Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Março 2020

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – MARÇO 2020

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Gostaria de iniciar as minhas palavras, agradecendo do fundo do coração, a vossa sincera dedicação que nos permite expandir cada vez mais a Obra Divina de Salvação de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal! Muito obrigado! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão? Sejam muito bem-vindos e que esta seja a primeira de muitas outras visitas! (Palmas)

Estamos também a receber membros das seguintes Unidades Religiosas: Margem Sul, Amadora e Sintra, Oeiras-Cascais, Lisboa, Vila Real, Amarante-Lixa, Braga, Porto, Gaia, Aveiro, Figueira da Foz e Coimbra. Sejam todos muito bem-vindos! (Palmas)

Cheguei a Portugal no dia 21 de fevereiro e até ao dia 26, fiz várias visitas, inicialmente ao Johrei Center de Lisboa e posteriormente aos Núcleos de Johrei de Amadora e Sintra e Oeiras-Cascais. Nessas Unidades Religiosas, realizamos Dai Johrei Kai das 11h às 16h, fizemos uma outorga de Amadora e Sintra e realizámos também o Culto pelos Antepassados e pela reforma da Sede Central.

Nos outros dias, fizemos aprimoramentos para missionários e fiz também visitas a lares de membros pioneiros em purificação. Fui nos seus lares com gratidão pelas suas dedicações pioneiras, transmitir a Luz de Deus e Meishu-Sama e o amor de todos nós.

Na localidade de Cacém, concelho de Sintra, visitei o lar da família Cajado, que hoje ouvimos a experiência de Fé. O José é o responsável por toda a parte técnica, paginação, grafismo do nosso Boletim Informativo e sem ele este não seria possível!

Como os senhores ouviram, mesmo à noite, ele voltando para casa com trabalho, às vezes fica até de madrugada com o fecho do Boletim para que os senhores possam recebê-lo em tempo para o Culto das Unidades Religiosas. A dedicação que ele faz no Boletim é incrível! Muitas vezes, envia o Boletim pronto, às tantas da noite, eu faço a revisão e digo: “Ainda não está bem, refaz isso, por favor!” Sou um chefe assim um pouco exigente! (Risos) O Min. Octávio fica em apuros e diz: “Reverendo, ele já está stressado no trabalho dele, se eu pedir, não sei…” Eu respondo: “Peça, por favor!” O Boletim vai e volta, vai e volta e no final sai o Boletim perfeito que os senhores recebem, graças a esse amor e dedicação de toda a equipa! (Palmas)

Sempre que visito aquela Unidade Religiosa, vou lá especialmente agradecer essa dedicação incansável dele, que depois frutifica para milhares de pessoas que o recebe, seja na forma digital ou em papel. É uma importante forma de divulgação dos Ensinamentos de Meishu-Sama! O ano passado, quando estive na sua casa, ele deu a ideia de incluir no boletim os áudios, dos Ensinamentos, das experiências de fé e das palestras. Estão lembrados que aqui eu relatei? (Sim) A partir daquele mês, colocamos os áudios, os senhores gostam de os receber? (Sim) Facilita, não é? (Sim)

Muita gente, às vezes não tem tempo para ler, mas consegue ouvir até a conduzir no carro, vai ouvindo os áudios do Ensinamento, da experiência de fé e da palestra.

Este ano, quando estava a chegar na casa dele, comecei a pensar: “O que será que o Cajado vai propor dessa vez!?” (Risos) Cada vez que eu o vou visitar, ele tem uma sugestão nova e eu já fui na expectativa! (Risos)

Aí conversamos, fizemos oração, Johrei, depois jantamos e ele disse assim: “Reverendo, não sei se o senhor vai gostar, mas eu tenho uma sugestão!” (Risos) “Fale, fale, por favor, as suas ideias são sempre brilhantes!” “Eu gostaria de fazer uma rádio messiânica!” (Risos) “Uma rádio messiânica?!” “Sim, uma rádio messiânica, um programa de rádio, um canal, isso é muito fácil!” Ele já trabalhou em rádio, foi locutor e tal… “Isso é muito fácil, basta fazer isto e aquilo…” Ele falou lá um monte de coisas, que eu não entendi nada… (Risos) Basta fazer isto e aquilo e eu disse: “É isso mesmo! Está certo!” (Risos) (Palmas)

