Experiência de Fé – Sede Central – Janeiro 2016

Experiência de Fé – Carla Filipa dos Reis Pimenta

Experiência de Fé - Janeiro 2016

“Quebrando barreiras, ganhámos a felicidade e a permissão de salvar novas pessoas”

O meu nome é Carla Filipa dos Reis Pimenta, sou Ministra responsável dos Núcleos de Johrei da Margem Sul e Oeiras/Cascais.

Gostaria de partilhar uma experiência de distribuição de Flores de Luz e ministração de Johrei na sociedade.

Como preparação para o Culto do Natalício de Meishu-Sama, com base na orientação do nosso Presidente, decidimos quebrar barreiras e vencer limites. Fui juntamente com duas missionárias distribuir 50 Flores de Luz, de porta em porta, num Bairro da Margem Sul.

Nós já tínhamos feito distribuição neste local por várias vezes, mas nunca tivemos coragem de bater às portas e oferecer Johrei.

Mas determinadas a levar a Luz da Salvação de Deus e Meishu-Sama com essa dedicação, vencer limites, conseguimos ministrar Johrei em 4 casas, a várias pessoas na rua e uma delas levou-nos a um café de um familiar, no qual pudemos ministrar Johrei a umas 4, 5 pessoas.

Na semana seguinte, ao mesmo local, levámos 35 flores, com a determinação de ministrar Johrei a cada flor entregue nas casas que ainda não tínhamos ido e de voltar às mesmas casas e ao café que nos receberam na semana anterior para ministrar mais tempo de Johrei.

O resultado foi 17 Johrei ministrados. Voltámos às mesmas 4 casas e no café tivemos a permissão de ministrar a pessoas que não tinham aceite na primeira semana e durante mais tempo. Ás casas que fomos pela primeira vez, na segunda semana, numa delas, a senhora que era conhecida da missionária aceitou a flor e o Johrei, mas disse que pertencia a outra religião e explicámos que não havia problema. Ao entrar na casa, conhecemos uma amiga que a visitava e esta também recebeu Johrei. No final, ela explicou que estava cá de passagem para fazer tratamento de saúde e que viajava de volta no dia seguinte para Inglaterra. Esta senhora deu-nos o contato, que foi encaminhado ao responsável de lá.

No dia seguinte, a missionária recebeu uma chamada de uma amiga de São Tomé, com quem não falava há anos, e é irmã da senhora que nos recebeu em sua casa. A missionária contou à amiga o que fizemos e esta muito feliz agradeceu pedindo para continuarmos.

Com estas distribuições, descobrimos uma frequentadora, que quase se tornou membro em África e não tinha ainda encontrado a Igreja aqui em Portugal e agora deseja voltar a dedicar. Estamos a dedicar nessas 4 casas e no café.

Objetivámos em 2016, continuar com a mesma determinação e prática semanalmente, pois esta nos ajudou a quebrar preconceitos, medos e vergonhas, mas também nos trouxe sentimento de alegria e felicidade após cada distribuição, que nos fez desejar fazer cada vez mais pessoas felizes. Uma das missionárias que era tímida para abordar sozinha ou ministrar Johrei na rua, está feliz com esta dedicação e deseja continua-la com empenho.

Agora, quando nos perguntam se é preciso pagar a flor, nós dizemos: “Sim! Tem que receber uma oração!”. Já temos essa decisão dentro de nós, mas é claro que se houver alguém que não queira receber Johrei, nós a respeitamos e igualmente oferecemos a Flor de Luz com todo o amor e carinho.

Se há anos atrás, me dissessem que ia distribuir as flores, não nas ruas, mas de porta em porta, eu não aceitaria, porque não queria ser comparada e julgada como os de determinadas religiões pois tinha vergonha e não queria parecer-me com eles. Hoje, pergunto-me o porquê deste preconceito em relação a eles, como se estivessem a fazer algo de errado; estão a tentar fazer o que nós também queremos que é ligar as pessoas a Deus e construir um mundo melhor.

Agradeço a Deus, Meishu-Sama e aos nossos Antepassados a permissão que tivemos de ter tido este aprendizado. Vamos nos empenhar em bater à porta de todos lares sob a nossa responsabilidade e assim levar a Luz da Salvação Messiânica ao maior número de pessoas.

Muito obrigada!