Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Setembro 2018

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – Setembro 2018

Culto Mensal de Agradecimento - Setembro 2018

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Gostaria de iniciar minhas palavras, agradecendo do fundo do coração, a vossa sincera dedicação que nos permite expandir cada vez mais a Obra Divina de Salvação de Deus e Meishu-Sama! Muito obrigado! (Palmas) É um prazer revê-los dois meses depois! Não sei se é por causa do Culto do Belo, mas estão todos mais bonitos! (Risos) Já estava com saudades vossas! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão?

É uma honra estar a recebê-los na casa de Meishu-Sama. Que essa seja a primeira de muitas outras visitas! Sejam todos bem-vindos! (Palmas)

Estamos a receber membros das Unidades Religiosas da Margem Sul, Lisboa, Oeiras-Cascais, Amadora e Sintra, Amarante, Braga, Porto, Gaia, Aveiro e Coimbra. Sejam todos muito bem-vindos! (Palmas)

Gostaria também de apresentar a Min. Sandra Aparecida Chaves Fernandes, que está a residir em Braga. Seja muito bem-vinda e boa missão aqui em Portugal! (Palmas)

Realizámos no mês passado uma maravilhosa caravana ao Solo Sagrado de Guarapiranga, no Brasil. Quem participou da caravana pode levantar a mão? Gostaram? (Sim!) Choveu muito? (Sim) Choveu, graças a Deus! Caravana molhada é caravana afortunada! (Risos) Em compensação, eu nunca assisti em dezenas de caravanas que acompanhei, outra que tivesse tido tantas permissões de dedicar no Altar do Solo Sagrado! Seja na preparação das Oferendas, seja na Limpeza do Altar, inclusive colocando as Oferendas no Altar dos Antepassados! Parabéns pela permissão recebida! Estavam a representar todos os senhores! Eu espero que numa futura caravana, todos possam se organizar melhor e também estarem presentes!

Gostaria também de comunicar que nos dias 5 e 6 de outubro, realizaremos aqui na Sede Central, um Seminário Nacional de preparação para o Culto Anual dos Antepassados. As inscrições já estão abertas e as pessoas interessadas por favor, inscrevam-se com os seus Ministros porque, como sempre, as vagas são limitadas. Especialmente agora com os alojamentos, precisamos com a maior antecedência possível organizar. Para esse Culto importante por exemplo, vai haver caravanistas de Espanha e talvez de outros países. Portanto, quem deseja participar, quanto mais cedo se inscrever melhor, assim garante já a sua presença.

De ontem para hoje aqui na Sede Central, dormiram exatamente trinta pessoas! Quem dormiu aqui, pode levantar a mão? Gostaram de dormir na Sede? (Sim)(Palmas)

Hoje, é o Culto do Belo, um Culto muito importante da nossa Igreja, porque o Belo, é uma das Colunas de Salvação Messiânica. E é com imensa alegria e satisfação que gostaria de fazer a entrega dos diplomas para duas Professoras de Ikebana que chegaram a Professora Master. Isso na Escola Sanguetsu equivale ao grau sacerdotal de Reverendo, como se fossem “Reverendas de Ikebana”. É o mais alto grau a que um professor de Sanguetsu pode chegar. Essas duas professoras, já há muitos anos estão a dedicar com grande empenho, seriedade, afinco e amor, formando inclusive alunas que também já dão aulas. Gostaria de chamar as professoras Patrícia Harue da Silva e Juli Mary Augusto Pessoa para receberem os diplomas! (Palmas)

A Professora Patrícia e a Professora Juli, juntamente com a Professora Magda de Itália, fizeram prova o ano passado e estão sendo diplomadas agora. Elas poderão, a partir de agora, darem prova para formarem novas Professoras Júnior. Os Reverendos podem formar e fazer prova para candidatos a Ministros Assistentes e elas aprovar Professoras Júnior. Isso nos dá muita autonomia, porque já não dependemos de virem professores do exterior para dar provas e aprovar futuros Professores Júnior nossos! (Palmas) Espiritualmente significa confiança de Deus, de Meishu-Sama e dos nossos Antepassados. É uma maturidade na Fé que atingimos de um somatório de quarenta anos de dedicação que chegou a esse ponto através dessas Professoras. Se Deus quiser e Meishu-Sama permitir, muitas outras virão. As que são Júnior hoje, passarão a Sénior e as Sénior futuramente a Master, dando continuidade a essa formação de elemento Humano que servirá nessa importante Coluna de Salvação.

