Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Março 2015

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

MIN. CARLOS EDUARDO LUCIOW

Bom dia a todos!
Como os senhores estão a passar? Todos bem?
(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Gostaria de iniciar as minhas palavras agradecendo a todos os senhores, do fundo do coração, pela vossa sincera dedicação, que nos permite expandir a Obra de Salvação de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal. Muito obrigado!

Gostaria de saber quem está aqui hoje pela primeira vez. Podem levantar a mão por favor? Muito obrigado! (palmas) É um prazer recebê-los na casa de Meishu-Sama e esperamos que esta seja a primeira de muitas outras visitas.

– Comunicações

Dia 28 de Fevereiro, realizámos a nossa Assembleia Geral Ordinária, com a presença dos representantes dos membros. Apresentou-se o balanço financeiro do ano de 2014 e realizou-se também a eleição dos Órgãos Sociais para o triénio 2015-2017. Por unanimidade, a Direção foi reeleita e como Presidente, e em nome de toda a Diretoria, gostaria de agradecer aos senhores pelo voto de confiança que depositaram em nós e reiterar o nosso sentimento de continuar a servi-los com Makoto (sinceridade, fé, amor, lealdade, honestidade, fidelidade, cordialidade, verdade, devoção, correção constância e altruísmo) para que juntos possamos expandir, cada vez mais, a Obra de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal. Muito obrigado! (palmas)

Já está online o site da nossa Igreja: www.messianica.pt. (palmas) Depois de muito esforço e muitas dedicações por parte dos Membros e dos Ministros, conseguimos colocá-lo em atividade, mas ainda precisamos aperfeiçoar alguns pontos. Convido todos os senhores a visitarem o nosso site e a fazer críticas construtivas naquilo que podemos melhorar, complementar, corrigir e aperfeiçoar. Eu sempre digo aos Ministros: “Vamos começar a fazer, pois é com o andar da carroça que as melancias se acomodam!” (risos) Às vezes as pessoas não começam a fazer as coisas porque querem que tudo seja perfeito, já desde o início, perdem imenso tempo e não conseguem realizar. O importante é começar e, com o desenvolvimento da atividade, aos poucos, buscarmos sempre a perfeição. Divulguem também para os seus familiares, parentes, amigos e conhecidos. Com este objetivo, faremos cartões com o nome do site para ser distribuído. Além do site ser informativo, comunicando as nossas atividades, também é formativo, porque tem Ensinamentos, palestras e aulas. Ao visitarem o site, podem aprender muitas coisas a respeito da nossa Igreja.

Outra comunicação importante é que já estão prontas as Imagens consagradas de Meishu-Sama, que serão entronizadas oficialmente na casa de todos os membros ativos e dedicados. É uma Imagem muito bonita, discreta e que será padronizada (igual para todos). O recebimento destas Imagens é muito importante para a prática diária da fé dentro dos lares dos membros. Algumas pessoas só conseguem vir à Igreja uma ou duas vezes por semana e acabam orando só naquelas ocasiões. É muito importante nos educarmos para orar a Deus diariamente em nosso lar. Por baixo da Imagem de Meishu-Sama vamos colocar uma prateleira onde haverá um pequeno vaso com flores, um livro de Ensinamentos, a caixa do donativo diário e a caixa do Ohikari (às vezes as pessoas não sabem onde colocá-la e deixam em locais inadequados). Assim, criamos um modelo para, um dia, a pessoa vir a receber o Altar com a Imagem da Luz Divina. As pessoas interessadas contatem os seus Ministros responsáveis do Johrei Center ou Núcleo de Johrei, para serem orientados sobre os procedimentos para o recebimento. A entronização desta Imagem vai trazer, com certeza, muita Luz para os vossos lares.

