Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Agosto 2019

PALESTRA DO VICE-PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

MIN. LUCIANO RIBEIRO VITA DA SILVA – AGOSTO 2019

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Em nome do nosso Presidente Reverendo Carlos Eduardo Luciow e de todos os ministros, gostaria de iniciar as minhas palavras agradecendo, do fundo do coração, a vossa sincera dedicação que nos permite expandir, cada vez mais, a Obra Divina de Salvação de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal! Muito obrigado! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão? Sejam muito bem-vindos e que essa seja a primeira de muitas outras visitas! (Palmas)

Estamos também a receber membros das seguintes Unidades Religiosas: Margem Sul, Amadora e Sintra, Oeiras-Cascais, Lisboa, Ribatejo, Porto, Gaia, Aveiro, Figueira da Foz e Coimbra! Sejam todos bem-vindos! (Palmas)

Do exterior, estamos a receber membros da Suíça, especificamente a família do João Santos e da Paula Santos e a Dona Maria Helena. Sejam bem-vindos à Sede Central! (Palmas)

Gostaria agora de fazer a leitura da saudação do nosso Presidente, Reverendo Carlos Eduardo Luciow, que no exato momento se encontra nos Solos Sagrados do Japão a liderar a caravana da Europa.

“Bom dia a todos!
Os senhores estão a passar bem?
Conforme comuniquei no Culto Mensal do mês passado, neste momento me encontro no Solo Sagrado acompanhando 32 caravanistas de Portugal, Itália, Espanha e França.
Chegámos no Japão dia 27 de julho, indo diretamente para o Monte Nokoguiri para fazer oração e dedicar, e de lá, seguimos para Atami, onde visitamos todo o Solo Sagrado e o Museu MOA. No dia 1 de agosto, participámos do Culto pela Paz Mundial e Culto às Almas dos Antepassados no Templo Messiânico, repleto de membros japoneses e 192 caravanistas estrangeiros de 9 países. O Culto foi emocionante e tocou profundamente a todos, que sentiram a alegria dos antepassados ali representados pelos seus descendentes.
Nesta ocasião, ficamos honrados com a permissão de que a Sra. Maria Leonor Pinto de Mesquita, responsável do Núcleo de Johrei de Amarante, representando os membros da Europa, tenha relatado no Altar a sua Experiência de Fé.
Também visitamos o Solo Sagrado de Hakone, onde fomos guiados e orientados pelo Reverendo Nakai, que dedicou junto com Meishu-Sama, e além de visitar o Museu de Belas Artes, tivemos a permissão de dedicar no Santo Sepulcro de Meishu-Sama.
Depois, viemos para o Solo Sagrado de Kyoto, onde continuamos a orar e a dedicar pela felicidade de todos os senhores e pelo crescimento da Obra Divina em Portugal e toda a Europa.
O nosso desejo sincero é que todos os senhores possam ter a permissão de fazer esta peregrinação o mais breve possível.
Desejo de coração a todos um feliz Culto Mensal e espero reencontrá-los na Sede Central em setembro.
Um bom mês a todos e boas férias!

Presidente da IMMP – Reverendo Carlos Eduardo Luciow” (Palmas)

Ao falar com ele ontem por telefone, mais uma vez ele pediu para agradecer a vossa dedicação incansável e dar um grande abraço a todos os senhores! (Palmas) Esta a ser uma peregrinação muito intensa e marcante e como tudo o que é bom passa rápido, na próxima 4ª feira já estão de volta! (Risos)

Eu preparei a palestra de hoje, baseada na orientação de julho do nosso Presidente Mundial, o Reverendo Masayoshi Kobayashi.

Acabámos de ouvir esse maravilhoso Ensinamento: “Domine o ga”. É um texto pequeno, mas realmente é difícil de colocá-lo em prática, não é assim? (Sim) “Ga” é uma palavra em japonês e significa “ego”, “eu”. Realmente não é fácil dominar o ego.

Aconteceu uma situação hoje de manhã que na minha opinião exemplifica isso. Como existem coisas com muita Luz, com muita força, também a força negativa vem na mesma proporção; menor um pouco, mas vem forte. Hoje de manhã, acordei cedo para fazer as finalizações da preparação da palestra e ao ligar e desligar a impressora, esta apagou e não mais acendeu! Eu ainda precisava fazer a última impressão para a palestra, mas não deu para fazer. Eu tive que pegar tudo rabiscado! (Risos) Isso é para comprovar do quanto o que os senhores vão ouvir, é importante! Não são palavras minhas, são de Meishu-Sama!

A primeira parte dessa orientação é essa definição sobre o “ga”, ego. O Presidente Mundial se baseou em trechos de Ensinamentos de Meishu-Sama. Mas, antes, ele foi buscar o Significado do “ga”. Vou ler agora as palavras do Presidente.