Prova disso é o testemunho de Fé que ouvimos hoje. Como é que o Johrei e a Flor, junto com as orações, em só três dias tiraram a mãe da D. Mariana Paixão de uma depressão profunda, que nem tinha mais vontade de viver?! Em três dias com a oração, com o Johrei, mesmo à distância, e a Flor, fazendo Ikebanas em intenção da senhora, ela recebeu Luz, forças e saiu da depressão recuperando a vontade de viver! Isso é um resultado maravilhoso! Só mesmo a Fé é capaz de, à distância, operar um resultado desses!

Além do Johrei e do Belo, se ainda conseguisse plantar algum vasinho dentro de casa, seria melhor ainda! Isso é um conceito que às vezes nós, ainda temos dificuldade de caminhar com essas três “pernas” da Salvação: Johrei, Belo e Agricultura Natural. Às vezes fazemos Johrei e Belo; às vezes Johrei e Agricultura; outras Agricultura e Belo. Mas os três, é difícil! Nem que seja um vasinho ou uma plantinha com amor, mexendo na terra, com gratidão!

Mesmo as senhoras, como já fazem a Ikebana e o Johrei, também orientem aos alunos a importância da Agricultura Natural.

O Sr. Hernâni e outros membros que já fazem a Agricultura Natural, precisam também desenvolver a prática da Ikebana e do Belo.

Não é porque somos praticantes do Johrei, que não precisamos falar das duas outras colunas. Todos precisamos dedicar nas três colunas! Assim vamos ficar muito mais fortes. É uma tendência própria da natureza humana, centralizar numa única atividade. Começa a fazer uma outra coisa e enfraquece aquela anterior. Depois faz uma outra e enfraquece as outras duas. Na hora em que conseguirmos as três, como Meishu-Sama fazia, vamos ter muita mais força de Salvação!

Talvez seja justamente porque se praticarmos as três, vamos ter muita mais força, o mal atua e faz sempre a gente praticar somente uma das três colunas, não é assim? Ou será que tem alguém que consegue bem as três? Difícil, não é? (Sim) De vez em quando consegue um pouco, mas sempre, é difícil. Temos de almejar isso! Pedir essa permissão a Deus e a Meishu-Sama de conseguirmos praticar sempre as três colunas.

A palavra Belo e a beleza, por si só, já nos transmitem uma coisa boa. Quando você vê algo belo ou você fala em algo belo, naturalmente você sente o quê? Atração por aquilo. Pode ser uma paisagem, pode ser uma flor, pode ser uma pessoa, pode ser um carro, qualquer coisa. Uma coisa bela já nos atrai, naturalmente. A beleza nos transmite uma sensação de harmonia, tranquilidade e serenidade.

Só que o Belo é uma coisa interessante, porque ao longo da História da Humanidade, em diversas épocas, em diversos lugares e culturas teve manifestações e expressões diferentes. Mas todas elas buscavam alegrar o próximo. Desde a antiguidade, mesmo nas culturas primitivas, o Homem sempre buscou o Belo. Se repararem em certos artefactos da história da idade do ferro, do bronze, alguns já tinham contornos untados ou esculpidos buscando, além da utilização daquele objeto (que fosse uma jarra, ou fosse um prato) tinha algo entalhado ou pintado como uma expressão de arte. Mesmo nas cavernas antigas da pré-história, as artes rupestres já desenhavam com carvão ou mesmo sujando a mão na tinta.

A flor também sempre esteve presente, como uma manifestação de Belo e de amor. Existem sepulturas pré-históricas onde já tinham flores depositadas junto aos corpos. Quando vamos nos velórios e o caixão está coberto de coroas de flores, pensamos que é uma coisa de hoje e não é. Já na pré-história adornavam os mortos com flores. É o instinto natural do Homem, de procurar se circundar de coisas belas.

Na Grécia Antiga, os filósofos pré-socráticos, como Pitágoras por exemplo, buscou o Belo através da Matemática e assim, posteriormente, baseados na proporção áurea inspiraram a construção do Pártenon, que serviu de exemplo para toda a arquitetura mundial ocidental.