Dos dias 19 a 26 de Fevereiro, visitei a Igreja de Coimbra e os Núcleos da Região Centro: Mourelos-Mealhada, Pombal e Viseu. Fiquei muito emocionado ao encontrar pessoas com uma fé tão ardorosa, tão dedicadas, sinceras e esforçadas na expansão da Obra Divina. Muitas dessas pessoas eu só conhecia de vista e nunca tinha convivido nem conversado muito, porque estão distantes, mas ao ficar uma semana lá, pude estreitar esses conhecimentos, essas práticas da fé junto com elas e foi muito gratificante ver pessoas tão dedicadas, abrindo as portas das suas casas para Meishu-Sama, para receber os seus parentes, amigos e conhecidos, criando Núcleos de Johrei nos seus lares. Era emocionante ver a felicidade dos donos das casas, ao receberem as pessoas e a alegria das pessoas que estavam sendo recebidas com tanto amor e carinho. Muito obrigado! Inclusive muitos estão aqui hoje! (palmas) Obrigado por terem vindo!

– Estudar a experiência de Fé com o coração

Hoje ouvimos a emocionante experiência de fé do senhor Carlos Jaques. Ele passava por vários problemas: solidão devido ao falecimento da esposa, afastado da Igreja, com o Ohikari por reconsagrar e as dificuldades económicas devido a uma casa que não conseguia vender a anos. Até que voltou à Igreja e foi muito bem recebido. Aqui já temos um primeiro importante ensinamento; receber bem as pessoas que vêm à Igreja. Devemos receber com amor e afeto todas as pessoas, inclusive as que retornam à nossa Igreja, por que elas voltam sofrendo e, independentemente do motivo pelo qual se afastaram, devemos sempre respeitá-las. Por vezes esse afastamento faz parte do seu crescimento espiritual e é comum que, ao regressarem, consigam dar mais valor, ter mais gratidão e reconhecer ainda mais a grandiosidade do Johrei e dos Ensinamentos de Meishu-Sama. Também havia a dificuldade do senhor Jaques em praticar a orientação recebida de frequentar a Igreja, uma vez que mora a 160 Km de distância e sem dinheiro. Ele pensava: “Como é que eu vou fazer para cumprir essa tarefa de ir dedicar semanalmente?”. É o primeiro pensamento de quem não tem dinheiro para ir, não é verdade?

O esforço dele para conseguir ir dedicar lembrou-me o Ensinamento de Meishu-Sama: Atitude Mental. Nesse Ensinamento, Meishu-Sama diz assim:

“Existe um único ponto de vital importância: é a forte vontade de crescer e expandir custe o que custar. Esta atitude é fundamental. O pior pensamento a seu próprio respeito é pensar: “Não tenho capacidade”. Pense assim: “Eu também sou um ser humano. Se aquela pessoa está fazendo, eu também serei capaz de fazer”. Aquele que nunca desiste, com uma forte determinação para realizar o seu trabalho – mesmo cometendo falhas ou sendo ridicularizado pelos outros – certamente crescerá bastante. Eu próprio trabalho com essa atitude. Entretanto, aquelas que desistem após o primeiro fracasso não servem, de facto, para o trabalho. Há um provérbio que diz: “A resignação é importante”. Em algumas circunstâncias isso é verdadeiro mas, neste caso, a “não resignação” é fundamental. Em resumo, devemos desistir quando a causa não for boa e, pelo contrário, ter força de vontade para as boas causas.”

Muitas vezes, mesmo sabendo que a causa é boa, resignamo-nos e nos justificamos dizendo: “não tenho dinheiro para ir”, “não tenho tempo para ir”, “não vou conseguir ir”, “é longe”, etc. Eu tenho perguntado para muitas pessoas: “Então? Vamos ao Solo Sagrado do Brasil?” e elas logo respondem: “Não tenho dinheiro!”. Mas será que vamos aos Solos Sagrados porque temos dinheiro ou porque Deus permite? Se quiser fazer uma viagem turística, realmente só irá se tiver dinheiro, mas peregrinar aos Solos Sagrados é uma permissão de Deus. Se Deus permitir, nos dará os meios materiais necessários; ou se recebe uma herança, ou se recebe dinheiro de presente, ou se ganha na lotaria. Alguma coisa acontece, mas tem que haver a permissão de Deus.

