Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Setembro 2017

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – SETEMBRO 2017

Bom dia a todos!

(Bom dia!)
Como os senhores estão a passar, todos bem?
(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Inicio as minhas palavras agradecendo, de todo o coração, a vossa sincera dedicação que nos permite expandir a Obra de Deus e do Messias Meishu-Sama aqui em Portugal. Muito obrigado!

Já se faziam dois meses que não nos víamos, não é? Já estava com saudades dos senhores! (Risos)

Como é que passaram as férias? Correu tudo bem? Descansaram? (Sim!)

Quem está a vir pela primeira vez pode levantar a mão? Seja bem-vindo! Que esta sua visita seja a primeira de muitas outras. (Obrigado)

Estamos também a receber membros de outras unidades: Lisboa, Amadora e Sintra, Margem Sul, Oeiras-Cascais, Ribatejo, Coimbra, Aveiro, Vila Real, Braga e, naturalmente, Porto e Gaia. Sejam todos muito bem-vindos! (Palmas)

A seguir, gostaria de ler um comunicado que recebemos do Solo Sagrado de Atami:

Atami, 23 de agosto de 2017
A Igreja Messiânica Mundial de Portugal
Reverendo Carlos Eduardo Luciow – Presidente.
Venho por meio deste informá-lo que o Reverendo Keizo Miura, Diretor do Departamento Internacional, representará a Sekai Kyusei Kyo Izunome Kyodan no culto especial, em comemoração pelos 40 anos de difusão da fé messiânica em Portugal, no dia 1º de novembro de 2017 na cidade do Porto. Sem mais para o momento, muito obrigado.
Atenciosamente,
Min. Edilson Chima,
Secretário do Departamento Internacional.
(Palmas)

Vamos receber com todo o respeito e carinho o diretor do Departamento Internacional, Reverendo Keizo Miura como Representante do Solo Sagrado e de Kyoshu-Sama. Ele virá do Japão especialmente para prestigiar essa nossa comemoração.

A esse propósito, comunico que no dia 1 de novembro, às 14 horas, no auditório da Fundação António Cupertino de Miranda, na Avenida da Boavista no Porto (em frente ao Parque da Cidade), realizaremos o nosso Culto anual aos Antepassados, juntamente com as comemorações pelos quarenta anos de difusão em Portugal. Nesta oportunidade, além da presença do Reverendo Miura, que vai ser porta-voz de uma mensagem especialmente escrita por Kyoshu-Sama aos membros de Portugal, teremos uma exposição de Ikebana muito linda, dirigida pelo Ministro Erisson Thompson de Lima Júnior, que é uma autoridade mundial do Ikebana Sanguetsu. Ele já vai estar desde a semana anterior no Porto a dar aprimoramentos para as professoras e serão feitas também provas para Professora Master. Neste evento, para além da exposição, haverão projeções audiovisuais com fotos do histórico da difusão em Portugal, etc. E também, como ponto alto das comemorações, será posto à venda o primeiro livro “Alicerce do Paraíso vol. 1” em português de Portugal. (Palmas)

Este livro é o resultado de um enorme e rigoroso trabalho de revisão, respeitando rigorosamente o original de Meishu-Sama. Assim, os senhores terão não só, um livro em português de Portugal, como estarão totalmente seguros de que o texto é fiel ao original de Meishu-Sama. Já estamos a prepararmo-nos para o segundo livro, depois será o terceiro e, em breve, os senhores terão todas as obras completas de Meishu-Sama na língua nacional, sem precisar de se stressar a ler em “brasileiro”. (Risos) Cá entre nós… (Risos)

Agradecemos muito estes anos todos, em que o Brasil nos forneceu as traduções mas, tendo chegado aos quarenta anos, já somos adultos e capazes de providenciar as nossas próprias publicações, na nossa língua.