“Em primeiro lugar, precisamos saber o que é “ga”. Segundo o dicionário de língua japonesa “Kojien”, “ga” significa: insistir em seu próprio ponto de vista não ouvindo o que os outros dizem. Há ainda “tirar o ga” que tem dois significados. O primeiro é “dar o braço a torcer” – abrir mão da própria opinião. O segundo é “firmar compromisso”.

Meishu-Sama ensina que: “Na vida, não existe nada mais tenebroso que o “ga”. Mesmo no Mundo Espiritual, o aprimoramento principal consiste em eliminar o “ga”. Ou seja, em vida ou mesmo depois da morte, eliminar o “ga” é um aprimoramento constante e o mais importante”. Este é um ponto, que eu gostaria que os nossos antepassados também entendessem.

Além disso, Meishu-Sama com franqueza, cita os seguintes ensinamentos do Ofudesaki da Igreja Oomoto: “Mesmo os Deuses falharam devido ao ga”, “não existe nada mais tenebroso que o ga”, “pode ter ga, mas o melhor é não manifestá-lo.” Eu refleti bastante sobre o assunto.

Meishu-Sama chegou a afirmar livre de todo o apego: “Não há problema em ir para o inferno contanto que encaminhe o maior número de pessoas desse mundo ao paraíso”. Será que existe alguma ponta da manifestação do Seu “ga” nessa afirmação!? Não conseguimos sentir um só pequeno pedaço. Contudo, não podemos esquecer o esforço que Ele fez para encontrar e eliminar todos os resquícios de “ga” no fundo de Seu coração. Meishu-Sama fez tal esforço e por essa razão, nem preciso dizer que nós também precisamos envidar o nosso esforço máximo.

Continuando, Meishu-Sama afirma que: “Aqueles que ouvem obedientemente o que eu digo, não têm falhas e são pessoas de sucesso, porém, não ocorre o mesmo com aqueles de “ga” forte. Por isso, sinto-me mal, vê-las a cometer muitos erros”. Aqui reside um ponto muito importante. Por terem um “ga” muito forte, existem pessoas que não conseguem ouvir o que Meishu-Sama ensina. Por isso, perdem as oportunidades da vida e não conseguem se libertar do estado de infelicidade. É uma grande pena! Por esse motivo, certo ou errado, desejo que ouça o que digo e torne-se feliz. Nisso sentimos o grande amor de Meishu-Sama.

Para nós, estas palavras de Meishu-Sama: “Aqueles que ouvem obedientemente o que eu ensino, são convidados ao estado de felicidade”, é um grande evangelho. Se não falharmos nesse ponto, seremos comprometidos com a felicidade. Por isso eu acredito que só esta tranquilidade, já constitui uma grande proteção.

Meishu-Sama conclui que: “A essência (verdade superior) da fé é não manifestar o ga, ser obediente e não mentir”. Gostaria que nos recordássemos sempre desses três pontos, para podermos nos autodisciplinar.”

Agora, nessa outra parte da orientação, o Reverendo Kobayashi, faz uma busca para exemplificar tudo isso o que acabamos de ouvir de Meishu-Sama, para facilitar essa identificação da manifestação do “ga” em nossas vidas. Ele cita 6 características das pessoas com “ga” forte.

Vamos lá? Vamos começar a nos identificar? (Risos) Vou ler a orientação do Presidente Mundial, Reverendo Masayoshi Kobayashi.

“A primeira característica comum às pessoas de “ga” forte é o facto de sempre se preocuparem: “Como os outros me veem?” Elas não conseguem observar-se de forma objetiva, não sendo detentoras de espírito colaborativo e são capazes de criar problemas por coisas insignificantes.

A segunda característica é: “como não consegue reconhecer os seus próprios erros, então, dificilmente pede desculpas”. Quer a qualquer custo, insistir nos seus pontos de vista e mesmo que esteja errado, não dá o braço a torcer facilmente. Por esse motivo, não consegue honestamente dizer: “peço perdão, eu estou errado” resolveria os problemas de forma agradável, porém, não consegue dizer tais palavras.

A terceira característica é: “tem uma desculpa para tudo”. Como não deseja se redimir, atua sempre em autodefesa. Acaba se justificando. Quando não encontra uma boa desculpa, há quem chega até a chorar. Parece que existe um misterioso poder de persuasão nas lágrimas e, através delas, escapar da situação embaraçante.

A quarta característica é: “não conseguem controlar as emoções deixando-se levar por elas”. Por exemplo quando há conflito conjugal. Acabam por falar um ao outro o que vem à cabeça. “O ga dele/a é muito forte” pensando um do outro. São situações comuns, pois não!