Quando é que recebemos a permissão de Deus? Quando temos o sincero desejo de servi-Lo! A permissão nasce com o objetivo e o esforço para fazer alguém feliz! Se tiver objetivo de fazer algo elevado, para o bem do próximo, da sociedade e do mundo, e se esforçar para que aquilo aconteça, a permissão vai-se materializar. Se Deus criou o Universo e tudo o que nele existe, não pode “criar” uma viagem ao Solo Sagrado do Brasil? Ah, isso é fácil para Deus! (risos) Dizer que Deus não pode fazer algo tão simples, é menospreza-Lo. Ele é Onipotente! Basta orar com sinceridade pedindo a Sua permissão. O senhor Jaques orou com sinceridade, pedindo permissão para ir dedicar e assim os meios apareceram. Até uma companheira Meishu-Sama lhe deu! (risos) Mas ele ganhou a permissão e começou a dedicar e essa dedicação proporcionou-lhe um aprendizado: “Com esta experiência aprendi que, quando eu estava preocupado em querer resolver os meus problemas, com a minha força, nada se resolvia. A partir do momento em que comecei a me direcionar mais para a minha dedicação a Deus, passei a desapegar e, não mais no meu tempo, mas no tempo de Deus, as coisas resolveram-se naturalmente.” Esse é um grande ensinamento para todos nós.

Esta experiência será publicada no Boletim deste mês e peço aos senhores que não lessem apenas com os olhos, mas que a estudassem profundamente com o coração, pois ela nos ensina como a prática do desapego do próprio problema e o desejo sincero de querer servir, para a felicidade dos outros, criaram condição para Deus poder atuar. Quando nós estamos fechados no nosso problema, querendo resolver com as nossas forças, nosso espírito fica envolvido pelas nuvens do apego.

Meishu-Sama nos ensina que o apego cria uma nuvem tão densa que nem a Luz de Deus consegue penetrar. Quando nos desapegamos, essas nuvens se dissipam e a Luz Divina consegue entrar. É como um dia de chuva, com um céu carregado de nuvens pretas. Nesse dia há sol? Há! Só que está acima das nuvens. Quando as nuvens desaparecem o sol aparece. É a mesma coisa! O apego é aquela nuvem carregada. “Não vou conseguir”, “não vai dar”, “não vai ser possível”, “é longe”, “não tenho dinheiro”. É o apego à não resolução do problema. Quando o senhor Jaques desapegou e entregou o problema nas mãos de Deus, começou a dedicar na Igreja uma vez por semana, reconsagrou o Ohikari para ministrar Johrei e praticando sempre o donativo de gratidão, começou a entrar Luz na sua vida. A pessoa que não consegue desapegar, não tem essa permissão e diz: “Deus não ouviu as minhas preces”, “Deus não está a olhar para mim”, “Deus esqueceu-me”. Mas, na verdade, é o seu apego que impede a atuação da Luz de Deus.

Ainda nesta experiência, ele assume um compromisso: “Aumentar o trabalho de expansão da Obra Divina na região onde resido. Para isso decidi participar da próxima caravana ao Solo Sagrado do Brasil em Agosto e iniciar reuniões de Johrei no meu lar, para merecermos a entronização do Altar de Deus e Meishu-Sama até ao final de 2015.” Ele resolveu abrir a sua casa para receber as pessoas em nome de Deus e Meishu-Sama.

– A importância de abrir a casa para Meishu-Sama

Abrir a nossa casa para Meishu-Sama, representa abrir o nosso coração. A pessoa que não abre a casa, na verdade, quem está fechada, não é a sua casa mas sim o seu coração. Quando a pessoa abre a casa para Meishu-Sama receber as pessoas, ela está a receber Meishu-Sama no seu coração. Aí Meishu-Sama atua! A pessoa que fecha a casa para Meishu-Sama, fecha a casa para receber as pessoas, está a fechar a casa para a Luz Divina. Eu posso afirmar que a vida da pessoa que abre a sua casa para, em nome de Meishu-Sama, receber as pessoas e transmitir a Luz Divina, torna-se abençoada. Isso é um modelo que Meishu-Sama deixou.

