, as folhas e os frutos jamais deixarão de ter gratidão pela raiz que lhes dá origem e os mantém vivos. Em resumo, quando cuidamos da elevação espiritual dos nossos antepassados, cuidamos verdadeiramente da nossa raiz familiar, estabelecendo entre eles e os nossos descendentes um indestrutível elo de respeito, apoio mútuo e gratidão.

Meishu-Sama ensina: “A Fé, para ser autêntica, deve ser professada sem ferir o bom senso. Palavras e actos excêntricos devem ser vistos com desconfiança. É preciso cautela, Religiões egocêntricas, fechadas que não mantêm relações com outras e que se isolam socialmente, devem ser vistas com desconfiança. A Fé é verdadeira quando não prejudica a lucidez e, ao mesmo tempo, desenvolve a consciência de que a sua missão é salvar a humanidade. Jamais deve ser egoísta ou fechada em si mesma. A formação de homens perfeitos é um dos propósitos da Fé. Evidentemente, não se pode exigir a perfeição do mundo, mas o esforço para a conseguir passo a passo deve ser a verdadeira atitude religiosa. A consolidação da Fé faz com que a pessoa assuma uma aparência comum. Isto significa que ela se identificou plenamente com a Fé. Chega a tal ponto, que os seus atos ou palavras jamais ferem o bom senso. Sempre inspira simpatia, sem dar indícios da religião a que pertence. No seu contacto com os outros, assemelha-se à suave brisa da primavera. As suas maneiras são afáveis, modestas e gentis. Deseja crescente bem ao próximo e trabalha em favor do bem-estar da humanidade. Quem deseja ser feliz, deve primeiramente tornar felizes os seus semelhantes, pois a Divina recompensa que daí provém, será a Verdadeira Felicidade. Buscar a própria felicidade com o sacrifício alheio é criar infelicidade para si mesmo”.

A liberdade é o bem mais precioso que o homem possui, para construir o seu próprio destino de felicidade ou infelicidade. Por isso, é muito importante saber utilizá-la corretamente durante a vida. Meishu-Sama ensina que uma verdadeira religião deve sempre respeitar a liberdade do homem, e jamais o obrigar a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, em função de dogmas. Contudo, ensina que o homem, no exercício da sua liberdade, sempre estará preso à sua maneira de pensar, pois viver já é assumir responsabilidades no tempo e no espaço. Isso significa que, durante a vida, o homem sempre tem tempo e liberdade. A questão é, simplesmente, como é que ele os utiliza? A sua opção é viver de acordo com a sua missão, fazendo evoluir a sua natureza divina e o seu altruísmo, ou viver em desacordo com ela, fazendo evoluir a sua natureza animal e o seu egoísmo. Meishu-Sama ensina que, no futuro, os homens ficarão divididos em dois grupos: os que estarão na posição de salvar a humanidade e os que estarão na posição de serem salvos. Essa definição, sem dúvida, será determinada pelo bom ou mau uso que o homem tem vindo a fazer do seu tempo e da sua liberdade no espaço em que vive. Jamais perdemos o nosso tempo ou a nossa liberdade quando os utilizamos para o bem da humanidade.

Meishu-Sama ensina que o verdadeiro aluno jamais deve deixar de ter gratidão pelo seu mestre, simplesmente por ter encontrado outra escola ou mestre, capazes de o conduzir a um melhor nível de aprendizagem e realização. Em contrapartida, o verdadeiro mestre jamais ficará aborrecido com o aluno que cresceu e evoluiu além do nível em que ele e a sua escola poderiam formá-lo. Pelo contrário, até sentirá orgulho por o seu aluno ter evoluído. O aluno que pensa estar a trair a sua escola ou o seu mestre por seguir um caminho de maior evolução, demonstra ter por eles mais apego do que verdadeira religiosidade, fidelidade e respeito. Se chegarmos à conclusão de que o novo caminho religioso nos aproxima mais de Deus e do ideal do nosso mestre, devemos segui-lo sem constrangimento. Pode ser que, no Mundo Espiritual, o nosso mestre já esteja nesse caminho e a conduzir-nos para ele, por afinidade espiritual. Isso porque os mestres não param no tempo. Eles obedecem ao dinâmico Plano Divino e estão em contínua evolução no Mundo Espiritual. Na realidade, até ficam tristes de ver os seus alunos presos à sua figura do passado, e não ao seu ideal de evolução. Nesse particular, a I.M.M. jamais contraria os verdadeiros mestres religiosos; pelo contrário, ela valoriza a missão de todos eles, mas está consciente de que, na época actual, determinada por Deus para promover o progresso espiritual do Paraíso Terrestre, a missão de Meishu-Sama é manifestar o poder de salvação da humanidade, pela qual os verdadeiros mestres sacrificaram as suas vidas. Portanto, para ser messiânico, não é preciso esquecer a sua religião ou o seu mestre religioso; basta ter a determinação de servir o Plano de Deus através do Johrei e da prática espiritualista e altruísta dos Ensinamentos de Meishu-Sama. Não há dúvida de que isso é o que mais agrada aos verdadeiros mestres. Só traímos o nosso mestre quando traímos o seu ideal de melhorar o mundo. Se colocarmos realmente esse ideal em acção, conseguiremos seguir com certeza, com orgulho e gratidão o caminho de salvação aberto por Deus através da I.M.M., nesta inédita e importante fase do Plano Divino.

