Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Julho 2019

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – JULHO 2019

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Gostaria de iniciar as minhas palavras agradecendo, do fundo do coração, a vossa sincera dedicação que nos permite expandir, cada vez mais, a Obra Divina de Salvação de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal! É sempre uma alegria poder reencontrar com todos os senhores! Muito obrigado! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão? Sejam muito bem-vindos e que essa seja a primeira de muitas outras visitas! (Palmas)

Estamos também a receber membros das seguintes Unidades Religiosas: Margem Sul, Amadora e Sintra, Oeiras-Cascais, Lisboa, Ribatejo, Amarante, Braga, Porto, Gaia, Aveiro e Coimbra! (Palmas)

Do exterior, temos membros do Brasil e da Noruega estamos a receber o casal Munir e Masako Halti, com seus lindos filhos Amir e Sofie, estão acompanhados pela professora Junko Okai; são família do professor Okai. (Palmas) Da Suíça, estamos a receber a Rafaela e a Manuela, filhas do casal João Santos e Ana Paula. (Palmas) Sejam todos bem-vindos!

No mês passado, como tinha sido comunicado, fizemos uma peregrinação dos ministros integrantes de Portugal aos Solos Sagrados do Japão, onde tivemos maravilhosas oportunidades, como por exemplo, ter participado do Culto do Paraíso Terrestre no Templo Messiânico de Atami, com a nave repleta! Do exterior tinham 71 membros de 9 países; foi uma cerimônia maravilhosa, com muita vibração espiritual, alegria e harmonia!

Durante essa peregrinação, nos 3 Solos Sagrados, podemos dedicar e orar pela felicidade de todos os senhores, para que tenham a permissão de cumprir as vossas missões! (Palmas)

Outro ponto alto da nossa peregrinação, foi no Solo Sagrado de Hakone, termos tido a permissão de, por um dia inteiro, conviver, ser orientados, poder fazer perguntas e ter respostas do Conselheiro da nossa Igreja Rev. Nakai, que dedicou ao lado de Meishu-Sama por muitos anos! Posso dizer, que ele é a história viva da nossa Igreja! Essa permissão que tivemos de, junto com ele um dia inteiro, nos mostrando pessoalmente os locais onde Meishu-Sama dedicava, como é que desenvolvia as Suas atividades, enfim, foi maravilhoso! Tenham certeza, que todos os senhores estavam presentes nos nossos corações e desejo que possam um dia ter também essa permissão de ir aos Solos Sagrados e sentir o que sentimos.

Por falar em Japão, estão encerradas as inscrições para a Caravana do Culto aos Antepassados com 33 participantes de 5 países da Europa. Quem daqui vai? Pode levantar a mão, por favor? Muitos representantes estão aqui presentes. Quem daqui não vai agora, mas vai na próxima caravana, pode levantar a mão? Todo o mundo! (Risos) Estou a brincar, mas a coisa mais importante é compartilhar com Deus, desde já, o nosso desejo sincero de queremos encontrar com Meishu-Sama e com os nossos Antepassados nos Solos Sagrados. Desde já começar a nos preparar para isto, não deixando para a última hora e depois dizer que não vou porque não tenho condições, sendo que na verdade não se esforçou com antecedência.

Também gostaria de agradecer, mais uma vez, à equipa do Boletim, que no mês passado saiu com o áudio do Ensinamento, Experiência de fé e palestra. Gostaram? (Sim!) Muitas pessoas agradeceram porque puderam durante o dia a dia colocar o áudio, enquanto preparavam o jantar, outros enquanto conduziam para o trabalho, a viajar, etc. Quero agradecer em nome de todos, mais uma vez a equipa do nosso do Boletim, por essa incansável dedicação e grande iniciativa! Muito obrigado! (Palmas)

No Culto do Paraíso Terrestre, Solo Sagrado de Atami, em que estávamos presentes, foi lido o Ensinamento “Paraíso Terrestre” e num trecho, Meishu-Sama nos orienta:

“Todos aqueles que ingressam em nossa Igreja e seguem os seus Ensinamentos, para a sua própria surpresa, vão sendo purificados espiritual e fisicamente, libertam-se pouco a pouco da pobreza e tomam aversão aos conflitos. Há inúmeras experiências de fé provando que a maioria dos fiéis, com o correr dos anos, goza de crescente felicidade.”

