Ensinamento do Mês – Novembro 2020

ENSINAMENTO DE DEUS REVELADO A MEISHU-SAMA

A REENCARNAÇÃO

O tempo que o ser humano leva para reencarnar é bastante variável e a causa dessa variação, é a vontade de cada pessoa. Por exemplo, no momento da morte, quanto mais apego a este mundo a pessoa tem, mais cedo reencarna. Todavia, as consequências não são boas. Uma vez que o local onde o processo de purificação se realiza com maior rigorosidade é o Mundo Espiritual, quanto mais tempo o espírito por lá permanecer, mais purificado se tornará. E, quanto mais purificado estiver o corpo espiritual ao reencarnar, mais feliz a pessoa será. Assim sendo, no caso de reencarnação prematura, pelo facto de ainda restarem impurezas, o processo de purificação deverá ocorrer após reencarnar neste mundo. Uma vez que o processo de purificação neste mundo se traduz em sofrimentos como doença, pobreza, infortúnio, etc., evidentemente, a pessoa terá um destino infeliz.

O facto de uma pessoa ser feliz ou não desde o seu nascimento, na maioria das vezes, deve-se ao que acabámos de expor. É preciso saber, portanto, que, a felicidade ou a infelicidade, não são mero acaso, existindo motivos para que cada uma delas ocorra.

Há ainda outro motivo para a variação do tempo de reencarnação. Quando familiares, parentes e descendentes do falecido lhe prestam homenagens póstumas e lhe oferecem cultos de sufrágio, realizando-os com todo o amor e sinceridade, ou quando se empenham em somar virtudes praticando o bem, ajudando o próximo com amor e compaixão, ou ainda, quando trabalham em benefício da sociedade, etc., tais práticas contribuem para a aceleração do processo de purificação daqueles espíritos. Por esse motivo, a expressão do amor e da devoção filial aos pais, não se deve limitar ao período em que estes se encontram neste mundo. Na verdade, expressar o amor e a devoção após a sua morte, por meio de cultos e da soma de virtudes, é ainda mais significativo. Em geral, costuma-se dizer: “Quando os filhos desejam praticar a devoção filial, os seus pais já ‘partiram’”, no entanto, isso diz-se porque se desconhece a realidade do Mundo Espiritual. (…)

23 de outubro de 1943

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