Depois, o grande Aristóteles, aluno de Platão, que foi professor de Alexandre “O Grande”, foi o primeiro que associou o Belo à prática da virtude. Ele tem uma frase que é estupenda: “O Belo pode reparar as deficiências da natureza humana.”

Nós somos afortunados, pois encontrámos na nossa religião, Meishu-Sama, que colocou o Belo como Coluna de Salvação, em nível de igualdade com o Johrei e com a Agricultura Natural!

Normalmente, nós que conhecemos a Igreja através do Johrei e fomos salvos pelo Johrei, temos uma tendência a achar que é o Johrei em primeiro lugar, o Belo em segundo lugar e em terceiro lugar a Agricultura Natural. Se é praticante de Agricultura Natural, esta fica em segundo lugar e o Belo em terceiro…

Meishu-Sama nunca fez essa distinção. Ele sempre as apresentou como Colunas que estão a sustentar o desenvolvimento da Obra Divina.

Neste sentido, a frase para mim mais significativa de Meishu-Sama é: “A Verdade é o caminho, o Bem a ação e o Belo o sentimento”. Verdade, Bem e Belo, é já um conceito grego antigo. Mas Ele trouxe para o mundo da Fé e que à primeira vista parece simples. O primeiro é a Verdade, que é o caminho. Se você estiver no caminho errado, você vai praticar um pseudo Bem e vai expressar um Belo de baixo nível. Mas qual é a verdade? Cada um tem a sua verdade, as verdades individuais. Mas Meishu-Sama nos ensina que a Verdade é o estado natural das coisas, a Natureza.

Quando conhecemos o estado natural das coisas, o Bem que praticarmos será um Bem verdadeiro. Porque um Bem que não se alicerça na Verdade, é um Bem de parte, é um Bem individual. E todos os bens individualistas acabam no mal porque são os bens que desejam beneficiar somente uma raça, uma classe social, um povo ou uma opinião. O Bem que desconhece o universo, a totalidade dos seres humanos é um Bem que acaba em mal. Exemplo disso é o Nazismo, o Fascismo e tantas outras ideologias. Que naquele momento eram apresentadas como um Bem, povos inteiros acreditaram naquilo e depois acabaram sofrendo e fazendo os outros sofrer. Porque não era um Bem baseado na Verdade, que é o estado natural.

Depois vem o Belo que existe só quando está de acordo com o Bem; não existe Belo baseado no egoísmo. Existe uma grande confusão quando se fala de Belo e de Arte. As pessoas nem entendem como é que podem determinadas obras de arte expressar coisas horríveis, feias; pode até ser arte, mas não é belo.

Vou exemplificar: O Belo é o que faz as pessoas felizes e muitos artistas expressam o Belo, somente como uma forma de manifestarem o que têm dentro deles naquele momento. O artista, com raiva do mundo, atira a tinta, por vezes até rasga a tela, e põe o nome de: “Ódio”. Passados uns meses, aquilo vai para uma galeria ou um museu, valendo milhares de euros. Tem obras que ficamos admirados como podem atingir valores tão altos…

Mas aquilo não é Arte? É arte. É Belo? Não!

Ser Belo e ser Arte, são coisas diferentes; tudo pode ser arte, mas Meishu-Sama ensina que existe Arte de vários níveis: baixo, médio e nível superior. A Arte de nível superior é aquela que tem como objetivo fazer os outros felizes; não basta ser arte, tem de ser de alto nível!

Na Fé é a mesma coisa: Tudo tem nível… “eu fui na Igreja e dediquei o dia todo!” Maravilha! Mas, qual foi o nível dessa dedicação? Qual era o objetivo? Foste dedicar para ti, para melhorar o nível de vida da tua família? Ou foste dedicar para fazer os outros felizes, esquecendo de ti e colocando-te em segundo ou terceiro lugar? O objetivo com que foste dedicar se é altruísta ou egoísta, determina o nível da dedicação.