A Obra Divina que nós conhecemos hoje, com os Solos Sagrados maravilhosos, começou na casa de Meishu-Sama aonde Ele recebia as pessoas doentes para ministrar Johrei junto com a sua esposa e os seus filhos. A sua esposa tornou-se a Segunda Líder Espiritual da Igreja, a sua filha mais nova tornou-se a Terceira Líder Espiritual e o seu neto tornou-se o Quarto Líder Espiritual. Eles foram criados, educados e formados com a Igreja, inicialmente, dentro da própria casa. É muito diferente trazer pessoas amigas à Igreja do que trazer pessoas amigas à nossa casa, não é verdade? Grandes missionários formam-se recebendo e formando outras pessoas dentro de suas casas. Vamos aprender com este exemplo do senhor Jaques e também abrir as portas das nossas casas para fazer a difusão messiânica. Vamos convidar os nossos vizinhos e amigos para, em nossa casa, ensiná-los a rezar junto connosco, ministrar-lhes Johrei, estudar Ensinamentos junto com eles e, depois, trazê-los à Igreja. Em nossa casa será o primeiro contato com a fé. No ato de formá-los nós vamos ser formados; no ato de orientá-los nós vamos ser orientados. A pessoa vai-se auto-educando para que se torne um modelo messiânico para os outros. Normalmente, quando se traz um frequentador à Igreja, entrega-o nas mãos do Ministro para ele o orientar. A partir daí, o “problema” passa a ser do Ministro. Se a pessoa consegue crescer, desenvolver, ir para a frente, a pessoa que o encaminhou diz com orgulho: “Ah, muito bem, eu é que encaminhei!”. Mas se a pessoa não continua a frequentar e acaba por se afastar, a pessoa logo diz: “O Ministro orientou mal e não cuidou bem!” (risos) Mas se quem encaminhou cuidar desse frequentador, será sua responsabilidade se a pessoa crescer ou não. Aí a própria pessoa é a formadora e não terceiros. No ato de formar os outros é que a pessoa forma-se. No ato de deixar para os outros formarem, a pessoa nunca cresce. Pelo contrário, deforma-se por nada fazer e ficar só criticando o que os outros tentam fazer. Esse sistema de difusão, dentro dos lares, é o modelo original da Obra Divina, é o modelo que Meishu-Sama criou e, em primeiro lugar, vivenciou no seu lar. Assim como Ele, os Reverendíssimos da época Dele, também começaram nas suas casas a fazer isso e assim por diante. Quando existir um número grande de pessoas que já não caiba na sala de uma casa, podemos partir para fazer uma Igreja. Hoje em dia, quando existe meia dúzia de membros, já querem alugar uma sala. Depois de alugar, não crescem, não conseguem encaminhar novos frequentadores, formar novos membros e acabam por fechar! Deve-se partir para alugar uma sala grande somente quando existirem muitas dezenas de membros. Antes disso, é nas casas que se formam grandes missionários. Uma pessoa que por mais de 10 anos está a fazer difusão na própria casa, conduzindo e formando dezenas de pessoas, no meu ponto de vista, já está qualificada para fazer exame sacerdotal para Ministro Assistente. Ela já se qualificou no “campo de batalha”. Já aprendeu a dar amor, a ter paciência e a formar pessoas capazes de fazer outras pessoas felizes. É o frequentador que vem na sua casa que lhe ensina o que ela precisa aprender e o que ela tem de fazer.

Quem gostaria de receber a Imagem de Meishu-Sama para fazer difusão na sua casa, pode levantar a mão? Quantos! Que maravilha! Muito obrigado! (palmas) Quando estas Imagens forem entronizadas pelos vossos Ministros e estiverem a reunir pessoas nas vossas casas, por favor, chamem-me que eu faço questão de ir pessoalmente rezar nas vossas casas, conhecer os vossos frequentadores, os vossos vizinhos, amigos e familiares, transmitir Johrei e fazer reunião. Daí crescerão grandes difusões no futuro. Podem chamar-me que eu vou com muito prazer e alegria.

