Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Julho 2018

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – Julho 2018

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Gostaria de iniciar minhas palavras, agradecendo do fundo do coração, a vossa sincera dedicação que nos permite expandir cada vez mais a Obra Divina de Salvação de Deus e Meishu-Sama. Muito obrigado!

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão?

Ninguém! Todos já vieram várias vezes! (Risos) Sejam todos bem-vindos! (Palmas)

Estamos a receber membros das Unidades Religiosas do Algarve, Margem Sul, Lisboa, Oeiras-Cascais, Amadora e Sintra, Amarante, Lixa, Braga, Porto, Gaia, Aveiro e Coimbra. Sejam todos muito bem-vindos! (Palmas)

De ontem para hoje, dormiram nos novos alojamentos da Sede Central 21 pessoas! (Palmas) Quase lotação completa! Porque o nosso objetivo é que todos os meses, os 24 lugares fiquem completos, de modo que possam vir receber Luz, forças, ficar “de molho” na Luz da Sede Central, para dissolver bem as máculas.

Quem dormiu de ontem para hoje pode levantar a mão?

Gostaram? (Sim!) Sejam sempre bem-vindos!

Quem gostou tragam outros: “Olha, vamos dormir lá que é muito bom, fica-se relaxado!”. Fica mesmo, não é? (Sim) Lógico! O objetivo é que a Sede Central não seja um lugar onde chegamos a correr, assistimos ao Culto e vamos embora com pressa. Seja um lugar para receber Luz, força, energia espiritual, sabedoria e aprimoramentos.

O Ensinamento de hoje, “Leiam os Ensinamentos de Deus” É um pouco diferente daquele outro “Leiam o máximo possível os meus Ensinamentos”. Meishu-Sama nos orienta, sobre a importância de não negligenciar a leitura dos Ensinamentos e a sua necessária compreensão. Porque quem negligencia e leitura dos Ensinamentos, perde a ligação com a energia espiritual da Igreja Messiânica Mundial. Já tinham pensado nisso?

Talvez até sentiram que “quanto menos eu leio os Ensinamentos, mais eu enfraqueço, vou perdendo o contato com a energia espiritual”. Quando começa a ler o Ensinamento sente o seu espírito renovado. É uma coisa maravilhosa. Mais adiante diz assim: “A firmeza da sua fé dependerá do quanto mais se aproximar dos Ensinamentos, pois assim, passará a lê-los cada vez mais, como uma pessoa ávida de crescente entendimento”.

Quanto mais lê, mais vai ter vontade de ler, só que no ler, também é importante ler todos os Ensinamentos. Especialmente aqueles que têm pontos que a gente não gosta. Não sei se com vocês acontece isso, acontece? (Sim) (Risos) Começa a ler o Ensinamento, que é aquele que bota o “dedo na ferida”, mexe no ego: “Não, esse não! Prefiro aquele outro mais bonzinho, “O sabor da Fé”. (Risos)

Acontece também: “Esse é muito comprido, tem muitas páginas”. É melhor o Ensinamento “Sinceridade”, porque são só sete linhas! (Risos)

Não é ler com comodismo, preguiça ou com o ego. É ler com a “fome” espiritual de “mastigar” bem, “engolir” e fazer o Ensinamento se tornar seu. Meishu-Sama diz: “É bom ler repetidas vezes, pois o que está escrito, pouco a pouco, fará parte do seu ser”.

É como a comida. Mastiga, engole, o seu corpo digere e depois aquilo se transforma em células e sangue, etc. Deixa de ser comida e passa a ser você. O Ensinamento é a mesma coisa. Tem que ser lido, relido, mastigado, engolido e digerido. Às vezes engole, mas volta e você engole de novo. Tem Ensinamento que é duro, severo. Mexe com o nosso ego. Não é assim? (Sim) Até que aquilo vai sendo assimilado pelo seu espírito e pouco a pouco, se torna você. Sem perceber, vai praticando.