O nosso presidente sobre esse Ensinamento nos orientou que esse conceito de Paraíso Terrestre para Meishu-Sama não é uma utopia, era algo real, um facto objetivo, e Ele trabalhava concretamente para a sua realização! Meishu-Sama também desejava que todos os membros compartilhassem com Ele esse mesmo sentimento, pois foi para isso que o Homem nasceu sobre a Terra: participar na construção do Paraíso Terrestre.

Para que o ser humano se torne habitante do Paraíso Terrestre, nesse Ensinamento, Deus coloca duas condições.

A primeira é: Seguir, praticar os Seus Ensinamentos revelados a Meishu-Sama. Conforme a nossa busca e prática desses Ensinamentos, iremos realizando o Paraíso Terrestre ao nosso redor, na nossa família, no ambiente de trabalho, estudo e na sociedade.

Os Ensinamentos são o guia comportamental do habitante do Paraíso. Desejar ser habitante do Paraíso com pensamentos, palavras e ações que destoam do mundo de Verdade, Bem e Belo é impossível!

Buscar essa qualificação em primeiro lugar é: Conhecer profundamente os Ensinamentos e colocá-los em prática; por mais que você estude e conheça, mas na hora de praticar, o teu ego é que comanda, você não vai construir um Paraíso, você vai construir a tua “Egolândia” (Risos) onde você faz o que quer, do jeito que quer, não é assim? (Sim)

A segunda é: A purificação espiritual e física. Para ser habitante do Paraíso temos que nos purificar, espiritual e materialmente. Espiritualmente, das máculas espirituais e fisicamente das toxinas físicas. Só que, quando se fala de purificação, muitas vezes essa se relaciona com sofrimento. Existem formas suaves de purificação, como o Johrei, a apreciação do Belo de alto nível e a prática de virtudes, mas Meishu-Sama ensina que, quando não nos purificamos dessa forma mais subtil, mais suave, as máculas vão se acumulando e aí desencadeia-se um processo de purificação, que vem através de doenças, conflitos e miséria.

Quando esses processos purificadores são breves e suportáveis, são mais fáceis, mas, quando por algum motivo, esses processos são longos e especialmente quando são dolorosos, fica muito difícil de conseguir agradecer e manter a Fé constante. A pessoa chega ao desespero e, muitas vezes, perde a esperança.

Contudo, nós que somos messiânicos, temos a graça de ter o Johrei, que é a uma forma direta de purificação através da canalização da Luz de Deus e também temos a prática do altruísmo em que vamos acumulando virtudes.

O importante também, é não sofrer sozinho, não se isolar no momento da dor; é pedir socorro, pedir ajuda. Compartilhar os seus sofrimentos com os seus colegas de Fé, para que receba o apoio necessário naquele momento crítico. Infelizmente, muitas vezes acontece, que a pessoa no momento do desespero se afasta.

Já me aconteceu, algumas vezes, ao encontrar pessoas que não via há algum tempo, perguntar: “Porque a senhora não veio mais?” Elas responderam: “Ah, não fui mais porque estava a sofrer muito!” – “Para mim esta é uma contradição! No momento em que você estava a sofrer muito é que mais deveria buscar Deus e Meishu-Sama!” – “Mas, agora estou melhor, vou voltar…”. Eu fico sem saber o que dizer! (Risos) É no momento do sofrimento que devemos nos agarrar ainda mais fortemente em Deus e Meishu-Sama.

Nessa mesma ocasião, o nosso Presidente nos orientou também, sobre uma máxima de um antigo Reverendo pioneiro da Igreja no Japão: “Acima do bronze a prata, acima da prata o ouro”. O que ele queria dizer com isso?

Que os servidores de Meishu-Sama, não são todos iguais. Tem os que servem com o sentimento do bronze, tem os que servem com o sentimento de prata e tem quem serve com o sentimento de ouro.