Ontem, realizámos uma Assembleia Extraordinária, especialmente para aprovar a compra de um imóvel em Coimbra para a futura Sede Central e, nesta assembleia, essa compra foi aprovada por unanimidade. (Palmas)

Os motivos da compra foram dois: primeiro, as condições económicas, que são muito vantajosas na relação preço/qualidade do imóvel, localização, etc. Um presente, não é? (Sim) Segundo, por se situar no centro do país, um lugar equidistante, quer seja para os membros Sul, quer do Norte. Sendo no centro, todos podem chegar lá facilmente. Ontem, ao voltar, depois da visita, levámos uma hora da porta da casa até à porta da Igreja aqui no Porto. Quando desejamos, uma hora não é nada, mas quando não se quer, 5 minutos é longe… (Risos)

Portanto, esse também era um antigo sonho de todos os membros de Portugal, ter uma sede própria, que agora está a realizar-se. Além disso, gostaria que todos entendessem que essa nova Sede não é só uma mudança de endereço, mas sobretudo uma mudança de paradigma do que é Sede Central. Ou seja, até hoje por questões logísticas, a Sede resumia-se a um local onde as pessoas vinham assistir ao Culto Mensal. Chegavam, a maior parte das vezes com pressa, assistiam ao Culto e saiam a correr porque já estava na hora de ir almoçar ou de viajar. Por parte dos ministros também não era outra coisa senão um lugar onde vinham fazer relatório, receber a orientação e voltar para as suas Igrejas também com pressa.

Quem esteve lá ontem, pode levantar a mão? Várias pessoas… gostaram? (Sim, maravilhoso!)

Paradisíaco! Um imóvel muito grande, com muitas instalações e vai ter condições de: primeiro, ter uma Nave muito bonita onde haverá uma grande vidraça com vista para o rio Mondego. No novo Altar já temos autorização do Solo Sagrado para consagrar um Altar permanente para o Culto dos Antepassados. (Palmas)

Depois, pretendemos construir alojamentos para o maior número de pessoas, de modo a que todos possam hospedar-se pelo tempo que desejarem.

Quem quiser, já desde sexta-feira à noite vai para lá (logicamente marcando previamente), dorme e no sábado já acorda lá para dedicar na Agricultura Natural, porque teremos um terreno bastante grande e descansar num jardim muito lindo, onde teremos belas flores e até um lago de carpas. Poderá também dedicar com o Belo, fazendo aprimoramentos de Ikebana e outras artes… um lugar mesmo paradísico. Domingo assiste ao Culto Mensal e retorna a casa com o espírito completamente renovado.

O nosso objetivo é criar um local onde as pessoas possam ir com o espírito cansado e lá fazer um retiro espiritual. Estar muitas horas, dias, a descansar, a alimentar-se com produtos naturais etc. Irá ter instalações com refeitórios e cozinhas. Enfim, é como se fosse, um “mini” Solo Sagrado, digamos assim. Portanto, como já disse, mais do que uma mudança de endereço, é uma mudança de paradigma, da nossa relação com a Sede Central.

Até hoje foi assim, mas acredito que nestes quarenta anos, devido a essa maturidade que atingimos, merecemos de Deus e Meishu-Sama essa permissão.

Já que lá iremos ter Agricultura e Alimentação Natural, tão importante coluna de salvação, quero apresentar o novo responsável da Agricultura e Alimentação Natural em Portugal, o senhor Hernâni Parente. Por favor, pode levantar-se. (Palmas)

O senhor Hernâni pela ovação, (Risos) é reconhecidamente uma pessoa que transmite a todos o seu amor pela Natureza, pela Agricultura, pelos Ensinamentos de Meishu-Sama com relação a isso. Assim, a conviver com ele, a ouvir as suas experiências, o seu entusiasmo, e depois conversando com alguns ministros, chegámos à conclusão de que não existia pessoa melhor para liderar essa dedicação. A partir de hoje, ele vai desenvolver nas várias unidades equipas para incrementar a Horta Caseira, fazer vários trabalhos relacionados à Agricultura e Alimentação Natural. Deste modo, por favor, as pessoas interessadas em dedicar com a Agricultura e Alimentação Natural, reúnam-se ao seu redor e sigam a sua orientação.

