Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Julho 2015

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

MIN. CARLOS EDUARDO LUCIOW

JULHO 2015

Bom dia a todos! Os senhores estão todos bem?
(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Inicio as minhas palavras agradecendo a todos os senhores, de coração, pela vossa sincera dedicação, que nos permite expandir a Obra de Salvação de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal. Muito obrigado!

Quem está aqui hoje pela primeira vez? Podem levantar a mão? A senhora? Seja muito bem-vinda! (palmas) É uma honra recebê-la na casa de Meishu-Sama e esperamos que esta seja a primeira de muitas outras visitas. Sinta-se em casa. (Obrigado!).

Também estamos a receber membros que vieram de outras cidades como: Porto, Gaia, Bustos, Aveiro, Coimbra, Amarante e Ribatejo. Sejam todos muito bem-vindos! (palmas)

No fim do mês passado e início deste mês, como faço todos os meses, fiz visitas a casas de membros pioneiros, onde orei nos altares e em alguns lares que não tinham Mitamaya, fui ao cemitério rezar nas campas, agradecendo-lhes a dedicação que tiveram durante a sua passagem pelo Mundo Material e confirmando com eles o nosso sentimento de gratidão pela dedicação e a continuação da dedicação deles no Mundo Espiritual, em comunhão de forças connosco. São sempre momentos muito emocionantes de muitas lembranças, de tantos momentos dedicando juntos. Também é muito gratificante sentir essa união entre o Mundo Material e o Mundo Espiritual e sentir que eles estão a trabalhar connosco.

Também visitei membros de Cascais e da Parede, onde abrimos um novo Núcleo de Johrei e quero desejar a esse novo Núcleo muito sucesso nas suas atividades, que serão lideradas pela Min. Filipa.

Como os senhores sabem, dia 31 de julho partiremos para o Brasil, numa caravana ao Solo Sagrado de Guarapiranga, que contará com a presença de 14 membros de Portugal, 6 da Itália, 4 da Espanha e 2 da Suíça. Um total de 26 membros que estarão no Solo Sagrado a dedicar e a orar por todos os senhores. A participação na caravana não é algo individual, mas sim coletivo. Quem está a peregrinar é um representante de todos e está a levar no coração os irmãos messiânicos que aqui ficam. Espero que, quem não pôde participar desta caravana ao Brasil, já comece a preparar-se, espiritual e materialmente para, no ano que vem, em agosto, irmos ao Solo Sagrado do Japão, participar do Culto de Sufrágio pelos Antepassados. Como ouvi falar que Portugal nunca peregrinou ao Solo Sagrado da Tailândia, vou pedir autorização ao Solo Sagrado do Japão para, no regresso da peregrinação, passarmos pela Tailândia, e também conhecermos o Solo Sagrado; onde já estive e posso assegurar aos senhores que é maravilhoso, como são todos os Solos Sagrados. Será uma oportunidade única para conhecer, numa viagem, quatro Solos Sagrados, três no Japão e um na Tailândia. (palmas) Desde já, peço a todos os senhores que comecem a preparar-se para essa viagem. Onde começa essa preparação? No nosso coração, na nossa oração sincera, pedindo a Deus, Meishu-Sama e aos nossos antepassados, permissão para, representando todos os nossos irmãos de fé, peregrinar ao Solo Sagrado e receber Luz para cumprir a nossa missão. Não pensem materialmente. Existe também a parte material, mas o espírito precede a matéria. Se nós tivermos de Deus, Meishu-Sama e dos nossos antepassados essa permissão, os meios materiais vão chegar até nós de alguma forma. Quem quer ir aos Solos Sagrados do Japão e da Tailândia, no ano que vem, pode levantar a mão? (a maioria levantou) Vamos ter que alugar um avião inteiro só para os messiânicos! (risos) Vamos colocar o Izunomê na cauda do avião… (risos) Estou muito feliz com o vosso Sonen e tenho certeza que faremos uma belíssima caravana!