A quinta característica é: “se não for tratado com distinção e prioridade, não me convenço”. Aqueles que insistem no “ga”, têm a tendência de se mostrarem mais elevados que todos à sua volta. Serem consideradas “egoístas e pessoas problemáticas” também se deve a esse facto.

A sexta característica é: “Não têm noção que são teimosas”. Por outras palavras: “Não dão a mínima atenção ao que os outros dizem”. Este paradigma (penso que não é o caso do lar dos senhores), os pedidos do marido: “comida, banho, vou dormir”, para a esposa que também tem os seus problemas para contar e precisa ser ouvida, se for obrigada a ouvir apenas, não será uma situação suportável pois não!

Vimos as 6 características das pessoas de “ga” forte e gostaria que fizéssemos uma análise interior. Porém aquele que afirma: “eu não sou assim, não me enquadro em nenhuma dessas características”, é na verdade uma pessoa de “ga” forte, pois “não ter nenhuma noção” é a maior prova disso.

No caso contrário, existem aqueles que podem pensar “eu acho que tenho esta e aquela característica”. Se tiver essa noção, poderá de forma obediente fazer um esforço para corrigir e aos poucos o “ga” vai esconder a sua sombra. Assim, importante cada um começar por ter coragem para encarar o “ga” no seu interior.”

A parte seguinte da orientação, o Reverendo Kobayashi mostra um caminho, ou melhor, outros caminhos.

“Gostaria de contar uma adivinha para os senhores. “Qual é a coisa qual é ela, que está bem na nossa vista, mas não conseguimos enxergá-la?”. Peço que não pensem de forma difícil. Os senhores vão pergunta-se: “qual será a resposta?” São as nossas pestanas!

Nós conseguimos ver as pestanas de outras pessoas, porém, as nossas que estão num lugar bem íntimo, não conseguimos enxergar. A mesma coisa acontece com o nosso “ga”. As raízes do nosso “ga” crescem fortemente dentro de nós e em diversas situações se manifesta. Mas nós não percebemos! Se olhamos ao espelho, conseguimos enxergar as nossas pestanas. Com o “ga” é a mesma coisa. É necessário um espelho para podermos notá-lo. E existem dois tipos de espelhos para enxergar o “ga”.

O primeiro, são as atitudes e as palavras das outras pessoas. O que é misterioso é que percebemos logo quando vemos alguém de “ga” forte. E este é o momento crucial. Se percebermos: “aquela pessoa tem “ga” forte”, é importante fazer imediatamente uma autorreflexão perguntando a si mesmo: “será que eu também não sou?”. E sempre que perceber algum ponto semelhante, é importante procurar disciplinar-se dizendo para si mesmo: “na próxima, eu preciso ter cuidado para não manifestar o meu ga”.

O outro espelho, é tentar ter como exemplo a postura de Meishu-Sama e os Seus Ensinamentos. No Ensinamento “Subjetividade e Objetividade” por exemplo, Meishu-Sama ensina: “Na vida o ser humano tende a ficar preso na subjetividade. E nisso reside um grande perigo”. Quando vive agarrado a seus pontos de vista “tende a julgar as pessoas tendo como base tais critérios. É por essa razão que as coisas não ocorrem conforme o almejado. E não apenas fazem as outras pessoas sofrer como também causam o inferno para si mesmas. Pela razão exposta acima, o homem deve constantemente procurar afastar-se de si para observar-se objetivamente. Ou seja, criar um segundo “eu” a fim de criticar constantemente o seu primeiro “eu”. Desse modo, poderá antes de mais evitar erros”. Isto é, para amenizar a força do “ga”, é necessário ler afincadamente os Ensinamentos e fazer destes o seu espelho, esforçando-se para criar o seu segundo “eu”.

Mesmo que se queira, não é possível eliminar o “ga”. No entanto, a falta de esforço para eliminá-lo, fará com que este cresça e se torne cada vez maior e forte. Então, como poderemos ultrapassar tal conflito? Eu penso que a prática de receber e ministrar bastante Johrei é a condição essencial para que o “ga” enfraqueça e se torne cada vez menor.”

Este último parágrafo achei especialmente interessante, porque a natureza nos ensina isso; eu quando li este trecho aqui, lembrei-me dum episódio da minha vida.