Boa missão, senhor Hernâni e demais dedicantes. (Palmas)

A propósito disso, a partir deste mês, vamos também ter nos Boletins da IMMP, duas novas colunas; uma dedicada ao Belo e outra dedicada à Agricultura e Alimentação Natural. Todas estas situações muito agradáveis, enchem-nos de satisfação.

Os senhores acham boa essa mudança de paradigma, da Sede Central? (Sim, boa!)

Muito boa! Mesmo no verão, nas férias, tiram uma semana, dez dias e ficam lá no alojamento, a dedicar na Agricultura, no Belo, aproveitando para descansar nos jardins, dedicar na Nave a ministrar Johrei, a fazer Mitamamigaki no Altar, junto com os Antepassados… Puxa vida! Eu não sei vocês, mas eu já estou a vibrar! Ontem lá, durante a visita, a ver a alegria das pessoas, o entusiasmo, dava para sentir claramente a alegria dos antepassados.

Por falar em antepassados, aconteceu uma coisa interessante, que vou contar só para servir de exemplo. Já na saída, estava a despedir-me das pessoas para voltar para o Porto e a D. Jesus, a responsável do núcleo de Aveiro, virou-se para mim e disse:

“Eu tenho que dizer para o senhor que agora entendi um sonho que eu tive com a minha mãe há cinco anos atrás!”
“O que é que foi?”
“Um ano antes do senhor voltar, sonhei com a minha mãe e ela disse-me: ‘Vamos lá, vamos lá! Rápido! Temos que preparar o retorno do Ministro Carlos! Ele voltará para Portugal!’”
A D. Jesus disse que no sonho ficou muito surpresa e perguntou para a mãe o que eu vinha fazer aqui, ao que ela respondeu: “Ele é um grande amigo nosso e virá para nos dar de comer!”

Depois a D. Jesus continuou: “Quando o senhor lá na futura Nave disse que aqui existirá um Altar de Antepassados e, dentro da liturgia, terá uma cozinha para preparar especialmente os alimentos que serão servidos aos antepassados numa bandeja com comida, vinho, doces etc., tudo do bom e do melhor, todos os dias, aí eu entendi o sonho com a minha mãe, quando me dizia que o senhor vinha para lhes dar de comer”.

Ao ouvir o seu relato, fiquei muito emocionado, porque tudo isto já estava programado no Mundo Espiritual há muitos anos.

Ontem, disse para os ministros e hoje repito para os senhores, que não podemos cair na armadilha do ego e pensar que nós é que estamos a fazer tudo isto. Este pensamento é muito perigoso. Não somos nós que estamos a comprar uma Sede, é Meishu-Sama que está a comprá-la juntamente com os antepassados. Não somos nós que estamos a publicar os Alicerces do Paraíso em português de Portugal, é Meishu-Sama que está a publicar. Temos que tirar totalmente o nosso ego da frente da Obra para deixar manifestar a Luz da Salvação de Deus e Meishu-Sama. Qualquer dedicação por menor que seja, é sempre Deus e Meishu-Sama que estão a fazer tudo.

Isto é importantíssimo nesta nova fase. Não podemos ir para uma nova fase com o “velho” espírito.

Temos que obedecer a Kyoshu-Sama e desenvolver uma fé completamente nova, para renascer como verdadeiros filhos de Deus, centralizados no nome de Messias e em união com Kyoshu-Sama. Todos nós precisamos pensar nisso. Chegou a hora de “lavar” o coração das mágoas e ressentimentos do passado e construir uma fé completamente nova; isto é o que representa este novo ciclo; é um grande desafio interior.