Quero agradecer também à senhora Maria Isaura Alves Teixeira Lopes que fez a maravilhosa experiência de fé, que estará publicada no nosso Boletim deste mês. Peço depois que leiam e estudem bem essa maravilhosa experiência. É interessante como nas nossas vidas vivemos situações, problemas de conflito, de desafeto, na nossa família, nas nossas relações pessoais, mas não relacionamos esses problemas com os nossos pensamentos e os nossos sentimentos. No pensamento e no sentimento dela, a família dela era uma coisa, a família do marido era outra e não havia mistura de uma com a outra. Ao conversar com o Ministro, veio fora que o “Lopes” não era do marido (que também era Lopes), era do pai dela, que, por coincidência, tinham o mesmo nome e ela não cultuava os antepassados do marido como “os seus” antepassados.

Quando ela reconheceu isso, pediu perdão a Deus e aos antepassados e, com amor, começou a rezar por eles, em apenas um mês o sentimento do marido mudou. Antes era frio, indiferente e passou a ser afetuoso. Deu-lhe até um presente! Isso é um milagre, o marido dar um presente à esposa depois de tantos anos e voltar a ser carinhoso, sem um motivo aparente. Os senhores não acham que um marido mudar o sentimento num só mês é um grande milagre? (sim) Ninguém muda assim facilmente. Com a mulher também. Se a mulher está fria, distante do sentimento do marido, também não fica calorosa e simpática, num mês, sem motivo. Os filhos dela, há seis anos não se falavam e, como mãe, ela sofria. Qualquer mãe sofre ao ver os filhos em conflito. Sem motivo, voltaram a falar-se e estão a encontrar-se normalmente, como se nunca tivessem brigado.

O que é que move o visível? É o invisível Mundo Espiritual. Nós sabemos disso, já assistimos a aulas, lemos Ensinamentos e conhecemos a teoria. Mas na hora de enfrentar e um problema, nós queremos solucionar com o nosso ego, com o nosso intelecto. Queremos impor a razão, ou achamos que a causa está dentro do outro. “Ah, o meu marido é frio porque ele é rude”, “Ah, o meu marido é frio porque ele é ignorante”, “Ele é frio porque deve ter uma outra lá fora e por isso não me dá carinho”. Passam mil coisas pela cabeça da esposa. Mas nunca imagina que dentro do seu próprio coração existe algum desafeto seu, ou pelos seus antepassados, ou por ele mesmo. Não pensa numa causa espiritual. Agora estamos a falar do caso desta senhora em relação ao seu marido e aos seus filhos, mas pode ser um problema em relação ao chefe no trabalho, ao colega de trabalho, ao vizinho… Isso é só um exemplo.

Cada um de nós vive inúmeras situações de saúde, de conflito, económicas e não relacionamos nunca a mudança de um sentimento ou de um pensamento, para resolver o problema, não é verdade? “Ah, não arranjo um trabalho por causa da crise”. Existe crise, mas existe também muita gente a ganhar dinheiro com um bom emprego, não é verdade? Então, nós que praticamos esta fé maravilhosa que nos ensina isso, precisamos aprofundar a prática interior da fé. Porque existe uma prática externa da fé: ir à Igreja, ministrar Johrei, dedicar, limpar, etc… Existe uma prática exterior, física, fora de nós. Mas o verdadeiro campo de atuação da fé tem de ser no nosso coração, nos nossos sentimentos e nos nossos pensamentos. Mas talvez por presunção de achar que já pensamos e sentimos tudo certo, nem mesmo colocamos uma possibilidade de vir a refletir: “Será que não tenho que mudar algo?” Talvez seja uma presunção nossa. Temos uma perceção muito clara dos erros, dos defeitos dos outros, mas dos nossos próprios não temos. E quando descobrimos algo, logo nos justificamos, não é assim? Com os outros, apontamos e somos intransigentes. Connosco, somos condescendentes com os nossos próprios erros. Isso é da natureza humana. Não é esta ou aquela pessoa, somos todos assim!

