Culto Mensal de Agradecimento – Sede Central – Agosto 2018

PALESTRA DO VICE-PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

MIN. LUCIANO RIBEIRO VITA DA SILVA – Agosto 2018

Culto Mensal de Agradecimento - Agosto 2018

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Primeiramente, gostaria de agradecer pela dedicação incansável de todos os senhores na maravilhosa Obra Divina de Salvação! A todos os meus parabéns! (Palmas)

Em nome da Direção e em nome do nosso Presidente, Reverendo Carlos Eduardo Luciow, gostaria de transmitir esse agradecimento! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão? Tem o sobrinho e sobrinha do Ministro Maximiano! (Palmas) Que seja a primeira de muitas outras visitas! Sejam todos bem-vindos! (Palmas)

Estamos também a receber membros das Unidades Religiosas da Margem Sul, Lisboa, Amadora e Sintra, Braga, Porto, Aveiro e naturalmente aqui de Coimbra. Sejam todos muito bem-vindos! (Palmas)

Do exterior, temos hoje a presença do Sr. Flávio e a esposa que vêm do Reino Unido; da Suíça, o João com sua família; do Brasil, o Ministro Maximiano, a sua esposa e o seu sobrinho que vem da França também com sua esposa. Sejam todos bem-vindos à casa de Meishu-Sama! (Palmas)

O nosso Presidente, Reverendo Carlos Eduardo Luciow, está a liderar um grupo de peregrinos no Solo Sagrado de Guarapiranga, no Brasil, juntamente com onze participantes. Sendo que sete são de Portugal, a representante da Suíça é a esposa do João e mais três pessoas da Itália. Ao todo, são doze participantes. Eles estarão aprimorando no Solo Sagrado até ao dia treze de agosto.

Já chegamos finalmente ao calor, estamos saboreando essa maravilhosa parte do ano e chega esse momento de férias. O Reverendo Carlos, sempre nos dá uma orientação nesse período: “O corpo pode descansar, mas a alma nunca sai de férias!” Vamos aproveitar ao máximo esses momentos de convívio, principalmente com amigos, familiares, para redobrar as nossas práticas básicas.

Nós podemos durante o ano aprender, conviver, mas colocar em ação é nessas oportunidades. Às vezes pensamos que é um momento de relaxamento, mas na verdade, são nesses momentos que podemos colocar em ação tudo o que aprendemos.

O Reverendo Carlos, no Culto do Paraíso Terrestre, nos orientou para realizarmos um balanço do primeiro semestre do ano. Os senhores estão lembrados? Já realizaram esse balanço? Mais ou menos? (Risos) Hoje, eu gostaria de ajudar ainda mais nessa orientação que nos foi transmitida.

O ano passado, especificamente na preparação para o Natalício do Messias Meishu-Sama, nós recebemos uma prática, de relacionarmos 100 motivos para agradecermos. Estão lembrados daquela lista? (Sim) Muitos começaram a dizer: “Cem coisas para agradecer! É muita coisa!” (Risos) Mas houve pessoas que ultrapassaram esse número. Não foi? (Sim) Nós recebemos essa tarefa de agradecer.

Logo em seguida, tivemos a permissão de receber estas instalações da Sede Central, em Fevereiro! (Palmas) Será que não tem uma ligação? (Sim)

Todos os meses, aqui na Sede Central, realizamos dedicações das três Colunas de Salvação, convivemos, saboreamos ainda mais a natureza, podemos compartilhar experiências! As nossas atividades aqui simplesmente se ampliaram! Realmente essa estrutura, precisa ser levada para todo o país, ao mundo!

Posteriormente, tivemos a preparação para o Culto do Paraíso Terrestre. Nessa oportunidade, já foi diferente: “Vamos buscar cem coisas para mudar o nosso interior, cem defeitos que eu preciso melhorar.” Essa relação de cem, já começou a se tornar mais difícil, não foi assim? (Sim) (Risos) Encontrar cem pontos para mudar é realmente difícil. Nem que fossem só dez! (Risos) Em relação a esse ponto, ouvimos a interessante Experiência de Fé do mês passado da jovem Cátia, não foi? Lembram-se da mudança que ela teve de fazer? (Sim)

Mas tudo isso, eu acredito, é um processo, uma sequência nesse trabalho. A gratidão, a mudança interior. E agora, o que é que virá? Porque no mês que vem, setembro, já será apresentada a preparação para o Culto Anual dedicado aos nossos Antepassados.

Será que todas essas preparações, vêm para simplesmente cumprirmos uma tarefa? Eu começo a ver os pontos que realmente preciso agradecer, pontos que eu preciso mudar e já está, seja através da gratidão, seja através da minha mudança, essas atividades, essas práticas vão servir para o meu dia a dia, para eu realmente agradecer em qualquer circunstância?

Conseguir identificar quando alguém fala um defeito seu e quando você está preparado para ouvir: “O que é que eu preciso mudar?”, você já vai preparado para ouvir. Mas quando sai desse molde e alguém fala um defeito seu, você não aceita, não é? “Isso não!” (Risos) Mas é justamente nesses momentos, que eu preciso ouvir e, “puxa vida”, será que realmente é isso que eu preciso mudar?