Para ele, o que os qualificava como bronze, prata ou ouro? Ele dizia que bronze, eram aquelas pessoas que só dedicavam, só prestavam assistência religiosa, só faziam gratidão, só estudavam Ensinamento, se lhes fosse pedido muitas vezes. Depois de pedir inúmeras vezes, insistentemente, só aí fazia. Prata, eram pessoas que bastava pedir-se uma única vez mas, mesmo assim, tinha que ser solicitado. Ouro, eram aquelas pessoas a quem não precisava pedir nada; elas vendo que algo que fosse necessário, qualquer coisa, estavam sempre procurando e se oferecendo espontaneamente para fazer o que fosse preciso na Obra Divina. Buscavam sempre: “O que eu posso fazer para melhorar a nossa Igreja? O que eu posso fazer para ver essa pessoa feliz?” Etc… Sempre buscando, sem que ninguém pedisse.

Segundo ele, essa classificação, determinava o grau de felicidade que a pessoa iria alcançar ou não na sua vida! Todos desejam ser felizes, todos desejam através da prática da Fé receber Luz, receber força, superar os problemas, superar as dificuldades, todos! Mesmo nós, não estaríamos aqui hoje, se não tivéssemos esse desejo.

No entanto, a grande pergunta que cada um tem que fazer objetivamente a si mesmo é: “O que eu sou? Bronze, prata ou ouro?”

Existem muitas máculas no nosso espírito e fazendo uma relação desta orientação com o Ensinamento de hoje, para sermos felizes precisamos elevar o nível do nosso Yukon. Mas, para elevar o nível do nosso Yukon é preciso eliminar as máculas. Mesmo que racionalmente reconheçamos ser bronze e desejemos nos tornar ouro, não vamos fazer essa passagem se não conseguimos eliminar estas máculas. São estas que nos impedem, que turvam a nossa mente, o nosso coração, nublam os nossos espíritos e não nos permitem fazer essa evolução.

Porque, se os senhores fizerem caso, muitas vezes até nos vêm em mente um desejo: “Acho que vou fazer aquela dedicação…”, depois logo vem: “Ah! Deixa isso para lá, não te mete nisso…” (o negativo) “Ah não, lá tem a fulana, com ela não quero dedicar…” Já começa a turbar, não é assim? (Sim) Acontece com todo mundo!

Por que isso acontece? São as máculas que turvam! Pela quantidade de máculas, cria um campo propício para atuação do mal, dos espíritos de baixo nível, que estão se apoiando naquelas máculas, se escondem na parte obscura do nosso espírito e conseguem penetrar nos influenciando negativamente. Assim, para conseguir subir de nível de bronze para prata e de prata para outro, só purificando. Não basta só desejar, tem que se purificar.

Mas além também do bronze, prata e ouro, abaixo tem o cobre que nem bronze consegue ser! No Japão ele disse que tem um ditado: “Que quem é cobre sempre será cobre, por mais que se cobre” (Risos) Mas, isso é o pensamento materialista da sociedade, é um dito popular. Nós nunca podemos pensar que alguém é cobre e que porque é cobre nunca vai deixar de ser cobre, por mais que se cobre. Nós não podemos matar a esperança de que o cobre se torne bronze e que o bronze se torne prata e que a prata se transforme em ouro.

Pensando bem, nós mesmos quando conhecemos a Obra Divina, quando começamos a dedicar, não começamos já como ouro, não foi verdade? (Sim)

Alguém acreditou em nós, nos chamou, nos apoiou, nos estimulou, teve esperança, confiança e com paciência e amor nos foi formando, educando para que hoje pudéssemos estar um pouquinho melhor de quando chegamos. Tudo isso precisamos buscar desenvolver pelos outros. “Ah, fulano, é preciso pedir mil vezes para que ele faça, então ele é bronze!” O que fazer para que ele se torne prata? “Mas ele não consegue ser prata porque tem muitas máculas…” Então, em vez de o criticar por ele ser bronze, vou transmitir-lhe Johrei, para queimar as nuvens espirituais, que estão a pesar no seu espírito no nível bronze, para que ele se purificando, se torne prata, alguém a quem só peço uma vez e ele faz.