Ele continua: “Assim pode-se transmitir os Ensinamentos de Meishu-Sama, as experiências de fé, pode-se fazer entrevistas, ao senhor, por exemplo: “Pergunte que o Reverendo Carlos responde!” As pessoas ligam para lá, fazem perguntas, interagindo, colocam músicas messiânicas, chama-se o coro para cantar, etc!” A Min. Theresa para cantar fado, não é Ministra? (Risos) (Palmas)

Meishu-Sama menciona o jornal que enaltece o Bem, porque Ele diz justamente que, os jornais só fazem notícias de coisas catastróficas, acidentes, mortes, coisas horríveis. Assistimos os telejornais e são só más notícias, não é? (Sim) Então, nós vamos fazer: “A rádio que enaltece o Bem – Rádio Messiânica – Verdade, Virtude e Beleza a serviço da comunidade!” (Palmas)

Isso é maravilhoso, porque é uma forma de divulgação e o Cajado disse que, até mesmo através do telemóvel, a pessoa pode sintonizar na rádio e ouvir. Levarmos a Luz de Deus e Meishu-Sama à sociedade, às famílias, aos nossos amigos e conhecidos, de uma forma alegre e depois vai tocar todos os tipos de músicas. Ele também disse que, uma parte da programação pode ser previamente registada e já entra no ar automaticamente e uma outra parte, já com interação, etc. Gostaram da ideia? (Sim!) (Palmas)

(Em breve teremos a Messiânica TV!)

Pois é, eu não quis falar para não estragar a surpresa, mas… devagarzinho vamos chegando lá! (Palmas) É maravilhoso, quando estamos todos unidos, sintonizados, com o mesmo objetivo, como que o Mundo Espiritual, Deus e Meishu-Sama se manifestam, de uma forma criativa, alegre e construtiva para fazer as pessoas felizes! É sempre esse o objetivo final!

Também visitei as localidades de Mafra e Torres Vedras, onde visitei um lar de um membro pioneiro e em purificação. No Núcleo de Johrei da Malveira, realizou-se um Dai Johrei Kai e por último, mas não por isso menos importante, visitei no dia 26, o Núcleo de Johrei da Figueira da Foz. Este Núcleo de Johrei, onde tinha estado apenas uma vez na inauguração, há dez meses atrás, encontrei, desta vez, o Núcleo radiante, muitos membros, todos muito felizes e animados a fazer difusão, já com frequentadores a assistir aulas muito empolgados! Parabéns e desejo que todos essas Unidades Religiosas se expandam que cada vez mais! No total, encontrei com 126 membros e 28 frequentadores. Pude transmitir Johrei na maioria deles, foi maravilhoso! (Palmas)

No mês passado, Meishu-Sama orientou-nos sobre o Rishun, que é o período de purificação que começa no dia 4 de fevereiro e vai até ao dia 15 de junho, que é quando começa o aumento da Luz, que também continua a purificação, mas com mais energia do espírito do fogo. E como se esperava, sendo um período de purificação a nível mundial, eclodiu essa epidemia chamada de “Corona Vírus”, que criou uma situação de alarmismo, de quase neurose a nível internacional, de pessoas muito preocupadas com essa situação. Mas, o importante em tudo na vida, antes de mais nada, é saber o que é que Meishu-Sama orienta sobre o que nos acontece! Porque na televisão falam muitas coisas, existem vários tipos de informações e nos vários programas, rádio, internet, somos bombardeados por todo o tipo de opiniões, entrevistas com professores, especialistas, etc… Mas para nós messiânicos, a coisa mais importante é saber o que Meishu-Sama orienta sobre o assunto!

No Ensinamento de hoje, Meishu-Sama orienta claramente sobre essa situação: “Para que Deus possa tornar a pessoa mais leve, ela deve salvar o próximo; não o fazendo de modo satisfatório, a pessoa sofre. (…) Entendendo apenas esse ponto, não há nada que seja difícil neste mundo.”