Foi o que aconteceu com a nossa querida Cátia Sumalgy, que quando começou a fazer a lista dos 100 pontos a mudar, só achou quatro pontos. Meia santinha! (Risos) Só quatro! Mas depois esforçou-se e conseguiu quinze! (Risos) Não importa quantos achou. Importa que pediu orientação ao Ministro, que lhe deu Ensinamentos precisos, focados para a sua necessidade. Conforme ela foi praticando, factos (que se pode dizer misteriosos) na sua família começaram a acontecer. O irmão despertou para se interessar pelos problemas da família e os pais ficaram mais harmonizados. Ela entendeu logo, que isso era decorrência da sua mudança interior. Muitas vezes achamos que: “Ah, o irmão é assim, ele é que tem que mudar. O irmão não tem jeito, ele é materialista, ele não vai mudar nunca…”

Não acreditamos que a nossa mudança, a nossa evolução vai mudar o irmão, vai mudar o pai… Isso é a consciência materialista que está dentro do nosso ego, que nos faz pensar com “a matéria precede o espírito”. Quando você passa a ler os Ensinamentos, passa a ter uma visão de que “o espírito precede a matéria”, que é a visão de Meishu-Sama. Que é uma visão completamente diferente do mundo material, da cultura materialista. Mas só quem pratica vê. Não só leu os Ensinamentos, mas começou a colocar em prática, que é o mais difícil.

Este é o Culto de Jovens. Ouvir uma experiência de Fé de um jovem que já entendeu que praticando os Ensinamentos, pode mudar o seu destino e da sua família, é uma coisa maravilhosa!

Pegando essa linha de prática de Fé, com a sua mudança interior, vai mudar a sua vida futura. Mudar quem tem elo espiritual consigo, seu casamento, sua relação com o futuro marido, com os futuros filhos, com a família, etc… Porque já entendeu que ela é que precisa mudar.

Muita gente vem na Igreja dedicar para que o outro mude: “Ah, vim dedicar para ver se o meu marido pára de beber”. “Vou na Igreja dedicar para ver se ele deixa a amante”. “Estou a dedicar para ver se o meu patrão me dá um aumento no salário”. Vem dedicar para os outros mudarem, porque ele já é perfeito. (Risos) Os seus problemas são os outros. Isso é a fase infantil da Fé.

A fase adulta de Fé é aquela que ela diz: “Desenvolver uma segunda pessoa que a analise e critique”, mostrando os pontos que ela mesmo precisa mudar. Essa é a fase adulta da Fé.

Ontem, no aprimoramento que fizemos para jovens, estavam presentes jovens de pouca idade, de média idade e de grande idade. Ou seja, tinha jovens de todas as idades! (Risos)

Porque é que tinha jovens de todas as idades? Porque jovem não é uma questão cronológica, é uma questão de espírito!

Você vê que uma pessoa é jovem, quando ela fala com o verbo no futuro: “Eu vou estudar… eu vou-me formar… um dia eu vou-me casar… depois vou viajar…”.

Quando é que você vê que uma pessoa é velha? Quando ela fala tudo no passado: “Eu já estudei… já me formei… já trabalhei… já criei os filhos…”. Ela não tem nenhum desejo futuro. Ela acha que já fez de tudo. Está quase só à espera que a morte um dia chegue. E vai chegar! (Risos) Só que até ao dia em que a morte chegar, é bom ser jovem. Ter projetos e sonhos!

A caraterística do jovem é isso, ele sonha: sonha encontrar com um jogador de futebol para receber um autógrafo, sonha tirar uma selfie com o seu cantor preferido, de conseguir aquela namorada ou aquele namorado, conseguir estudar no estrangeiro, os jovens têm muitos sonhos. Muitas vezes os jovens com esses sonhos, quando falam com pessoas velhas de espírito, estas desmotivam logo: “Tira isso da cabeça! Que disparate! Como é que tu estás a pensar uma coisa dessas? Isso nunca vai acontecer!” Tira a esperança do jovem.

A primeira coisa para se manter jovem é isso: estar sempre a sonhar em realizar algo, em crescer, se qualificar, em estudar. Conheço pessoas de idade, que após a reforma, foram para a universidade estudar. Isso é admirável. Porque era jovem de espírito, tinha sonhos, desejos, queria se aperfeiçoar, fazer um curso, aprender novas línguas. Esse desejo de querer sempre melhorar, progredir, qualificar-se, seguindo o exemplo da Natureza que está sempre crescer. Mesmo uma erva daninha no campo, está sempre a crescer. Mesmo que se corte, ela cresce novamente. É a força da natureza!