Connosco mesmo devemos fazer a mesma autoanálise: O que é que eu sou? Eu chego à Igreja já perguntando o que tem para ser feito? Ou fico passivamente à espera de que o ministro ou alguém me venha pedir? “Olha, por favor, a senhora pode lavar a casa de banho?” – “Vou sim” e vai, mas teve que se pedir… Devemos desenvolver esta visão com espírito de busca do que pode ser melhorado e nos oferecer espontaneamente para melhorar; não é desenvolver a visão do espírito de busca para dizer aos outros o que fazerem. “Oh, fulana, isto não está bem! Isto não pode continuar assim!” Só vai criar conflito: Cada um tem que criar essa visão para si mesmo, caso contrário vai tornar-se cobre! (Risos)

Quando se fala em bronze, prata e ouro, pensamos logo nos Jogos Olímpicos, não é? (Sim) Só que se fizermos uma análise mais profunda, qualquer atleta que numa competição, ganhou uma medalha de bronze, para nos jogos seguintes ele se tornar medalha de prata, ou quem sabe de ouro, desejo de todos, têm que treinar muito e fazer muitos sacrifícios! Não sei se algum de vocês conhece um atleta desse nível, mas a vida deles é de grande sacrifício; têm que comer a horas certas; não podem comer isto ou aquilo; não podem beber o que querem; não podem sair até tarde; é uma vida muito sacrificada. Tudo isso, às vezes para melhorar um milésimo de segundo. Se vermos os recordes que vão sendo batidos, é uma coisa assustadora, porque são frações de segundo do primeiro para o segundo lugar; só que aquele milésimo de segundo que ele conseguiu para chegar ao ouro, foi baseado em muito sacrifício e muito esforço.

Eu estou a querer dizer que, estando acomodados, fazendo o mínimo indispensável, não nos tornaremos medalha de ouro para Meishu-Sama. Não vamos conseguir isso, permanecendo na nossa zona de conforto. Vamos ter que superar as nossas limitações, a nossa preguiça, os nossos apegos, etc…

Vendo sob essa ótica, dá para perceber o porquê esse antigo Reverendo pioneiro do Japão, conseguiu formar tantos, Chefes de Igreja, ministros, missionários e membros. Ele dedicava com esse sentimento, de cada um se esforçar para crescer e ir formando pessoas com esse mesmo espírito; não tinha acomodação: “Já faço a minha dedicação semanal, já tenho o meu “plantãozinho”, já está bom!” Não! Sempre procurando melhorar! Crescer!

Isso gerava felicidade, porque esse esforço leva-nos a níveis superiores do Mundo Espiritual e nos níveis superiores do Mundo Espiritual é onde se encontram a saúde, a paz e a prosperidade. A acomodação deixa-nos estagnados nos níveis médio e inferior, onde tem dois ou os três destes sofrimentos: miséria, doença e conflito. É maravilhosa esta orientação, se cada um a colocar em prática consigo mesmo.

Desistam da ideia de querer transformar alguém de bronze em prata, pois vão conseguir gerar um grande conflito… Chegar a casa e dizer: “Oh marido, ouvi no Culto que você é bronze e precisa se tornar prata!” Pronto, acabou! Já deu confusão… (Risos) Como é que eu vou torná-lo prata? Quando você começar a subir para o ouro, através dos elos espirituais, automaticamente você vai puxando para cima quem está ligado a você, através do exemplo. Isso não é coisa que conseguimos através das palavras, mas sim do exemplo.

Mesmo quando nos tornamos ouro, este não é todo igual! No ouro, existem vários quilates, várias graduações.

Portanto, não basta ser ouro. Qual é o quilate mais elevado? O que tem mais pureza! Na prata também, quanto mais pura for, menos impurezas, mais valiosa é. Portanto, mesmo aquele nível, contém vários subníveis. Mas o que gera crescimento? A busca interior! O desejo sincero de querer sempre melhorar!

Isso vai-nos qualificando como melhores instrumentos para sermos utilizados por Deus e Meishu-Sama e aí as graças se tornam naturais, quer nas nossas vidas, quer na vida daqueles que nos rodeiam.

