Palestra do Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Fevereiro 2021

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – FEVEREIRO 2021

Bom dia a todos!
Espero que os senhores estejam a passar bem.

Gostaria de agradecer a vossa sincera dedicação que nos possibilita expandir cada vez mais a Obra Divina em toda a Europa! Muito obrigado!

Face às restrições para nos reunirmos fisicamente, o Culto de hoje, pelo décimo primeiro mês consecutivo, foi realizado com transmissão online. Pelo fecho das fronteiras, não consegui estar fisicamente presente na Sede Central a realizar este Culto, mas, mesmo virtualmente, estamos todos unidos no mesmo sentimento e tenho a certeza de que a Luz do Altar chegou a todos os lares.

Gostaria de dar as boas-vindas a quem está a assistir a este Culto pela primeira vez e a todos os membros e frequentadores que estão a participar nesta transmissão online, tanto em Portugal, como em outros países. Sejam todos muito bem-vindos!

Aproveito para comunicar que ontem, dia 6 de fevereiro, pelas 17 horas e 30 minutos, realizámos uma Assembleia Geral Extraordinária da Igreja Messiânica Mundial de Portugal, a partir da Sede Central por videoconferência, com a presença dos Ministros e dos representantes dos membros de todas as Unidades Religiosas. Nesta Assembleia Geral, além de outros assuntos, foi aprovada por unanimidade a reeleição dos Órgãos Sociais da nossa Igreja, sendo reeleita a Direção que presido. Pelo próximo triénio, vamos dedicar-nos à liderança da Igreja em Portugal e quero, em nome da Direção, agradecer mais este voto de confiança que estamos a receber dos senhores, com o compromisso de continuar a servir com amor, respeito, humildade e transparência, tal como se tem verificado em todas as gestões anteriores. A esse propósito, informo que, a partir deste mês, será afixado nas Unidade Religiosas e disponibilizado digitalmente a quem desejar, o relatório mensal de contas, com todas as entradas e saídas, para que os senhores possam acompanhar o balanço mensal, quer da conta corrente, como da Reforma da Sede Central. E, peço que, por favor, tudo aquilo que os senhores considerem que deve ser melhorado ou corrigido, não façam cerimónia, expressem livremente à Direção os vossos desejos e críticas construtivas. Muito obrigado!

No dia 19 de janeiro, tive a permissão de fazer relatório, por videoconferência, ao nosso Presidente Mundial, Rev. Kiyoaki Sugihara, sobre a situação que estamos a viver na Europa e como temos praticado a fé messiânica. Ele também falou sobre a atual situação do Japão, muito idêntica à nossa, e enfatizou a importância de buscarmos Meishu-Sama neste difícil momento, através da prática da nossa diretriz e do nosso lema: “Cada um deve fazer uma pessoa feliz.” Pediu-me que transmitisse aos senhores que, diariamente, no Solo Sagrado de Atami, ele e toda a Direção da nossa Igreja, estão a orar pela nossa felicidade e pelo cumprimento da nossa missão, como representantes de Meishu-Sama em toda a Europa.

Este mês, estamos a comemorar três anos que realizámos o primeiro Culto Mensal na Sede Central em Coimbra, a casa de Meishu-Sama em Portugal. Como o tempo passa depressa, não é? Parece que foi ontem! Já conseguimos realizar muitas coisas, mas ainda temos pela frente o grande desafio de concretizar a reforma total da Sede Central, conforme o belíssimo projeto que já todos conhecem! Precisamos de nos esforçar e unir cada vez mais, com o supremo objetivo de oferecer o melhor para Deus, Meishu-Sama e aos nossos queridos Antepassados.

No dia 4 de fevereiro, iniciou-se o Risshun (início da Primavera). Meishu-Sama orienta-nos que este período é muito importante para Deus, pois trata-se do momento em que se inicia, no Mundo Espiritual, com reflexo no Mundo Material, a purificação das máculas espirituais.