Quem está em sintonia com Deus e com a natureza está sempre a querer crescer, a desafiar-se. Nós, às vezes, levamos uma machadada “Ah, não vou mais, ah essa doeu muito!”. Desiste, não é? (Sim) O ser humano não aprende com a natureza.

Ser jovem, a primeira coisa é isso: querer crescer, qualificar-se, melhorar em todos os aspetos, inclusive o espiritual. “Eu tenho essa missão. Como é que eu posso melhorar essa missão? Como é que eu posso mais me qualificar para cumprir essa missão? Eu moro nesse bairro que não tem ninguém membro aqui perto. Como é que eu posso expandir a Igreja aqui em torno, formar um Núcleo de Johrei? Como é que eu tenho que fazer?” Pede orientação ao Ministro: “Que Ensinamentos eu tenho que ler para praticar e ter essa força espiritual para expandir?” A primeira coisa é isso: ter grandes objetivos e grandes sonhos. E a segunda, não menos importante é entender que quando tiver um grande sonho e objetivo para atingi-lo, Deus vai-te dar grandes aprimoramentos! (Risos)

As pessoas têm uma ilusão de que, quando cria um grande sonho, seja ele material ou espiritual, que a coisa vai ser lisa como o óleo. Não vai ter nenhuma dificuldade, nenhuma barreira, não vai ter nenhum contratempo. Isso é infantilidade e só acontece nas publicidades na televisão.

Já viram publicidade de televisão, de carro novo? Como é que é o carro? Bonito! Quem o conduz também é todo bem-parecido, a mulher que está do lado, como ela é? Maravilhosa! (Risos) Atrás tem dois filhinhos que são? Bonitos, quietinhos e educados, ali comportadinhos e o cachorrinho de raça todo peludinho, não é? (Sim) (Risos) E como é que é a estrada? Parece um tapetinho. E o ambiente à volta? Maravilhoso, na beira duma praia, ou na montanha…

No final o que acontece? O indivíduo compra aquele carro! Quando ele compra, olha-se no espelho e não é o mesmo da publicidade…(Risos) Olha para o lado, já não é aquela maravilha da publicidade… (Risos) Olha pra trás, os filhos brigando… Olha o cachorro, cheio de pulgas, coçando as orelhas…(Risos) E a estrada como é que é? Cheia de buracos, no meio dum trânsito, tudo parado, os outros buzinando, xingando… (Risos) A pessoa pensa: “Por que que eu fui comprar esse carro? Não resolveu a minha vida!” Essa é a diferença do ideal para o real.

Quando nós fizermos um grande plano, um grande objetivo na nossa vida, é o ideal. Mas a realização vai ser aonde? No real! Porque o real é assim, para nos aprimorar, para nos fazer crescer. Como aquele carro, daquele jeito perfeito, ninguém cresce. Temos muitas máculas e temos que resgatar muitas coisas. Quanto mais mácula tiver, mais buraco vai ter na estrada.

Esse grande ideal, que é o ideal da juventude, tem que ser respaldado do entendimento adulto na Fé de que todos os aprimoramentos são dados por Deus para o nosso crescimento. Quanto mais tivermos que crescer, mais adversas vão ser as situações. Se você entender isso, na busca da realização do seu sonho, quanto mais problemas, dificuldades, barreiras, impedimentos aparecerem, mais Deus está te amando.

Eu lembro sempre, quando jovem, no início da minha carreira, enfrentei muitas dificuldades, passei por situações difíceis e o Reverendíssimo Watanabe sempre me dizia: “Carlão, a criança para sair do berço tem que crescer!” Quando ele falava isso, parecia que vinha uma punhalada no meu coração.

Eu queria que ele, como Presidente, resolvesse certas situações que eu estava a passar. Para ele, bastava dar uma ordem e em um segundo resolvia minha vida, mas não me facilitava nada. Deixava-me a enfrentar as dificuldades que eu mesmo tinha criado, superando com grande sacrifício. Esse que era o grande amor dele. Não me dava papa molinha. Deixava o osso duro para roer. Com o entendimento de quê? Roendo o osso duro você fica com os dentes fortes e afiados. Quem come papa molinha, o dente vai enfraquecendo e cai.