Estas experiências de fé, chegam até nós para despertar algo que estava adormecido dentro de nós. Deus, Meishu-Sama e os nossos antepassados, através da senhora Maria Isaura Alves Teixeira Lopes, mandaram-nos uma mensagem. Não é uma experiência dela, é uma experiência nossa! Se chegou aos nossos ouvidos, tem a ver com o nosso espírito. Não é dizer “Ela está de parabéns pela graça recebida”. “Nós” estamos de parabéns por termos recebido esse seu exemplo de mudança interior e vamos, como ela, também mudar. Esse é o significado da leitura de experiência de fé.

No caso da senhora da experiência de fé, ela recebeu graças, mas ela “mudou” para receber! Nós queremos receber graças, mas será que que estamos dispostos a mudar, como ela mudou? Ou estamos a querer receber graças, sem mudar? Ou achamos “já estou perfeito, não preciso mudar”? Ela achou o ponto dela, em relação aos antepassados do marido; às vezes, o nosso, é um outro ponto.

Atenção! Não é para agora todo o mundo correr para o Sorei-Saishi e fazer cultos para os antepassados dos maridos. “Agora a solução é essa! O segredo agora é fazer Sorei-Saishi! Vamos lá.” (risos) O Sorei-Saishi ficaria cheio e far-se-iam cultos para “resolver problemas”. Fazer cultos para os antepassados, para resolver problema, não resolve, porque isso não é culto, é comércio. “Vou cultuar-te, antepassado, mas muda o meu marido mal-educado, que está lá em casa”. Desta forma o antepassado não recebe Luz com interesse de troca. Nós quando recebemos algo por interesse, ficamos felizes? Ninguém aceita isso! Eles recebem Luz, quando o nosso amor e dedicação por eles é incondicional. Não existe troca com Deus e com os antepassados. Não é a “forma” da experiência, mas sim o “espírito” da experiência.

Neste Ensinamento de hoje, Meishu-Sama alerta-nos sobre as diversas formas de egoísmo e apego e das consequências negativas dos nossos apegos. Só que muitos dos nossos apegos não os reconhecemos como tal. Nós não achamos que somos apegados. Mas quando é que nós somos apegados? Quando somos possessivos com algo. Possessividade é: “isso é meu”. Da mesma forma que somos apegados à matéria, ao dinheiro, às jóias, ao próprio carro, às roupas, às bolsas, aos sapatos, etc… também somos apegados a determinados defeitos, a determinadas teimosias, a determinados hábitos, que nós achamos certos, mas não são. Individualizar esses apegos, esses hábitos, é o segredo para resolver os problemas e evoluir.

Esses apegos são como um peso muito grande e Meishu-Sama alerta que gera uma nuvem espiritual tão escura e tão densa que nem a Luz de Deus consegue penetrar. Ele dá o exemplo do doente que, com o apego da família, mesmo recebendo Johrei, não melhora. “Ah, o Johrei não funciona”. Funciona maravilhosamente! Mas se existe uma nuvem de apego, a Luz de Deus não consegue penetrar. Pensem quão danoso é o apego que impede até a atuação da Luz de Deus. E quem não tem apego a algo? À vida, ao dinheiro, à casa, ao carro, ao sexo, à posição social, ao título, etc… Todos têm apego a alguma coisa. E há quem tenha apego ao apego. (risos) Não consegue desapegar dele. Tem apego a ser apegado. “Eu nasci assim, vou viver assim, vou morrer assim. Quem quiser gostar de mim tem que gostar como eu sou”. Não existe isso! Vai ficar sozinho!

Todos nós, para evoluirmos, precisamos mudar, melhorar, aperfeiçoar-nos. Mas queremos praticar a fé, ministrar Johrei, fazer cultos, dedicar, fazer donativos, para receber graças, mas não queremos mudar o nosso interior.