O calendário ocidental, que é unicamente solar, tem doze meses. No antigo calendário oriental, ao invés dos doze períodos, são vinte e quatro. Sendo um calendário lunissolar, além de respeitar as fases do Sol, também considera as fases da Lua.

Assim, o dia que antecede o Risshun, chama-se Setsubun (separação das estações). Por ser associado à divindade Ushitora-no-Konjin, também chamado de Kunitokotatchi-no-Mikoto, Meishu-Sama nos orientou que é muito importante. Esta divindade era muito justa, mas muito severa e, quando os deuses viviam sobre a Terra junto com os homens, não permitia que estes fizessem nada de errado; quando tinham pensamentos, palavras ou ações negativas, eram imediatamente punidos. Este modo de proceder tornava-se insuportável para todos, até que um dia, chefiados por Amawakahiko, conhecido também por Amanojaku, que era sempre do contra, fizeram uma rebelião e com um estratagema, prenderam o deus Kunitokotatchi-no-Mikoto numa caverna, fechando-a com uma grande rocha! Nesse momento, assaram sementes de soja e atiraram-nas para a frente da caverna, dizendo ironicamente que ele só sairia de lá quando estas germinassem.

No Japão, há o costume de neste dia, as pessoas também assarem grãos de soja nas suas casas e atirarem-nas para a rua, dizendo: “Diabo para fora, felicidade para dentro!” Porém, Meishu-Sama orienta-nos que esse “diabo”, na verdade, é o deus da Justiça e que esta “felicidade” é o egoísmo e o materialismo, portanto deveria dizer-se precisamente o contrário: “Deus da Justiça para dentro, ‘felicidade’ para fora!”

Sendo da linhagem de Amaterassu, deus do Sol, Kunitokotatchi-no-Mikoto, ao ser aprisionado, o mundo entrou na Era das Trevas. No entanto, ele permitiu, não foi enganado, pois sabia que, ao deixar que os deuses e os homens fizessem o que queriam, iriam acumular máculas, iriam sofrer, e ao sofrer, voltariam para o libertar. Entretanto, nesse ínterim, Kunitokotati-no-Mikoto faleceu e ao chegar ao Mundo Espiritual, recebeu de Deus a missão de julgar as pessoas recém-falecidas e passou a chamar-se Enma Daio.

No dia 4 de fevereiro de 1954, Meishu-Sama adquiriu o famoso “Biombo de Ameixeiras com Flores Vermelhas e Brancas”, da autoria de Korin Ogata, que Ele tanto desejava, hoje considerado Tesouro Nacional, obra-prima integrante do acervo do nosso Museu MOA em Atami. Na véspera desse dia, também adquiriu uma pintura chinesa de Enma Daio, da Era Yuan (1271-1368), tendo declarado que, a partir daí, Enma Daio passaria, além dos mortos, a julgar também os vivos e que aquele seria o primeiro dia do Juízo Final. Portanto, sendo essa a sua missão, não nos cabe julgar os outros; vamos respeitar Enma Daio e deixá-lo cumprir a sua missão. A nossa é de fazer os outros felizes, sendo úteis na construção do Paraíso Terrestre. Para julgar, já basta ele!

Meishu-Sama, no Ensinamento “Ciclos cósmicos”, do livro Os Novos Tempos, orienta-nos:

“Vivemos num ilimitado e misterioso, mas ordenado Universo, que evolui e reevolui em ciclos. Um ciclo é um período de tempo em que certos aspetos ou movimentos de corpos celestes se repetem; um período de anos ou eras. (…) Há ciclos de órbitas nos céus, ciclos das estações, ciclos do dia e da noite e existem também os ciclos das eras.
As mudanças ocorrem em pequena, média e ampla escala. Ciclos menores ou maiores podem ocorrer a cada dez, mil, três mil, dez mil anos e assim por diante, repetindo-se continuamente dentro da eterna marcha do tempo. Na verdade, o Universo é infinitamente misterioso – tão misterioso, que o entendimento do homem atual ainda não pode compreendê-lo. (…)”

Tal como já havia falado no início do ano passado, entrámos na década onde, este ano, completaremos 90 anos da Transição da Era da Noite para a Era do Dia (três ciclos de 30 anos a partir de 15 de junho de 1931 – 1961/1991/2021). Esta década, em especial, não é um ciclo qualquer, é a última década que irá concluir o centenário dessa Revelação em 2031.

