Experiência de Fé – Sede Central – Julho 2015

Experiência de Fé – Maria Isaura Alves Teixeira Lopes

“Aprendi que os problemas são mensagens dos nossos antepassados.”

O meu nome é Maria Isaura Alves Teixeira Lopes, sou membro há 4 anos e dedico na unidade religiosa do Porto.

Há um ano atrás relatei uma experiência de fé sobre a frieza do comportamento do meu filho: o milagre foi a sua mudança radical. Assim, dando seguimento a este trabalho de salvação, em Fevereiro de 2015 e em conversa com o ministro volto a demonstrar um descontentamento, mas agora em relação ao meu marido.

As muitas vezes que eu lhe demonstrava carinho, através de algum gesto ou palavras, ele sempre rejeitava, dizendo: “Saia daqui! Tá quieta! Pára com isso!”.

Outra situação era a de que os meus dois filhos não se encontravam há 6 anos e praticamente não se falavam, fruto de um desentendimento.

Estas duas situações na minha vida deixavam-me em baixo, triste e desanimada.

Ao relatar isto ao ministro, ele faz-me a seguinte pergunta: “A dona Isaura tem cultuado os seus antepassados através do Sorei-Saishi?” Respondo que sim. Ele volta a perguntar e aprofunda: “Isso quer dizer, que a senhora tem vindo a cultuar a família Lopes que vem do seu marido, certo?” E aí, respondo: “Sim, mas Lopes é da parte do meu pai e não do meu marido!” O ministro ao ouvir isto, esclarece-me: “Aí é que está! Não é casada há 40 anos? Corrija já o seu Sonen, pedindo perdão e agradecendo aos seus antepassados pela existência do seu marido; para que num futuro próximo possa solicitar o culto de assentamento desta linhagem, através do Sorei-Saishi!”

Na prática tive dificuldades em aceitar esta orientação. Na minha cabeça sempre tratei as coisas de forma separada: a minha família (a do meu pai) e a família do meu marido. Não me sentia parte da família dele. Passei a orar e a fazer a Prática do Sonen, corrigindo tal pensamento e sentimento.

Passados uns dias, encontro-me com o ministro e este pergunta-me sobre o culto de assentamento da linhagem familiar e eu, imediatamente, digo-lhe que ainda não o tinha feito; dando-lhe uma desculpa. Ele, mais uma vez, chama-me a atenção sobre a importância de praticar o que me tinha sido orientado. E aí acordei! E passados dois dias solicitei o culto de assentamento do tronco familiar.

Após um mês; no dia dos meus anos; no dia 26 de Abril; vivo momentos maravilhosos na minha vida.

Recebi uma prenda do meu marido, coisa que não acontecia há uns largos anos. Ao agradecer-lhe pela prenda, ele sorriu para mim; coisa que não fazia. Durante o dia, estivemos num ambiente muito harmonioso, ele muito participativo e finalmente, houve um encontro entre os meus filhos. Os dois fizeram as pazes e até combinaram realizar um próximo encontro para estarem mais tempo juntos com as respectivas famílias. Sinceramente, já não me recordava de passar momentos tão felizes no meu ceio familiar. Ao olhar todo este quadro, imaginava a alegria dos antepassados a manifestar-se nos meus familiares. Na realidade, o milagre desta experiência já tinha ocorrido a partir do momento, em que através do meu marido pude despertar para a correção do meu Sonen em relação à nossa família.

De imediato, materializei a minha gratidão através de um donativo especial. Como estava na véspera do Culto do Paraíso Terrestre, comprometi-me em fazer outra gratidão com o máximo de esforço ao Deus Supremo e ao Messias Meishu-Sama, por tudo o que me foi proporcionado através desta experiência.

Aprendi que muitas coisas que definimos como sendo problemas, nada mais são do que as mensagens dos nossos queridos antepassados em busca de Luz para que possam ser encaminhados para a salvação.

Para terminar, renovo o meu compromisso com o Supremo Deus, com o Messias Meishu-Sama e com os meus antepassados de continuar com todas as minhas dedicações. E ao mesmo tempo, agradeço por esta aprendizagem, em especial ao meu marido.

Muito obrigada!

Comentário (1)

  1. Responder
    maria sousa

    Ontem entrei aqui e não resisti em lêr e tentar conhecer. Claro, muitas perguntas surgem, e com elas muita confusão. Onde posso saber mais ? Um bem haja…