Este Ensinamento, vai ser estudado depois nos Johrei Center, com os vossos Ministros, também está no Boletim e peço aos senhores que leiam com autocrítica, como se fosse um “espelho” onde se vão olhar e analisar. “Eu vou estabelecer onde “eu” tenho que mudar”. Não é ler o Ensinamento como se fosse uma “lente de aumento” para ver melhor os defeitos dos outros. “Ah, Meishu-Sama tem razão. O meu marido tem que mudar mesmo!” Eu conheço uma senhora que até deixa o livro de Ensinamento aberto na mesinha de cabeceira do marido para ver se ele lê (risos), mas quanto mais ela faz isso, pior ele fica. Porque Deus fá-lo piorar, para fazer com que ela mude. Ela não entende que o comportamento dele é algo que Deus está a utilizar.

Quando convivemos com o erro de alguém, achamos que aquele erro da pessoa é o diabo que está a usar, mas não é o diabo, é Deus! Como algo para nos alfinetar e, incomodados, mudarmos. Se não nos sentirmos incomodados não vamos mudar. Nós só mudamos quando estamos profundamente incomodados com uma situação ou doloridos com uma doença ou angustiados com uma perda. Quando chega aquela hora do desespero, de não conseguir aguentar mais aquele sofrimento, então mudamos. Como no caso dela, se o marido não estivesse com um comportamento frio e os filhos não estivessem sem se falar, talvez ela não fosse mudar o sentimento em relação aos antepassados do marido, reconhecendo-os como seus antepassados.

É muito interessante o ponto de vista espiritual das coisas. Se não desenvolvermos esse ponto de vista espiritual, vamos sempre continuar a tentar mudar os problemas materiais através de meios materiais. E isso, naturalmente, não resolve.

“Ministro, dedico tanto. Porque não melhora a minha vida?” “Porque está a dedicar fora do ponto vital.”

“Recebo tanto Johrei mas não melhora a minha saúde” “Está a receber com apego.”

“Faço donativo, mas materialmente não arranjo um bom emprego.” “Está a fazer com apego. Desapegue.”

Meishu-Sama nos ensina que atrás de cada problema tem um egoísmo e um apego, que devemos individualizá-los e mudá-los. Mas a pessoa, não acha que “ela” é que não está a praticar corretamente, acha que Deus a esqueceu. “Deus não me está a ver” e no final conclui que “Deus não existe” ou “Deus não é bom nesta religião, vou trocar de religião.” Pode trocar quantas religiões quiser. Se não mudar o sentimento para que esteja de acordo com a vontade de Deus, não vai melhorar nunca!

Recebemos este mês também a tradução oficial da maravilhosa palestra de Kyohu-Sama do Culto do Início da Primavera no Japão. E eu gostaria de ler para os senhores uma parte dessa Palestra. Ele diz assim:

Eu sinto que precisamos seguir os passos de Meishu-Sama, acreditar que o Plano Divino já foi concretizado e servir a Deus com absoluta confiança.
Nossa confiança em Deus não é testada através das grandes coisas. Ao contrário, ela é testada através dos acontecimentos normais do nosso dia-a-dia.
Em nossa vida, temos várias emoções, como ansiedade, raiva, tristeza e alegria, ligadas a assuntos de caráter bem pessoal para nós – assuntos relacionados, particularmente, à saúde, trabalho, família e relacionamentos.
Infelizmente, temos a tendência de tratar esses assuntos como pessoais, particulares, sem qualquer relação com o nobre esforço de construir o paraíso terrestre. Tendemos a tratar desses assuntos como coisas rotineiras, que precisam ser mantidas dentro do nosso próprio coração.
Mas gostaria que os senhores soubessem que é dentro desses assuntos rotineiros e aparentemente sem importância, e através deles, que Deus está fazendo progredir Seu glorioso plano de Criação eterna.
Assuntos particulares e pessoais não são irrelevantes. Eles se relacionam com a salvação da humanidade.
Deus já perdoou todos os nossos pecados – pecados do passado, do presente e do futuro. Ele já trouxe salvação a tudo.
Como estamos ligados ao nome sagrado Messias, que é uno a Meishu-Sama, Deus nos considera como pessoas que estão perdoadas e salvas.
Ao fazer com que nos deparemos com várias dificuldades e problemas em nossas vidas, Deus está tentando nos deixar perceber de quais pecados fomos perdoados e de onde fomos salvos.
Quando aparece uma dificuldade ou problema em nossa vida pessoal, isso é justamente um sinal de que Deus já trouxe seu perdão e salvação para essa situação. Deus não está tentando fazer-nos sofrer com isso, nem julgar-nos nem punir-nos. Deus quer que entendamos que Ele perdoou isso e que Ele perdoou os outros – toda a humanidade – que também se depararam com dificuldades semelhantes. Deus está “pondo um fim” ao nosso modo de vida ignorante.
Deparar-se com um problema é justamente o sinal de que o amor de Deus chegou até nós e a toda a humanidade.
Acredito que precisamos corresponder a esse amor de Deus de forma concreta. E aqui vai minha sugestão para os senhores: quando se depararem com qualquer tipo de dificuldade ou problema em suas vidas pessoais e se sentirem ansiosos em relação a isso, digam, em voz alta ou mentalmente, as seguintes palavras:

Deus, eu agora entendo que isso – esse problema que estou vivenciando – é exatamente a situação da qual toda a humanidade, todos os ancestrais e eu fomos salvos e é exatamente o pecado do qual o Senhor nos perdoou. Junto com toda a humanidade e todos os ancestrais, eu Lhe agradeço em nome do Messias.

Os senhores receberam uma folha hoje, não foi?

Essa folha tem essas palavras que Kyoshu-Sama nos aconselha a dizer, quando estamos a vivenciar um problema. Na parte onde diz: “esse problema que estou vivenciando”, cada um diz o seu. No caso da senhora da experiência “o desamor do meu marido, o conflito dos meus filhos”. Quem está doente diz “esse meu problema do coração…”, quem está desempregado… cada um diz o seu problema, seja ele qual for, naquele momento. Então eu gostaria de repetir junto com os senhores. Vamos dizer juntos? (sim)

Deus, eu agora entendo que isso – esse problema que estou vivenciando – é exatamente a situação da qual toda a humanidade, todos os ancestrais e eu fomos salvos e é exatamente o pecado do qual o Senhor nos perdoou. Junto com toda a humanidade e todos os ancestrais, eu Lhe agradeço em nome do Messias.

Kyoshu-Sama continua:

É por isso que nunca devemos negar e rejeitar o que sentimos e pensamos em nossas mentes. Independentemente de quão negativos ou destrutivos nossos sentimentos e pensamentos possam ser, é Deus quem nos faz senti-los para que possa acolhê-los em Seu paraíso.
Gostaria que os senhores soubessem que entregar tudo o que sentem e pensam nas mãos de Deus através de Meishu-Sama é, por si só, uma forma muito importante de servir na Obra Divina de Meishu-Sama. Na verdade, eu diria que essa é uma forma completamente nova de servir em uma etapa completamente nova da Obra Divina – a segunda etapa do Plano de Criação de Deus.
Se qualquer um dos senhores desejar servir nessa nova etapa da Criação, sugiro que direcione seu coração a Deus falando algo como o seguinte:
Em nome do Messias, que é uno a Meishu-Sama, eu agradeço ao Senhor, Deus, por perdoar todos os meus pecados e todos os pecados da humanidade e por acolher-nos em Seu paraíso. Eu acredito na Sua salvação. Se for Sua vontade, por favor aceite esses sentimentos e pensamentos que vieram à minha mente. Eu agora os entrego ao Senhor através de Meishu-Sama.

Vamos repetir juntos? (sim) Com força!