Assim, a atual fase que estamos a viver, a partir do dia 4 de fevereiro, já faz parte da queima de máculas que irá até 15 de junho, quando aumentará a intensidade espiritual do elemento fogo.

É impossível suportar esse aumento da Luz, tendo a mesma quantidade de impurezas, tanto no mundo em que vivemos, como no nosso espírito e corpo, daí a necessidade da purificação. A este respeito, as diversas formas de purificação foram detalhadamente explanadas na palestra do Culto Mensal pela Salvação dos Antepassados e Reforma da Sede Central, do mês de janeiro, que aconselho que todos estudem e, sobretudo, pratiquem.

No Culto de hoje, no Ensinamento “Cultura de Su”, do Alicerce do Paraíso vol. I, edição portuguesa, Meishu-Sama orienta-nos:

“(…) A cultura atual não passa de uma circunferência sem um ‘ponto no centro.’
Frequentemente, refiro-me à teoria dos ‘Noventa e nove por cento e um por cento’. Caso o ‘ponto no centro’ venha a ser inserido na circunferência, isso significa a modificação de noventa e nove por cento, graças à inserção de um por cento. Por outras palavras, representa a submissão de noventa e nove por cento do Mal, perante a força de um por cento do Bem. Seria o mesmo que transformar uma circunferência que está prestes a ser pintada totalmente de preto, numa completamente branca, através da força desse um por cento. Aplicando este raciocínio ao mundo, significa colocar uma semente numa civilização vazia, ou seja, inserir-lhe a alma. Com isso, a civilização que até agora só apresentava forma, como se fosse uma existência morta, passará a ter vida e isso será o nascimento de um novo mundo.”

Analisando a atual situação do mundo e o caos existente em todos os campos da atividade humana, a começar pela saúde, economia, política, educação, arte, agricultura e alimentação, espiritualidade, etc., constatamos que, conforme Meishu-Sama nos ensina, é a alma (Centelha Divina) que falta neste mundo e a missão da nossa Igreja é colocar essa “semente divina” nesta civilização vazia.

Portanto, a missão de cada um de nós começa com a vivificação da nossa própria alma, permitindo que esta se sobreponha ao nosso ego. Se interpretarmos esta missão com o nosso intelecto, vamos achar que somos importantes por termos a missão de colocar “o ponto na circunferência vazia” do mundo, aumentando ainda mais o nosso próprio ego. Por outro lado, se conseguirmos sentir e reconhecer a existência dessa Centelha Divina dentro de nós e em todas as pessoas ao nosso redor, tratando-nos uns aos outros com amor e respeito, naturalmente, com essa consciência, conseguiremos “colocar espírito” em todas as atividades que realizaremos, alcançando assim, o mundo inteiro.

Todos nós, teoricamente, sabemos, pois desde criança, nos foi dito que temos uma alma, mas, só o seu reconhecimento profundo e verdadeiro poderá deixar que se manifeste o um por cento de Bem, que será capaz de transformar os restantes noventa e nove por cento de Mal.

Mas, será que conseguimos realmente acreditar que 1% de Bem é capaz de mudar 99% de Mal? Essa descrença nasceu durante a Era das Trevas, pois o Mal predominava sobre o Bem e este não tinha força necessária para salvar o Homem; prova disso é que, os próprios religiosos ensinavam a resignação e transmitiam o conceito de que a missão da religião era salvar somente o espírito.

A partir de 15 de junho de 1931, essa situação veio-se gradualmente modificando e o Bem foi ficando tão mais forte, que chegou ao ponto de somente 1% de Bem ser capaz de transformar os 99% de Mal.