Hoje, ouvimos uma maravilhosa experiência de Fé do jovem Ivan Bergamo, que muito nos emocionou e divertiu com a história do gato! (Risos) Quando ouvimos pela primeira vez na reunião de ministros, rimos muito (no bom sentido) de como é que o amor dele, de querer salvar o irmão e a família, deu-lhe essa inspiração, de utilizar o gato. Mas de onde nasceu a salvação do irmão? Dele não ter matado no seu Sonen o irmão e a família. Às vezes, no nosso Sonen, nós descartamos as pessoas: “Ui, meu irmão não tem jeito…. Cabeça dura!” “Não vem porque não tem permissão…” o que também não deixa de ser verdade, em parte… Nós também através do nosso amor, do nosso sentimento, orações e dedicação, podemos criar permissão para as outras pessoas.

Até que um dia, ele lendo no grupo de WhatsApp da família, descobriu que o gato tinha partido a pata e teve a brilhante ideia de lhe transmitir Johrei. Eu achei magnífico, porque ele não colocou dificuldades à atuação de Deus; até utilizou o gato para isso e propôs à mãe ir lá transmitir Johrei. A mãe, talvez por amor maternal, aceitou a proposta “maluca” do filho. (Risos) A mãe, que é o amor Kannon, que não julga, que não coloca limites nem barreiras, foi dar assistência para o gato. Ela foi e a cunhada, que parece que era a pessoa mais resistente ao Johrei dentro da família, veio pedir-lhe Johrei! Isso é que foi o milagre! A Luz foi entrando na casa, porque ela transmitia ao gato, mas irradiava para a família toda.

Quando transmitimos Johrei a uma pessoa, não só ela, mas todo o ambiente é iluminado! É algo muito potente, só que como não vemos, muitas vezes subestimamos a potência do Johrei. Já me aconteceu uma vez, estava transmitindo Johrei numa pessoa que tinha sido trazida por uma outra, que não acreditava em Deus, mas ficou na mesma sala, à espera. Durante o Johrei, ela, que estava perto, começou a sentir calor, a suar e perguntou o que estava a acontecer. Como ela estava na mesma sala, também estava a receber o Johrei; ela ficou tão maravilhada com isso, que quando a amiga acabou de receber, ela também quis recebê-lo. Ela disse até: “Isso existe, tem força mesmo!”

Todo o ambiente fica iluminado, mas eu gostaria também de ressaltar que o Ivan, quando vem dedicar na Sede Central, buscando servir a Meishu-Sama, ele vai ali na frente da Igreja, no mato do terreno abandonado e quer esteja frio ou calor, ele vai lá e corta as plantas que crescem ali, para podermos usufruir da maravilhosa vista da Sede Central. Essa é uma dedicação muito difícil! Aquele terreno é em declive e está cheio de depósitos de lixo que as pessoas atiram e ele vai lá todos os meses para “limpar” a vista que se vê daqui e vai espontaneamente, sem que ninguém lhe peça…

Teve uma vez que até fiquei preocupado, em que estava frio, a chover muito e ele estava de t-shirt, com um gorro vermelho, lá em baixo no meio do mato, que cheguei a pensar que os vizinhos iam chamar a polícia… (Risos) Mas é o amor dele por Meishu-Sama e por todos nós, porque se não se cortarem aquelas plantas, daqui a pouco tempo, não se vai ver a vista do rio Mondego e da cidade. (Palmas) É esse amor, de querer fazer as coisas sem se pedir, que depois vai somando méritos e propicia receber a graça do irmão e da família serem encaminhados.

Conseguiu ainda um outro milagre, de numa empresa que tem um regulamento interno que, quem não tem dois anos de casa não pode ser promovido. No entanto, com a sua postura de ser otimista e altruísta, tocou o coração da chefe, que o defendeu perante toda a direção da empresa, dizendo que, apesar de só ter um ano de casa, merece ser promovido.

Esses resultados, com um comportamento de bronze ou prata, não se conseguem, isso é fruto de uma prática de ouro, com muito Makoto, na família, no trabalho, na sociedade, na Igreja, na assistência religiosa, faz gratidão, faz plantão, enfim, está sempre à procura de servir! Classificou-se como medalha de ouro de Meishu-Sama! Só tem agora que buscar se tornar ouro de 24 quilates.

Encerro a minhas palavras perguntando: Vamo-nos tornar medalha de ouro de Meishu-Sama? (Vamos!)

Um bom mês a todos e muito obrigado!

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