Há muita gente que procura rodear-se de coisas belas, compra objetos caros, chama um decorador e gasta uma fortuna, para aparecer, para troçar dos outros; que nível de belo é esse? Será um belo superior? Não…

Outras pessoas, como Meishu-Sama fala também, não cuidam nem limpam a casa, deixam-na suja, cheias de teias de aranha, os armários cheios de roupa velha na esperança de voltar a usar… Roupa de trinta anos atrás, quando tinha 50 kg a menos, impossível! (Risos)

Deem para pessoas mais pobres, que vão usar, vão agradecer e tu vais desocupar o teu armário… têm apego, aquela panela sem asa, aquela chávena sem pega… Mas porque é que nasce esse apego por coisas feias e sujas? Porque nesses ambientes, o mal atua…

Eu já estive em dedicação de limpeza em casas de pessoas, onde se tirou tudo para fora, limpou tudo, deitou-se fora tudo o que não tinha utilidade e no final da dedicação incorporou um espírito numa das pessoas que estava presente, que era médium e que disse: “Vocês estragaram tudo! Onde vou morar agora?” Quando tudo se tornou limpo e bonito…. Desalojou o mal; casas limpas, organizadas, floridas, são casas que dão ordem de despejo para o mal, que estão ali dentro escondidas na sujeira… Moram ali, é a casa deles… quando você limpa, perfuma, areja, arruma, desapega, ele tem de ir morar para outra casa suja e desarrumada, porque ali não consegue mais viver…

Quando Meishu-Sama orienta isso, tem um motivo… “Vou na Igreja para dedicar, para a minha família viver na harmonia, pois vive em conflito”, mas se você não desaloja o mal que mora lá na sujeira e na desordem da própria casa, ele continua na “toca” dele…(Risos) Naquele dia em que decide limpar, arrumar, vai acontecer de tudo para atrapalhar essa dedicação dentro da sua casa…

Um dos objetivos com que eu gostaria que os senhores hoje saíssem daqui, era ter a determinação de transformarem, em primeiro lugar, as vossas casas num lugar limpo, arrumado e organizado. Sabem aquele quarto dos arrumos, onde deixam tudo empilhado lá dentro? Tirem tudo, deitem fora o que não presta, limpem, arrumem, coloquem uma flor em cada aposento e vão ver se a vida não muda…

No local de trabalho, a mesma coisa. Leva uma flor diariamente, para o seu ambiente de trabalho, nem que seja só para a sua mesa. Vai passar algum colega que vai reparar, vai gostar, vai-lhe pedir e você vai levando a quem pedir… passado pouco tempo o seu escritório vai estar repleto de Flores de Luz. E isso vai dar um outro nível de bem-estar e felicidade para vocês, para os vossos colegas de trabalho e para a sociedade; vai neutralizando a atuação do mal. Você vai “cortando as pernas” do mal. Os espíritos de baixo nível não gostam de flor!

Se além disso, conseguíssemos ter um vaso, do que quer que seja, pode ser salsa, alface e todos os dias agradecermos, “muito obrigada mãe terra, você é que me dá de comer”, essa gratidão pela terra também vai mudar as nossas vidas.

Como vamos ao Supermercado, pensamos que a comida vem deste, mas não, vem da terra! Sem terra, não há comida! As crianças de hoje, pensam que tudo vem do Supermercado; pegam numa caixa de ovos e nem imaginam que eles vêm da galinha, aliás as crianças de hoje têm medo das galinhas…(Risos)

Esse sentimento que Meishu-Sama ensina e que vem nos Ensinamentos, nós temos de trazer para o nosso dia-a-dia. Ele traz esses grandes conceitos religiosos, espiritualistas, filosóficos, para praticarmos no nosso quotidiano; se conseguirmos isso, o resultado vai ser maravilhoso!

Uma coluna de salvação que não trago para minha casa, para o meu ambiente de trabalho, ou para a minha vida, vai ficar abstrata. Ela tem de se tornar concreta, através da nossa prática diária.

Mesmo aqui na Sede Central, eu não sei os senhores, mas conforme vou caminhando, dedicando, fico sempre a visualizar ou buscar qual a coisa melhor, mais bonita que poderemos fazer para que as pessoas que aqui vêm se sintam felizes!

O primeiro passo foi criar alojamentos, já no fim de semana do próximo mês, para o Seminário, aquela parte onde tem a cozinha e a garagem, vai ser tudo aberto e vai ser feita ali uma sala de convívio, com mesa de ping-pong, bilhar, uma salamandra para aquecer no inverno, um fogo para assar umas castanhas, beber um copo de vinho, para quem ficar cá de noite e relaxar um pouco.