– Verdadeira Virtude

A experiência do senhor Jaques vem confirmar o Ensinamento de Meishu-Sama deste mês, onde Ele diz assim: “Praticar ações úteis ao próximo e ao mundo torna-se virtude. Somar virtudes significa praticar inúmeras vezes essas ações.” Ser virtuoso não é praticar uma vez ou outra uma boa ação, mas sim praticar inúmeras vezes. “A melhor maneira de cultivar a virtude é ministrar Johrei e conduzir pessoas à Fé Messiânica.” Porquê não existe maior virtude do que ministrar Johrei e conduzir à Fé Messiânica? Meishu-Sama esclarece: “Dar esmolas e fazer caridade é temporário, não é duradouro. Por isso, não há forma melhor de somar virtude do que ingressar na Fé que salva o próximo para sempre.” A pessoa está com fome e dá-se um prato de comida, daí a poucas horas está com fome de novo. Então tem de se dar outro prato de comida. E daí a algumas horas está com fome de novo. E dá-se outro prato de comida. E amanhã ela vai estar com mais fome ainda e vai ter que se lhe dar outro prato de comida e assim vamos acabar por ter que abrir um restaurante! (risos) Porque ela estará sempre com fome! Qual é a causa da sua pobreza? São as máculas espirituais, criadas pelo mau uso do dinheiro, que existem no espírito dela e dos seus antepassados, que originam esse sofrimento. Quando é encaminhada para Fé Messiânica, recebe Johrei e pratica virtudes, ela queima essas máculas e elimina a causa espiritual desse sofrimento. Então ela torna-se próspera e nunca mais passará por estas privações. Inúmeras experiências de fé, em todo mundo, demonstram esta Verdade. Dar apenas a comida para quem tem fome é como “dar o peixe”, mas encaminha-lo para a Fé Messiânica é “ensiná-lo a pescar”. As pessoas que estão acostumadas com a nossa caridade, no dia em que não damos, elas falam mal de nós e são ingratos, criando assim ainda mais nuvens espirituais negativas, para elas e para nós que a acomodamos naquela situação, como nossos dependentes! Por isso, a “ajuda” Messiânica é a de eliminar as causas, no espírito, através da prática da fé: Johrei e prática dos Ensinamentos que vão ensinar a pessoa a tornar-se virtuosa. A partir daí, a Luz proveniente da gratidão de um grande número de pessoas, que ela fará feliz, tornar-se-á um nutriente fortalecedor do seu espírito. A Luz da Gratidão das pessoas que nós salvamos é que vai iluminar e fortalecer o nosso espírito.

Não tem como tornarmo-nos felizes sem receber a Luz da Gratidão de muitas pessoas.

Para concluir, Meishu-Sama afirma: “Se o espírito se fortalece, a sua Luz aumenta e consequentemente sobe ao nível superior do Mundo Espiritual. Ao mesmo tempo, consequentemente os bons acontecimentos aumentam”.

Esse é o segredo da felicidade!

Ministrar Johrei, encaminhar para a Igreja e ensinar, através do nosso exemplo, a pessoa a tornar-se virtuosa. Assim, ela tornando-se virtuosa, faz muitas pessoas felizes, torna-se feliz, agradece a Deus a nossa existência, a Luz da sua gratidão eleva o nosso espírito e nós também tornamo-nos felizes.

Aqui temos, em poucas palavras, o resumo da Salvação Messiânica. Quem entende e pratica esta Verdade, como o senhor Jaques fez, resolve os seus problemas e se torna feliz. Quem não quer entender e fica só a chorar as próprias mágoas, sentindo-se vítima, apegado no próprio sofrimento, querendo que os outros resolvam os seus problemas e não fazem nada pela felicidade de ninguém, consequentemente não melhoram e se tornarão cada vez mais infelizes.

Mas como nós queremos ser felizes, vamos seguir o exemplo do senhor Jaques e crescer como ele.

Muito obrigado e um bom mês a todos!