Se entendermos esse único ponto, Meishu-Sama orienta que, mais nada vai ser difícil na nossa vida!

Meishu-Sama continua: “Consequentemente, tudo é purificação e a purificação é uma espécie de limpeza; por isso, havendo sujeira, é preciso limpar de qualquer maneira.
A praga do arrozal também é um processo de purificação. Devido à colocação do sulfato de amónia, esterco e fertilizantes, surge a necessidade de purificar esses elementos, e os pequenos insetos é que têm a missão de comer o veneno.”

Já vimos experiências de fé de produtores de Agricultura Natural relatar, que surgiu uma determinada praga naquela região onde ele tinha a sua plantação. A mesma planta que tinha no terreno dele, tinha o vizinho do lado, que só era separado por uma cerca de arame farpado. O terreno do vizinho foi completamente dizimado pelas pragas e o dele, separado só com uma cerca de arame, não foi tocada uma planta! Porquê? Porque no terreno do vizinho do lado, tinha fertilizantes, aditivos químicos e pesticidas. Ele que fazia Agricultura Natural, não sofreu nada!

Como é possível um bichinho não passar a cerca e vir comer a planta dele? Então a pergunta é: “O problema são os insetos ou é a química que tem nas plantas?” É a química! Porque de outra forma, o inseto passaria a cerca, que qualquer um conseguiria passar, e viria comer a planta dele. Isso conduziu o vizinho, que ficou admirado, como é que era possível as plantas dele estarem intactas e ele disse: “Eles não vêm na minha terra, porque não tem veneno!” Porque o bicho não come a planta. O bicho come o veneno que está na planta e acaba comendo a planta junto, porque está impregnado dentro da planta, não é isso? (Sim)

Meishu-Sama continua: “Pelo mesmo motivo, o vírus da tuberculose e de várias outras doenças infeciosas existe, porque é preciso eliminar as toxinas medicamentosas que aí se localizam. Eu já escrevi anteriormente que esses “limpadores” nascem naturalmente e são eles que comem a sujeira.”

Portanto, podem tomar as providências que quiserem: isolar-se, usar máscara, o que for. Se tiver a mácula no espírito e a toxina na matéria proveniente do uso de medicamentos ou dos químicos da alimentação, mesmo que viva numa redoma de vidro, vai ter aquela doença, porque o vírus surge naturalmente dentro do organismo, materializando-se do espírito para o corpo físico. Ele tem um nascimento natural, espontâneo.

Logicamente que a compreensão deste facto não invalida a necessidade de nos comportarmos com educação e civismo, respeitando as normas de higiene e segurança pública emanadas pelos governos de cada país.

Meishu-Sama quando ensinou isso, na época, a maior doença contagiosa que existia era a tuberculose e Ele trazia os tuberculosos, no último estágio da doença, para a Sua casa como hóspedes, junto com a Sua família, filhos, para serem tratados com o Johrei. Ele dizia que, nunca, nenhum Seu familiar se tornou tuberculoso! Era uma forma que Ele tinha de demonstrar a veracidade do Ensinamento relevado por Deus.

Meishu-Sama continua: “Enfim, tudo é processo de purificação; portanto, se não acumularmos este tipo de impurezas e sujeiras, se não as ingerirmos, não haverá necessidade de limpar, e assim, não surgirão vírus nem nada semelhante.”

Deveria existir sim, um alarmismo, não contra o vírus, mas contra as substâncias químicas que nós ingerimos, no ar poluído que respiramos, na comida cheia de agrotóxicos e químicos que comemos, sem falar dos nossos pensamentos, palavras e ações que criam nuvens espirituais negativas. Esse é que deveria ser o nosso verdadeiro alarmismo; porque o problema não é o vírus. O problema é a causa que temos dentro de nós e que desenvolve o nascimento espontâneo do vírus! O vírus não é transmitido, ele nasce naturalmente dentro da pessoa!

Mas porque é que em determinados lugares tem uma incidência maior da doença? Porque o raciocínio materialista diz que lá estão uns a contaminar os outros. Não! É porque naquela região existem mais pessoas com as mesmas máculas e as mesmas toxinas e que, portanto, exige o nascimento do mesmo vírus para comer as mesmas sujeiras. Simples como isso!