A este propósito, ouvimos, no Culto de hoje, as maravilhosas Experiências de Fé do casal Hayakawa. Este mês, escolhemos especialmente estas Experiências porque retratam uma situação desesperante, que corresponde ao que muitas pessoas estão a viver atualmente e acreditamos que seja um grande exemplo para todos nós.

Não sei o que os senhores sentiram a ouvir estas Experiências, mas, desde que as ouvi pela primeira vez anos atrás no Japão e até hoje, quando as escuto novamente, sinto uma profunda emoção, imaginando tudo o que eles passaram e fizeram!

Primeiramente, ouvimos o Sr. Kaneo, que se tornou membro aos 27 anos e logo depois, foi orientado pelo seu responsável para dedicar por 1 mês na construção do Solo Sagrado de Atami. Inicialmente, hesitou, pois estava preocupado em abandonar o seu trabalho por tanto tempo, mas, graças ao seu orientador ter tido amor suficiente para ser rigoroso com ele, acabou por aceitar. No fim da dedicação, recebeu como prenda a pequena Caligrafia “Ichirin no Tchikara”, escrita por Meishu-Sama. Ao chegar a casa, mesmo sem entender a sua importância e significado, pendurou-a numa coluna. Ele conclui a sua Experiência dizendo que, ao longo da sua vida, passou por várias purificações, mas conseguiu superá-las, tendo grande proteção, o que fez aflorar a sua gratidão pelo responsável da sua Igreja, que tanto insistiu para que ele fosse dedicar no Solo Sagrado.

Como regra, não devemos insistir para que as pessoas pratiquem a fé, mas, como acabámos de ouvir, este caso foi a exceção que confirmou a regra. O ponto de reflexão não se trata da insistência, mas sim, de quanto amor precisamos ter para poder insistir quando se fizer necessário. O resultado final dependerá exclusivamente do nosso amor em querer salvar aquela pessoa. Este amor é que tocará a sua alma e fará com que ela aceite a orientação.

De seguida, ouvimos a Experiência de Fé da Sra. Hiroko, esposa do Sr. Kaneo que, num momento de desespero, agarrou-se de corpo e alma a Meishu-Sama.

Apesar das dificuldades financeiras, determinou fazer gratidão de um iene, por cada Ensinamento que lesse; ao ter juntado 300 ienes, mesmo sabendo da chegada do Tufão, deslocou-se à Igreja para levar a gratidão. Ao chegar, participou de um Estudo de Ensinamento com o tema “Entregue-se a Deus”, que a deixou mais tranquila e sem medo do Tufão. Inesperadamente, apareceu a cunhada que lhe trouxe, além de uma quantia de dinheiro, mantimentos para alimentar a sua família.

Voltando para casa, a situação meteorológica piorou, chegando ao ponto de começar a destruir a própria moradia. No auge do desespero, tendo recolhido a Imagem da Luz Divina, os Ensinamentos de Deus revelados a Meishu-Sama, a Imagem de Kannon, o Assentamento dos Antepassados e distribuído pelos seus filhos, clamando por Meishu-Sama, a situação acalmou por momentos e conseguiram fugir para a casa da frente.

Por fim, após a tempestade, ao voltar para onde residia, constatou que a casa estava completamente destruída, mas notou que as panelas com os alimentos, como que por milagre, se mantiveram intactas, permitindo que se alimentassem; além disso, reparou também que a Caligrafia “Itchirin no Tchikara”, apesar de ser pequena e muito leve, por incrível que pareça, ainda estava pendurada na coluna que sustentava a prateleira do Tokonoma.

Perante este facto, refletiu sobre as várias purificações que enfrentou ao longo da sua vida. Entregando-se de corpo e alma a Meishu-Sama, quando estas atingiam os 99%, recebia sempre a permissão de se recuperar.

Ela conclui, dizendo que acredita que não podemos viver sem buscar a força absoluta de Meishu-Sama e que precisamos refletir sobre isso.