Se vocês vêm dedicar o dia inteiro, chega a noite, pode ficar ali, conversar, mesmo os membros de Coimbra que vão jantar a suas casas, podem voltar para conviver com os membros que estão cá dos outros locais do país, rir, brincar, relaxar, etc… Mas isso nasce do quê? Do desejo que as pessoas que aqui vêm sejam felizes!

Sempre que caminho naquela parte onde tem a gravilha, dói-me o coração, porque é horrível e fico sempre imaginando que ali vai ter uma cascatinha, um jardinzinho, um lago de carpas… Aquilo neste momento choca-me, é feio e como é que eu fujo dessa aridez? Idealizando um lugar lindo, maravilhoso, depois um recanto fresco com sombra e uns banquinhos, onde se possa estar confortavelmente a ler Ensinamentos, ouvir o barulho da água que cai, olhando os peixinhos no meio das flores, isso é um paraíso; não gostariam de ter um jardim assim? (Sim)

Tudo começa com o nosso sonho; quando muitas pessoas estiverem desejando isso para a felicidade dos outros! Não é para quando “eu vier aqui me sentir bem”, não é isso, é desejar isso para quando os outros vierem cá, se sentirem bem; esse é o Belo que vai nascer do Bem, que é fazer os outros felizes e que se baseia na Verdade.

Desejar fazer uma coisa bela, agradável e prazerosa para o seu benefício pessoal, é egoísta e não está de acordo com a Verdade. Consequentemente, ou não se vai realizar ou, se se realizar, não vai dar certo! Porque as pessoas, como fizeram com um objetivo egoísta, depois vão estar num ambiente bonito, mas brigando entre si… (Risos)

Vamos nós, sem criticar ninguém, construir nos nossos corações um paraíso, um lugar de paz, de amor e de fraternidade, respeitando e amando todos! Por isso, se nós dissermos “neste jardim, não quero que venham fulano ou beltrano”, isso já não é um jardim de Deus, é um jardim egoísta. Um inferno!

No nosso jardim, vão entrar todos e vamos amar todos, é esse o objetivo de Meishu-Sama e nós como Seus fiéis seguidores, temos de desejar isso, essa universalidade na prática da Fé!

Vamos sonhar com o jardim? (Vamos!)
Vamos sonhar com a sala de convívio? (Vamos!)
Com a futura Nave? (Vamos!)

Eu gosto de colocar a cadeira na frente daquela Imagem de Meishu-Sama que tem lá onde vai ser o Altar! Ministro Johrei ali e penso: “Estou a ministrar Johrei no futuro Altar!” Que bonito vai ser, já imagino a Nave até lá ao fundo, tudo aberto… Olho pela janela, com o rio Mondego lá em baixo… O sonho não custa nada e é a coisa mais maravilhosa do mundo ver as pessoas sentadas ali, felizes, transmitindo Johrei…

Já imaginaram o dia em que tiver o Altar com os Antepassados assentados e podermos todos os dias sufragar diretamente? Fazer os alimentos, como fizeram lá no Solo Sagrado do Brasil, colocar nas bandejas, servir todos os dias, que emoção, não é? (Sim)

Fazendo Mitamamigaki com os Antepassados, ali no Altar, como se fosse um “mini” Solo Sagrado, que depois, crescendo esse sentimento, quem sabe um dia, um “maxi” Solo Sagrado! (Risos) O que não falta em Portugal são locais maravilhosos para isso e que já estão reservados por Meishu-Sama, basta que estejamos em sintonia com esse sentimento d’Ele de universalidade de querer salvar todas as pessoas com amor e respeito, servindo as três colunas da Salvação. Esse Belo, não como algo separado, mas integrado como a forma que expressa a prática do Bem, porque alicerçado na Verdade, que é o estado natural das coisas. Um Belo divino!

Muito obrigado a todos e um bom mês!

Culto Mensal de Agradecimento - Setembro 2018

Culto Mensal de Agradecimento - Setembro 2018

Culto Mensal de Agradecimento - Setembro 2018

Culto Mensal de Agradecimento - Setembro 2018

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