Meishu-Sama depois continua: “Em sentido Daijo, existem processos de purificação muito mais interessantes, como, por exemplo, o incêndio, que é o mais conhecido.” Quando o incêndio começa a propagar-se, algumas coisas ele queima, outras não.

Lembram-se aqui do testemunho de fé da Edite Ribeiro, do Porto? Que contou sobre o incêndio depois da viagem dela ao Japão, chegou até à cerca, senão teria queimado toda a casa, etc. O próprio Meishu-Sama mencionou sobre o incêndio da cidade de Atami, que este foi progredindo e quando chegou na cerca da Sede Provisória, o vento mudou de direção e foi para outro lugar. “Ah, mas foi sorte…”. Não! Ali não tinha mácula para ser queimada. Era um prédio puro utilizado para servir a Deus na salvação das pessoas!

O incêndio queima prédios impuros e é assim em todos os desastres naturais. Quando há um terramoto, tem gente que sobrevive, mas perde a casa. Tem gente que perde a casa, perde toda a família, tem gente que perde tudo. Com as enchentes, a mesma coisa. Todas as forças de purificação vêm para, justamente, limpar o que está impuro.

Hoje na experiência de fé que ouvimos, do José Cajado, maravilhosa experiência como todas as que todos os meses são lidas, veio-nos ensinar muitas e muitas coisas!

A primeira, que eu considero admirável, é que no trabalho onde ele estava, mesmo sobrecarregado, levando trabalho para fazer em casa, muitas noites até de madrugada, muitos domingos e feriados não remunerados, muito admirável a sua postura! Porque 99% dos trabalhadores, trabalham olhando para o relógio e quando dá 5 minutos antes do horário, já vão fechando todas as coisas para irem embora! (Risos) Mas, essa postura dele é que é fundamental! Essa postura é que vai somando méritos… não é “tótó” ser assim, isso é que é correto! (Palmas)

Segundo ponto: “Que apesar de estar a dar o máximo de mim, não estava a ser valorizado.” Então, o que aconteceu? “Nas minhas orações, entregava a Deus e a Meishu-Sama a minha desilusão, aceitando e agradecendo tudo o que me estavam a proporcionar!” Esse segundo ponto é isso: “entregar o sentimento, não guardar dentro.” No dia seguinte, chegava ao emprego, sorridente, entregava o trabalho pronto, motivando positivamente os colegas; se ele não tivesse essa capacidade de entregar os sentimentos a Deus e Meishu-Sama, já chegava de manhã cedo a reclamar e piorando ainda mais a situação do trabalho, que já era pesada!

Porque é que é tão importante analisar bem uma experiência de fé? Porque quando as pessoas recebem graças, não recebem por acaso! Recebem, porque têm toda uma preparação para isso, no seu modo de pensar, no seu modo de falar, no seu modo de agir, que vai somando créditos/méritos, para que depois se materialize a graça!

Depois de ele ter recebido o telefonema daquele amigo de infância, ficou na expectativa, porque ligavam, depois paravam de ligar, o que lhe ia criando ansiedade. Entretanto, resolveu não pensar mais nisso e aí decidiu vir à Sede Central pela primeira vez, coisa que nunca tinha feito, para o Culto Anual aos Antepassados!

Veio no Culto, imaginou a Sede Central pronta e nesse dia criou o objetivo de participar na reforma da Sede Central! Exatamente uma semana depois de cá ter vindo e de ter criado esse objetivo, uma situação que estava “emperrada” há um ano e meio, uma semana depois do Culto, desbloqueou! O amigo de infância ligou, conversaram, contratou e foi efetivado com 54 anos de idade!!! (Palmas) Algo muito raro, alguém ser efetivado com mais de 50 anos de idade… pouco comum no mercado de trabalho; normalmente, vão fazendo prestação de serviços, mas não efetivam!

No final, ele diz assim: “Senti que tinha havido muito trabalho do Mundo Espiritual e o mérito desta contratação pertencia inteiramente aos meus Antepassados! Enquanto pensava nisso, vinha na minha mente a imagem deles a “torcerem” por mim”.