Meishu-Sama ensinou que a verdadeira qualificação para receber o Ohikari nasce do desejo sincero do homem de ser útil a Deus e à humanidade. Quem tem esse sincero desejo não precisa de se preocupar com dificuldades menores, pois, de alguma forma, conseguirá tocar no sentimento e no coração das pessoas. O importante é ter a determinação de ser útil. Jamais devemos deixar que a nossa limitação pessoal nos impeça de servir. Às vezes não conseguimos desenvolver a nossa capacidade para falar bem sobre os Ensinamentos de Meishu-Sama, mas podemos oferecer aos outros publicações que cumpram bem essa missão. Devemos buscar alternativas diante das dificuldades com determinação, confiança e optimismo. Quem age com esse espírito de busca pratica a Verdade, ainda que diga não a compreender. O mesmo acontece com o Johrei. Quem pratica o Johrei com sinceridade e amor ao próximo, age de acordo com a Verdade ensinada por Meishu-Sama, mesmo tendo dificuldade em explicar aos outros o seu profundo significado. Baseado nessa verdade, as pequenas dificuldades não constituem impedimento para os que desejam receber o Ohikari, a fim de se tornarem úteis a Deus e à Humanidade.

Sorei-Saishi (Ofício Religioso de Assentamento e Sagração dos Ancestrais) é um ato religioso realizado em intercessão dos espíritos intimamente relacionados com as famílias dos membros, de acordo com a liturgia da Igreja Messiânica Mundial. Realizando-se o Sorei-Saishi, a Luz de Deus abrangerá os nossos ancestrais e lhes serão abertas as portas para se elevarem no Mundo Espiritual. Isto constitui para eles a maior das alegrias, pois significa que lhes foi estendida a tão ansiada escada para o Céu, o caminho para a salvação.

No Santuário dos Ancestrais, situado no Solo Sagrado do Brasil, em Guarapiranga, São Paulo, e no Solo Sagrado do Japão, realizamos solenemente o Ofício Religioso para os espíritos dos ancestrais solicitado pelos membros, considerando-os espíritos sagrados. São feitos diariamente os Ofícios Matinais e Vespertinos e, aos domingos, são realizados às 9h os Ofícios Religiosos de Aniversário de Falecimento e em Sufrágio dos Espíritos; em todos esses ofícios, oferecemos as mais variadas iguarias, bem como flores e música, bem como a participação dos familiares.
Em novembro, no Solo Sagrado do Brasil, e em agosto, no Solo Sagrado do Japão, realiza-se o Culto às Almas dos Antepassados, em que todos os espíritos são sufragados. Nesta ocasião, oramos para que eles possam cumprir suas missões no Mundo Espiritual.

Porque é que deveríamos sempre fazer o sufrágio aos espíritos?
Todos nós existimos graças aos nossos ancestrais. Façamos, pois, o sufrágio dos ancestrais e antepassados, oferecendo-lhes todo o nosso sentimento de respeito e gratidão. Podemos sufragá-los através do Sorei-Saishi na condição de ancestrais da nossa linhagem familiar (tronco familiar) e como espíritos dos familiares e parentes.
Podemos, igualmente, realizar o Sorei-Saishi para nossos amigos e, neste caso, eles serão incluídos entre os espíritos de suas respectivas famílias.

O solicitante do Sorei-Saishi deve ser o chefe da família. Se o Marido não for membro da Igreja pode ser a esposa. O importante é assumir a responsabilidade de fazer os cultos.

O Nensai é realizado com o título de Ofício Religioso do 100° Dia de Falecimento. A partir do primeiro ano, ele recebe o título de Ofício Religioso de 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 30, 40, 50, 100… anos de falecimento. Até completar 1000 anos, o espírito é sufragado a cada 50 anos. Após 1000 anos, o sufrágio é feito a cada 100 anos.

É o Ofício Religioso em Sufrágio aos Ancestrais e Antepassados, tanto para o espírito quanto para os espíritos da linhagem da família. Este ofício é solicitado pelo proponente com, no mínimo, dois meses de antecedência, tomando-se como ponto de referência o mês em que se deseja realizar o culto.

São chamados de “espíritos novos” aqueles que ainda não tenham completado 50 dias de falecimento. Assim sendo eles são cultuados num Altar à parte, pois ainda não são considerados Antepassados. Nestes casos, o pedido deve ser feito o mais rápido possível.

Após o assentamento, os espíritos de pessoas recém-falecidas recebem o Servir diário e cultos especiais, de dez em dez dias, até completar o 50º dia de falecimento.
Após completar 50 dias é realizado o Culto de Assentamento do espírito no tronco familiar.

Quando o membro não tem na família mais nenhum parente messiânico, ele mesmo pode fazer este registro, combinando com o Ministro Responsável da Unidade Religiosa o valor das despesas necessárias à realização dos cultos uma vez que a Igreja se responsabilizará eternamente pelos futuros Ofícios Religiosos.

É o Culto realizado todos os meses nas unidades religiosas, com o objetivo de que Deus receba, perdoe, purifique e salve os Antepassados relacionados nos formulários entregues nesse dia.