Esse é o grande amor de quem forma para servir a Deus. Quem forma para servir a si, facilita a vida da pessoa. Só que depois fica uma pessoa fraca que não tem capacidade de enfrentar as dificuldades da vida. Se eu consegui depois enfrentar as dificuldades que se apresentaram ao longo da missão, foi porque ele teve esse grande amor, de me deixar aprimorar, sofrer e crescer para sair dos “berços”.

Há pessoas quem têm o berço do conflito, o berço da doença, o berço do problema econômico, temos vários tipos de berço e existem aqueles que tem até mais de um, não é? (Sim) Mas esses berços são para quê? Não é para ficar indignado com Deus porque eu estou dentro do berço. É para ficar agradecido a Deus porque é esse berço que me dá a consciência do quanto eu tenho que crescer. Se você não tiver consciência disso, vai criar grandes objetivos e vai esmorecer nas primeiras dificuldades. Ao contrário, quem tem essa consciência cria grandes objetivos e não esmorece com as dificuldades.

Esses dois pontos são fundamentais para ser jovem e crescer; ter grande objetivo e saber que na busca de atingir esses objetivos, se Deus te ama, vão aparecer grandes dificuldades, grandes barreiras, grandes impedimentos. Quanto maior for o seu objetivo, maiores serão essas barreiras, essas dificuldades.

Mas a gente, ingenuamente, acha que porque eu fiz um objetivo de servir a Deus, de abrir um Núcleo de Johrei, etc…Então Deus vai resolver tudo!” Não vai! Ele vai treinar-te, como um ferreiro que quer forjar uma espada forte! Primeiro, coloca a espada no fogo, depois na bigorna e senta a marreta tantas vezes que ele desejar para que a espada se torne resistente e afiada! De vez em quando bota na água fria. “Ah, acabou minha purificação…”. Daqui a pouco: “Bum! Recomeça o treinamento.”

É assim… não acaba nunca! Esse é um processo que não vai acabar nunca, porque o amor de Deus para o nosso crescimento é eterno até quando nós retornarmos a Ele e atingirmos o estado de suprema iluminação. Até chegarmos lá, é uma ingenuidade acreditar que vai ser diferente.

Agora nós estamos numa fase, aqui na Sede Central, de receber as empresas que estão a apresentar os seus orçamentos para a reforma da primeira fase, que é a entrada, a nave, a liturgia e as casas de banho que vão dar apoio a nave.

O orçamento está em torno de 300.000,00€. O dinheiro que tínhamos em caixa (deixando um fundo de reserva para uma necessidade) com a reforma desta parte debaixo e os alojamentos, praticamente foi gasto. E só vamos iniciar a futura nave e a toda a entrada, quando tivermos a quantia necessária para saldar o nosso compromisso até ao fim.

Uma firma até perguntou, se não podíamos começar e ir fazendo aos poucos, eu disse: “Não, a gente só dá o passo conforme o tamanho da perna.” Quando tivermos, fazemos, enquanto não tivermos, é sinal que ainda não crescemos o necessário.

A reforma da Sede é a reforma da nossa Fé; se ainda não temos o montante para essa primeira fase, é porque a primeira fase da reforma da nossa Fé, não foi atingida da forma que Meishu-Sama espera que reformulemos dentro de nós.

Temos um terreno em Gondomar, que foi adquirido ao lado do terreno que tinha sido doado pelo Sr. Tiago, lembram-se? (Sim) O do lado, onde tem a ruína, que passa por trás das casas, aquele foi comprado por nós, com projeto de unir ao outro… A partir do momento em que ele pediu a devolução do terreno e que foi devolvido (porque não queremos nada que não seja dado de bom coração) ficamos com a parte que tínhamos comprado, que está agora para venda; o valor daquele terreno é mais ou menos o valor da obra aqui da Sede.

E porque é que estou a dizer isso? Já está à venda há uns meses e ainda nada… Porque o terreno de quem é? De Meishu-Sama, não é nosso! Quando é que Ele vai permitir essa venda? Porque a Ele nada custa… Quando Ele olhar para os nossos corações e vir que a reforma da nossa Fé, merece a reforma da Igreja, Ele vai dizer: “Não, agora não vai ser vendido o terreno, quero que essa primeira fase seja feita com o vosso suor, com a vossa gratidão, com o vosso amor, com o vosso empenho, porque através disso estou permitindo que vocês todos queimem as vossas máculas espirituais e se salvem.”