Já viram um estádio de futebol? (Sim) Imaginem aquelas bancadas com 50.000, 60.000 pessoas, cheiinhas de Antepassados a torcerem por nós!

O que ele diz aqui: “Senti que os meus Antepassados estavam a torcer por mim!” Mas a torcer por “mim”, em que sentido? “Mim” Cajado, ou “mim” torcendo pelo que eu faria, dedicar na Obra Divina, dedicar na reforma da Sede Central, etc. Não estavam a torcer pelo egoísmo dele ou pelo comodismo dele, estavam a torcer para que ele, cada vez mais, se transformasse num elemento válido para a construção do Paraíso, pois assim ele se salvaria! Essa é que é a “torcida” dos Antepassados: Que nós nos tornemos elementos efetivos na construção do Paraíso Terrestre, fazendo a felicidade das pessoas, construindo o Paraíso!

Imaginem um estádio de futebol cheio de Antepassados, com as bandeiras, cachecóis, cantando e assim, quando você chega no Johrei Center, no Núcleo de Johrei e levanta a mão para fazer os outros felizes, eles gritam: “Golo!!!” (Risos) É assim! Não é exagero o que estou a dizer! Você pensa: “Acho que vou indo, está a chover, está frio”, mas resolve ficar e transmitir Johrei a mais uma pessoa e eles: “Golo!!!!” (Risos) Vou limpar uma casa de banho e eles: “Golo!!!” (Risos) Eles estão lá vibrando! Com cada sorriso com que você recebe as pessoas, com o carinho, com os abraços…. Eles estão vibrando, porque lá no Mundo Espiritual, eles estão se elevando e salvando! (Palmas)

Essa é que é a torcida dos Antepassados, a que torce para que todos nós efetivamente estejamos a trabalhar para a construção do Paraíso, fazendo as pessoas felizes! Na Igreja, na família, no ambiente de trabalho, na sociedade, no meio da rua, onde quer que seja. Estão todos torcendo por nós incansavelmente e cada boa ação que fazemos, é uma grande festa para eles!

Depois diz que: “Além do dízimo que pratico mensalmente, fiz um donativo de gratidão especial para a reforma da Sede Central, no valor total do meu primeiro ordenado.” Já ouvimos essa prática noutras experiências de fé; eu gostaria de salientar que as experiências, já há uns meses, têm tido quase todas o mesmo teor, ligadas à reforma da Sede Central, são muito parecidas, mas têm vindo espontaneamente, não é nada forçado por nós.

Nas reuniões de preparação do Culto, onde escolhemos o Ensinamento do mês, etc., pergunto aos ministros, que experiências de fé têm para apresentar nesse mês. Quem tem, apresenta; os que não têm dizem que na sua Unidade Religiosa, não houve nenhuma, ou teve, mas não foi escrita; portanto, são experiências que chegam espontaneamente; não são nem “forçadas” e muito menos “fabricadas”. A conclusão a que chego, é que, se estão a chegar este tipo de experiências, muito direcionadas à reforma da Sede Central, é porque o Mundo Espiritual, Deus, Meishu-Sama e os Antepassados, estão a querer ensinar-nos sobre isso, como um modelo, para que, seguindo-o, todos nós sejamos felizes como essas pessoas se tornaram!

Então, vamos juntos, estudar bem o Ensinamento do mês, deixar de ter medo de vírus e passar a ter medo sim, de maus pensamentos, palavras e ações, má alimentação e outras coisas, vamos ter medo das causas e não dos efeitos. Vamos esforçar-nos para, eliminando essas causas dos problemas, somar méritos para construir o Paraíso Terrestre!

A missão da nossa Igreja é limpar, purificar o mundo; através do Johrei, purificar o espírito, através da Agricultura Natural, purificar o corpo e através do Belo de alto nível, purificar os sentimentos. Todas as nossas atividades têm este mesmo objetivo, a purificação das causas dos sofrimentos humanos e a criação do Paraíso Terrestre.

Muito obrigado e um bom mês a todos!

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