Quando eu era adolescente, antes de entrar para o seminário, eu criava abelhas, tinha uma colmeia, dentro do Rio de Janeiro (chegou a dar problemas com os vizinhos e quando isso aconteceu, tive que a desativar e levar para outro local, no interior) e nessa época, como muitas outras coisas na natureza, as abelhas ensinaram-me muitas coisas:

Periodicamente, eu e um colega meu, nós tirávamos mel todos os meses; mas antes disso, como numa casa, nós tínhamos que ir lá, apresentarmo-nos para as abelhas, levávamos um borrifador, o fumo, pelo menos 3 vezes por semana e porque tinha que haver esse tipo de relação, porquê será? Uma vez, eu tive que viajar e fiquei sem ir lá cerca de dois meses. Depois, a primeira vez quando retomei essas visitas, elas vieram enfurecidas e picaram-me! (Risos) Quando íamos lá com regularidade, podíamos ir até sem qualquer equipamento ou proteção no vestuário, pois já havia uma intimidade com elas, mas dessa vez não foi bem assim…

Isso mostra que na natureza é preciso estar sempre presente na relação, como ele acabou de citar; não havendo ausência de esforço para eliminação do “ga”, você acha que o “ga” se mantém no mesmo nível? Não! Tem tendência a aumentar! Por isso a necessidade do esforço é tão importante!

Continuando a leitura da orientação do Presidente Mundial.

“O facto de o “ga” ser forte e isto causar sofrimento tanto a si, como às pessoas à volta, é devido a existência de máculas no espírito. E o melhor método para eliminação dessas máculas do espírito é o Johrei que Meishu-Sama deixou a nós membros. A medida que formos recebendo Johrei, as máculas do espírito vão reduzindo e a vontade de manifestar o “ga” também vai diminuindo. Para além disso, a medida que formos ministrando Johrei, a gratidão das pessoas que recebem se transforma em grande Luz que retorna. Por meio dessa Luz, as máculas do espírito são purificadas consideravelmente e, consequentemente, o “ga” enfraquece e torna-se pequeno.”

Nós acabamos de ouvir a maravilhosa e emocionante experiência de Fé da D. Teresa Pinho, que é um exemplo de muita preseverança e certamente muito controle do ga. Sobre o relato dela, eu gostaria de enfatizar em primeiro lugar o título que ela deu à sua experiência de Fé: “Aprendi que para entrar Luz na minha vida, precisei em primeiro lugar de me esforçar para levar Luz para as outras pessoas!”

E o exemplo de obediência dela, porque desde o primeiro dia em que ouviu falar do Johrei através de um amigo, ela não colocou o “ga” ou o ego dela, no sentido de querer entender primeiro e isso é muito forte em quase toda a gente: “preciso entender para depois fazer!” Mas, com as coisas de Deus é diferente; têm que se fazer primeiro! O entendimento vem logo de seguida.

Ela foi obediente nesse momento, ou seja, não colocou o “ga”! Iniciou a dedicação, mas mesmo assim, começou a ter obstáculos, porque ela vive em Santa Maria da Feira, a 30 km do Johrei Center mais próximo que é do Porto. Ela levava 1 hora para ir e outra hora para voltar, três a quatro vezes por semana, para receber Johrei, tendo que trabalhar da parte da tarde; vejam bem o esforço dela!

A orientação da ministra, foi: “Quanto maior o esforço, maior também a quantidade de Luz que recebemos!” É a pura verdade! Por vezes uma pessoa ouve uma experiência destas e pensa “eu já estou a ir quatro vezes no Johrei Center” só que ela mora quase ao lado e não é a mesma coisa…

Tem outro detalhe importante; desde que recebeu o Ohikari a 23 de dezembro do ano passado, ela nunca mais deixou de vir dedicar na Sede Central: Todos os meses, sem falhar, ela tem vindo; ainda tem situações por resolver, mas já é totalmente diferente, isso já não é problema, pois começa a sentir que o resultado virá naturalmente, porque já está a aprender, já “pegou” o verdadeiro sentido do problema, da purificação e realmente este ponto é muito importante! Parabéns mais uma vez! (Palmas)

Para finalizar, gostaria de ler só mais um trecho da orientação do Reverendo Kobayashi:

“O homem é como se fosse um canal de passagem para a Luz que corre vinda do Supremo Deus e Meishu-Sama se posso assim dizer. E umas das razões que levam este canal a entupir, nada mais é, senão o “ga”. A medida que o “ga” for diminuindo, a passagem de Luz melhora e tanto o individuo como seus semelhantes ganham a permissão de elevar o seu nível nas camadas do Mundo Espiritual, o que permitirá a abertura das portas de um destino feliz.

O que digo não é teoria. Se persistirem na prática do Johrei, poderão sem dúvida sentir e comprovar o que digo. Gostaria que com sentimento renovado nos empenhássemos na prática de receber e ministrar Johrei.”

Desejo a todos um bom mês de agosto, umas boas férias e aproveitem, pois, são oportunidades para estar com os familiares e amigos, para materializarmos o nosso dia a dia de Meishu-Sama!

Muito obrigado e boa missão!

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