Superar o desfio exterior, fazer obras na nova casa etc. será uma consequência da nossa mudança interior. A construção tem que ser dentro de nós, no mais profundo da nossa alma e quanto mais antigo o membro, mais difícil isso será! Porque ele tem mais “fossilizado” na sua mente e no seu coração muitos acontecimentos do passado.

Realizaremos em Lisboa, nos dias 23 e 24 de setembro, o nosso Seminário Nacional como preparação para o Culto Anual pelos Antepassados. As vagas serão limitadas e as inscrições já estão abertas. Procurem os vossos ministros.

Gostaria de agradecer a Experiência de Fé maravilhosa do Sr. José Rodrigues da Siva Cajado que, como todas as experiências nos ensinou muito. Com a orientação e o apoio do Min. Octávio, ele conseguiu uma coisa muito difícil que é, no momento mais crítico, da purificação, aumentar a sua prática de fé. Normalmente, as pessoas quando passam por purificações, usam até a própria purificação para se justificarem. Achei admirável o seu esforço que gerou o seu crescimento. A aceitação da purificação como amor de Deus, por si só, já é um Milagre. O que é que a cultura materialista ensina? No sofrimento, ensina a reclamar, a lamentar, a deitar a culpa nos outros, a acharem-se vítimas, mas a Lei da Purificação ensina ao Homem o quê? A agradecer e materializar a gratidão por estar a purificar. Este Ensinamento é um dos alicerces da nossa Igreja; a compreensão da Lei da Purificação como amor de Deus. O Sr. José Cajado, desafiou-se, numa situação muito difícil, com mais de 50 anos, a reentrar no mercado de trabalho, mas através da sua postura, abriu a sua casa para receber pessoas para fazer a difusão, em vez de se fechar no ostracismo do seu sofrimento achando-se a pessoa mais infeliz do mundo. Contrariamente, ele abriu-se e ao se abrir, entrou Luz. Quando pessoa se fecha na lamentação, na pena de si mesma, ela se autocondena às trevas. Ele abriu tudo, até a carteira, (Risos) ao passar a oferecer o dobro do que já fazia. Normalmente é o contrário, quando se está a purificar economicamente, até se deixa a carteira em casa, para não correr riscos… (Risos).

Pois, justamente, mais donativo, mais dedicação, gerou o quê? Mais Luz! E mais Luz provoca o quê? Maior queima das máculas que são as causas do sofrimento. Essa é a Verdade!

Por falar em queima de máculas, este verão Portugal foi muito assolado por incêndios. Também em outros países, houve muitos incêndios, como nunca tinha acontecido. Em várias partes do mundo, vendavais, tufões, enchentes, centenas de mortos, milhares e milhares de desalojados, desde Macau até aos Estados Unidos passando pela África, estão a passar-se inúmeras calamidades naturais.

Como Meishu-Sama nos orientou hoje, o materialista não consegue relacionar os cataclismos ou os incêndios com o Homem, acha que são coisas que acontecem por acaso; mas Deus, através de Meishu-Sama, revelou-nos que as grandes e as pequenas calamidades têm origem nos pensamentos, palavras e ações do Homem.

Só que nós, quando estamos a reclamar, criticar, ofender, falar mal, não pensamos que estamos a criar uma calamidade, ou pensamos? (Não!) Pensamos que estamos a fazer um pequeno “furacãozinho”? (Risos) Não pensamos, mas aquela pequena vibração negativa, quando se junta com a vibração negativa das outras pessoas, cria uma grande mácula, que vai precisar de um incêndio ou de uma calamidade natural para ser purificada. Mas estes são os elementos purificadores, igual à praga na agricultura, que vem para comer a toxina, não é assim Sr. Hernâni? (Risos)

Meishu-Sama, através do Ensinamento de hoje, chama-nos à responsabilidade para com os nossos pensamentos, palavras e ações. Que nós, de um modo inconsequente, usamos de forma leviana o espírito das palavras; criticando, falando mal, mentindo, etc. Só que depois, quando vêm as consequências, todos ficam horrorizados: “Não é possível! Onde estava Deus nessa hora que não evitou esta catástrofe?” Ele criou as Leis Naturais e Ele mesmo não pode desrespeitá-las.