Em nome do Messias, que é uno a Meishu-Sama, eu agradeço ao Senhor, Deus, por perdoar todos os meus pecados e todos os pecados da humanidade e por acolher-nos em Seu paraíso. Eu acredito na Sua salvação. Se for Sua vontade, por favor aceite esses sentimentos e pensamentos que vieram à minha mente. Eu agora os entrego ao Senhor através de Meishu-Sama.

Eu pedi que fossem impressas essas folhas e distribuídas, para que os senhores coloquem nas bolsas, nas carteiras e as tragam sempre convosco, deixem na mesa do escritório, colem na parede, em casa, esteja ao alcance das mãos para, quando, a qualquer hora e em qualquer momento, dentro do autocarro, etc… vier um pensamento, um sentimento, uma mágoa, um ressentimento, uma lembrança triste, peguem e façam essa entrega conforme Kyoshu-Sama nos orientou. Ele é o representante vivo de Meishu-Sama, portanto isto é orientação de Meishu-Sama. Vamos, obedientemente, praticar!

A orientação vai estar na íntegra no Boletim que levarão para casa, e que será depois estudado com os ministros, mas esta folha, tenham convosco no dia-a-dia. Às vezes não dá jeito andar com todo o Boletim, mas uma folha dobrada no bolso do casaco, no bolso das calças, é fácil. Várias vezes por dia vamos fazê-la, até que se faça naturalmente essa entrega. Pode ser? (Pode) Vamos praticar!

Já estamos em Julho e já passou metade do ano! Assustador, não é? (sim) Parece que foi ontem que estávamos aqui, em Janeiro, “o ano está a iniciar…” e já estamos em Julho. Metade do ano já passou e não volta atrás… O que nós fizemos na primeira metade do ano, foi feito. O que não foi feito, não vamos fazer mais. Então, como não temos como recuperar o tempo perdido na primeira metade do ano, só existe um modo: é programarmos a segunda metade do ano, que já se iniciou, para, em Dezembro, termos um resultado concreto da nossa prática da fé.

Em Dezembro sempre fazemos um relatório para Meishu-Sama, das nossas atividades, da nossa prática da fé, quantas pessoas nós encaminhámos, quantas assistências nós demos, a quantas pessoas nos dedicámos, etc. E como é que está a primeira metade do nosso relatório? Está tranquila? Positiva? Será que se terminasse o ano agora seríamos “promovidos de ano” ou seríamos “reprovados”? Não sei… Cada um sabe de si. Mas, já que não dá para recuperar o tempo perdido, vamos, inteligentemente, programar a segunda metade e fazer um meio-balancete do ano. Não esperar Dezembro para ver que “perdi o ano inteiro”. Vamos fazer um meio-balancete para corrigir a rota.

Como estão a chegar as férias, eu sei que no período de férias todos relaxam, vão para a montanha ou para a praia, descansam, encontram-se com os parentes e amigos, passeiam, há muito calor e não se tem vontade de fazer nada, mas gostaria de lembrar a todos que a alma, não sai de férias. O corpo pode sair, mas a alma não sai! Não existem férias para a prática do Johrei; não existem férias na leitura e prática dos Ensinamentos; não existem férias no donativo; não existem férias no encaminhamento das pessoas à fé. Sabem por que é que não existem férias na prática da fé? Porque o espírito secundário também não vai de férias. Se relaxarmos na prática da fé, que vai fortalecer o espírito primário, o secundário vai “fazer a festa” e a pessoa vai começar a enfraquecer, a perder força e ele vai dominar e vai levá-la para o caminho do mal. Então, já que o secundário não descansa, também não podemos deixar a alma “ir de férias”. Repousem fisicamente os corpos, mas que o espírito esteja ainda mais centralizado na prática da fé nestes meses de verão.

Boas férias e boa missão a todos.

Muito obrigado!

Comentário (1)

  1. Responder
    ana maria catarino

    ola Ministro CARLOS adorei ler lindo muito obrigado boa missao meishu -sama .