No Ensinamento “A força absoluta”, do Alicerce do Paraíso vol. I, edição portuguesa, Meishu-Sama orienta-nos:

“Em primeiro lugar, é desnecessário dizer que a força de Deus é a fonte da ação de todas as existências no Universo. Ela manifesta o constante nascimento, crescimento e evolução de tudo, além de, obviamente, ser responsável pelo movimento e inércia de todas as coisas. (…)”

Esta força de Deus manifestava-se em Meishu-Sama, conforme Ele nos orientou no Ensinamento “Estado de união do Homem com Deus”, do Alicerce do Paraíso vol. I, edição portuguesa:

“(…) Como sempre digo, há uma Esfera de Luz no meu ventre e o facto de esta ser a alma de Deus, faz com que Ele próprio movimente livremente o meu ser, as minhas palavras e ações, ou seja, não há distinção entre Deus e o Homem. Este é o verdadeiro estado de união do Homem com Deus.
Por conseguinte, o espírito de Deus que habita o meu interior é o mais elevado, pois não existe nenhuma divindade superior a Ele. Aqui está o motivo de não fazer sentido eu reverenciar outros deuses. Os milagres manifestados diariamente pelos fiéis são a melhor prova disso. (…)”

Retomando o Ensinamento “A força absoluta”, Meishu-Sama continua a orientar-nos a esse respeito:

“(…) Gostaria agora de explicar sobre a minha missão, pois facilitará o entendimento do que acabei de expor. As atividades que realizo atualmente estão centralizadas no Johrei. Todos os membros sabem muito bem que isso consiste no facto de colocar próximo ao peito o Ohikari, que contém um papel com um ideograma escrito por mim, para lhes ser concedida a força capaz de curar totalmente até mesmo graves doenças incuráveis, desenganadas pelos médicos. Até hoje, outorguei centenas de milhares de Ohikari. Todavia, a sua força não sofre alteração mesmo que esse número venha a aumentar. Ela não se limita à cura das doenças pois o espírito melhora, o carácter eleva-se, somos salvos de situações de perigo iminente, entre outros. Misterioso é o facto de aumentar o número de pessoas felizes por meio dos incontáveis milagres que acontecem diariamente. Esta força é manifestada a partir do Ohikari. Não tenho a pretensão de vangloriar-me de tais feitos, mas como se trata da pura verdade, creio que não há problema em divulgá-los. (…)”

Todos estes Ensinamentos levam-nos a refletir sobre a força salvadora de Meishu-Sama, inclusive através das Suas Caligrafias, a começar pela Imagem da Luz Divina, o Ohikari e outras, independentemente de serem grandes ou pequenas. Ou seja, será que conseguimos reconhecer o verdadeiro valor dessa força absoluta para a nossa salvação, tal como se sucedeu nas Experiências de Fé que ouvimos hoje?

A força salvadora de Meishu-Sama manifesta-se em toda a Sua Obra porque tudo o que Ele nos ensinou, visa a salvação do maior número possível de pessoas.

O conjunto dos vários factos relatados na Experiência de Fé, a começar pelo desapego e dedicação do marido na construção do Solo Sagrado e de posteriormente se ter tornado Ministro; a postura de fé da esposa que, apesar das dificuldades económicas, se ter esforçado na leitura dos Ensinamentos acompanhada com a prática do donativo de gratidão, ao ponto de o querer oferecer na Igreja no dia do Tufão; participar nos aprimoramentos de estudo de Ensinamento; a prática do Johrei e a oração a Meishu-Sama num momento de alto risco de vida (tanto que naquele dia morreram mais de 5000 pessoas); o conjunto destes fatores criou as condições para que a força salvadora de Meishu-Sama se manifestasse e ela e os filhos se salvassem naquele dia.

Através das práticas básicas da fé no nosso dia a dia, vamos buscar a força absoluta de Meishu-Sama, que nos permitirá dar vida a uma civilização vazia, proporcionando o nascimento de um novo mundo.

Despeço-me com um forte abraço, desejando que nos agarremos de corpo e alma a Meishu-Sama, buscando a Sua força absoluta para o cumprimento das nossas missões, rumo à concretização do Seu objetivo de construção do Paraíso sobre a Terra.

Muito obrigado e desejo a todos um bom mês!

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