Mas nós, seguidores de Meishu-Sama, que temos essa consciência, não basta só termos o Ohikari pendurado no pescoço, levantar a mão, transmitir Johrei, fazer e distribuir Flores de Luz, etc. Precisamos, sobretudo, refletir muito bem no que pensamos, no que sentimos, no que dizemos e no que fazemos. É de um rigor muito grande, porque na cultura material, cada um abre a boca para dizer o que quer, sem pensar nas consequências.

Sobre isso, Kyoshu-Sama em 2005, nas suas palavras de Ano Novo, orientou-nos assim:

“No ano passado sofremos, por diversas vezes, tanto no Japão como no exterior, tufões e terremotos e outras catástrofes. Vendo a realidade desses factos posso sentir que, apesar de estar dentro de um plano divino estabelecido pelo Supremo Deus desde o início dos tempos, a época atual faz antever a chegada da era da grande purificação proferida por Meishu-Sama.
Através do poema de Meishu-Sama que diz: “Saibam que mesmo as piores catástrofes naturais são todas ocorrências provocadas pelos homens”, sinto que eu também sou um elemento que origina as causas das catástrofes naturais, sofra ou não diretamente suas consequências. E como tal, reflito minha própria postura e ao mesmo tempo que suplico por perdão, creio que preciso ser um indivíduo que aceita através da gratidão o facto dessas purificações fazerem parte do Plano Divino e de eu estar sendo utilizado nesse Plano Divino.”

Assim, se o próprio Kyoshu-Sama no seu alto nível espiritual se acha responsável, quem dirá nós? (Risos)

Quando assistirmos nos telejornais a estas catástrofes, como agora está a acontecer nos Estados Unidos, podemos pensar que isso não é um problema meu, é problema dos americanos. Não! O mundo é um só e tudo o que acontece tem a ver com todos os seres humanos.

Nós não somos vítimas das catástrofes ou dos incêndios, nós somos as causas e esta é uma imensa responsabilidade. Não é para sentir culpa, mas sim, para assumir a responsabilidade e mudar!

Quando estivermos a pensar em criticar alguém… “não, espera lá… pensando assim, estou a criar um “tufãozinho” não vou dizer nada…” Vai abrir a boca para dizer qualquer coisa… “não vou falar, porque deste modo vou provocar uma “enchentezinha” e vai acabar por afogar alguém…” (Risos) Estou a brincar, mas o assunto é sério!

Então, por favor, este mês vamos reeducar-nos, autoanalisando profundamente todos os nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, em relação a tudo e a todos! Vamos estar atentos ao espírito da palavra e usá-lo positivamente.

Para concluir, gostaria de falar um ponto de reflexão e prática que está na saudação do Vice-Presidente da Igreja Messiânica Mundial, Reverendo Michio Shirasawa, feita no dia 1 de julho deste ano:

“No Culto do Paraíso Terrestre, Kyoshu-Sama baseou-se na vida de Meishu-Sama para orientar-nos sobre a “respiração”.
Ele transmitiu a seguinte orientação em suas palavras:
“Gostaria que os senhores soubessem que nossa respiração também é essa respiração completamente nova de Deus, que traz o nome Messias. Nossa respiração já está unida à respiração de Meishu-Sama. Essa nova respiração está impregnada com a Vontade Divina – a Vontade imutável de Deus de amar e perdoar toda a humanidade para que, como Meishu-Sama, possamos nascer mais uma vez como Seus filhos, como Messias. Portanto, em nome do Messias, vamos receber o perdão de Deus que está impregnado nessa nova respiração divina. Vamos nos distanciar da respiração da vida mortal, acreditar na respiração da vida eterna e nos tornar filhos de Deus com vida interminável”.

Agradeço a todos pela atenção e desejo-vos um feliz mês.

Muito obrigado.

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