É uma outra visão e nós não sabemos… O que nós sabemos é que Ele quer que nós cresçamos… Disso, temos a certeza! De uma forma ou de outra, vamos chegar lá, nem que seja colocando de parte mil, dois mil, três mil por mês e daqui a cinquenta anos, fazemos a reforma, não tem problema… Um dia vamos chegar lá! Ou talvez mais rápido…, depende de nós e de mais ninguém…!!!

Nós podemos acabar o Culto de hoje com um sentimento jovem, com um grande objetivo de fazer uma grande reforma na casa de Meishu-Sama, na casa dos Antepassados, através da reforma da nossa Fé; ou podemos sair, em vez de jovem, velho de espírito, pessimista, negativo: “Não vai dar certo, isso está muito caro, nunca mais se vai conseguir fazer”!

Eu quando caminho aqui dentro, quando estou lá em cima nas reuniões com os Ministros, onde vai ser a futura nave, eu fico imaginando, sonhando “vendo”… Vamos levantar o Altar… Imagino os senhores já todos sentados naquela nave bonita, olhando o rio Mondego lá em baixo…Fico “vendo” isso o tempo inteiro…Quando caminho no jardim também; hoje só tem cascalho, mas quando passeio por lá…. “aqui vai ter um corredor, ali vai ter um laguinho com carpas de várias cores, vai ter uma cascatinha, vai ter uma cadeirinha para se sentarem”…

Sonhando, idealizando, com o objetivo de que todas as pessoas que vêm aqui se sintam bem, renovem suas energias e voltem renovadas para as suas missões, para as suas casas, para as suas vidas, mais felizes do que chegaram… Esse foi o conceito de Meishu-Sama na construção dos Solos Sagrados e que está impregnado lá até aos dias de hoje.

Fazendo nosso, esse sentimento de Meishu-Sama, temos de impregnar cada milímetro quadrado desta propriedade, com o sentimento d’Ele, sonhando o que Ele sonhava, que todas as pessoas que aqui viessem, fossem felizes!

Quando hoje eu pergunto: “Então, dormiram aqui? Dormiram bem? Estão bem? Sim, foi maravilhoso!” Entendo que estamos no caminho certo e estamos alcançando o nosso objetivo, que as pessoas que aqui vêm, vão embora mais felizes e mais regenerados espiritualmente do que chegaram; aí cumprimos o objetivo pelo qual Meishu-Sama comprou esta casa.

Já imaginaram quando tivermos o Altar dos Antepassados permanente, para os sufragar diariamente, subir ao Altar, fazer Mitamamigaki junto com os Antepassados? Conseguem imaginar a emoção deles de terem um assentamento permanente, no Altar, aqui em Portugal? Eles estão clamando por isso com todas as suas forças e se nós entrarmos em sintonia com esse desejo deles, Meishu-Sama vai atuar nesse grande sonho.

Tudo o que Meishu-Sama construiu foi na época da guerra… com o Japão destruído; havia falta de gasolina, de ferro, de maquinaria, de tudo; Ele sonhava e Ele construiu naquele período; hoje não há falta de nada… não estamos em guerra, não há falta de comida… Eles tinham falta de comida, uma tigelinha de arroz para ficarem o dia todo com a picareta, quebrando a montanha, quem consegue? A gente senta aqui no refeitório, tem fartura…. Não como isto, não como aquilo, senão vou engordar… Que diferença!

Se com aquelas dificuldades todas, fizeram aquelas coisas maravilhosas, será que nós, membros de hoje, somos menos do que os membros daquela época? Meishu-Sama é o mesmo, até mais forte, mais elevado! Será que nós somos menos do que os membros daquela época que construíram tudo aquilo?

Será que temos menos amor pela Obra Divina do que eles tinham? Eu acho que não! É só uma questão de acreditarmos que somos capazes e que desejamos, com todas as nossas forças, realizar essa vontade de Deus, de Meishu-Sama e dos nossos antepassados aqui em Portugal.

É com essa certeza, com esse espírito jovem, decidido, com essa grande determinação de superar toda e qualquer dificuldade que se apresentar, que vamos embora hoje deste Culto jovem, com o espírito jovem e renovado!

Muito obrigado e um bom mês a todos!

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