Essas práticas (como o Reverendo já nos deixou em outras palestras dos meses anteriores) é para ser dada continuidade. Para que, até mesmo essa próxima preparação, possamos realmente receber de coração, como uma continuidade dessas outras preparações.

Acabamos de ouvir esse maravilhoso Ensinamento de Meishu-Sama sobre o Paraíso Terrestre. Eu gostaria de enfatizar um trecho: “A verdadeira salvação abrange o espírito e o corpo. Numa família todos devem tornar-se saudáveis, libertar-se da pobreza e usufruir de alegria plena. Até hoje, porém, visava-se apenas a salvação do espírito, não havendo preocupação com o corpo físico. Todos se resignavam considerando que a fé limita-se à salvação da alma”.

Nós não podemos menosprezar a parte material, a parte física.

É a mesma coisa, se eu estou a receber um tratamento, começo a ingerir vários medicamentos e ficar iludido, achando que a saúde se recupera e está tudo bem. Mas não é assim! Eu tenho de ter plena consciência de que eu recuperei minha saúde, mas ingeri muita toxina e isso precisará sair um dia.

Podemos entender melhor, observando a parte material. Nós quando temos uma dívida e estamos a pagar parcelas bem altas, pesadas, o que podemos fazer? Ir ao banco, falar com o gerente e tentar renegociar a dívida. Mas para quê? Para ganharmos a permissão de podermos pagar em pequenas, suaves prestações, mas nunca deixar de pagar. Nós não podemos achar que “Ah, está tudo bem agora e tudo se evaporou”. Não existe, é ilusão. Precisamos ter a consciência de que as dívidas existem e elas precisam ser saldadas.

A partir da nossa dedicação, cumprindo a nossa missão na Obra Divina, nós realmente podemos nos elevar e vir a ter essa permissão de saldar as nossas dívidas.

Porque às vezes nós encontramos pessoas que numa vida inteira, só vivem aprontando, não é? (Sim) (Risos) Enganando, roubando, ferindo sentimentos de outras pessoas. Aí chega uma fase da vida dela: “Ah, eu encontrei Meishu-Sama” e acha que nunca mais vai acontecer nada de mal, não é assim? (Sim) Será que existe amnistia espiritual? Não pode, não é?

A grande diferença do Messias Meishu-Sama esperado pela humanidade, é justamente a questão da purificação. Nesse momento, você se reencontra, se religa a Deus, aí sim, é o momento de purificar, ganhar essa permissão.

Acabamos de ouvir essa maravilhosa experiência de Fé da jovem Carla Teixeira. Ela tinha as pernas arqueadas e com uma hora de Johrei, num único dia, já obteve esse resultado! Na semana seguinte, foi de canadianas para o Núcleo. Uma semana depois, já não foram necessárias as canadianas, foi a conduzir sozinha!

Gostaria de agradecer essa maravilhosa experiência e enfatizar, enaltecer alguns pontos.

O primeiro, a amiga, que vendo o seu estado, poderia muito bem passar a mão na sua cabeça e dizer: “Ah, coitadinha…”, chamar a responsável do Núcleo, o Ministro Araújo para dar assistência no seu lar, porque justamente ela tinha dificuldade de se locomover, mas a amiga, pegou nela e levou-a no Núcleo de Johrei.

Meishu-Sama muitas vezes dizia: “Venha, mesmo que engatinhando”. Para buscar a Luz de Deus, nós temos isso como referência, como orientação de Meishu-Sama.

Ela praticou, não recebeu essa orientação certamente, mas fez isso e o resultado foi maravilhoso! Quero reler outra vez uma parte dessa experiência que diz: “Passado algum tempo deixei de participar de todas as atividades e tive uma recaída”. Tudo isso faz parte dessa formação dela. “Ah, ela é culpada”. Não, não: tudo é vontade de Deus, isso é a formação. Talvez esse ponto, esse momento foi realmente o mais crucial na sua formação, “em pouco tempo, retornou toda a situação em que me encontrava antes de conhecer o Núcleo. Foi então que procurei a minha amiga que me havia encaminhado e esta orientou-me a retomar todas as atividades.”

Vejam bem a importância do trabalho do acompanhamento, de ter alguém junto nesses momentos de dificuldade. “De imediato, mais uma vez confirmei a importância da continuidade nas práticas o que me fez sentir muito melhor. Desta vez, fui orientada a realizar uma gratidão especial através de um donativo pela bênção que recebi de Meishu-Sama”.

Eu acredito que, justamente, o facto dela chegar e materializar a sua gratidão, através do donativo especial é que realmente selou a permissão para ela dar continuidade no trabalho da Obra de Meishu-Sama.

Nessa hora ela foi, agradeceu, não sei se foi muito, se foi pouco. Isso é ela com Deus, mas realizou! Dali em diante, ela se sentiu mais firme e mais segura. Hoje, é um membro que já está a acompanhar outra pessoa e tem o objetivo de realmente fazer o mesmo que foi feito por ela.

Sobre esse trabalho de acompanhamento, lendo este relato maravilhoso, estes acontecimentos, lembrei-me de uma experiência muito interessante que ouvi do nosso saudoso Reverendo Francisco.

Nessa experiência, ele contava que, havia uma senhora, que desde a sua infância, sofria de um problema de inchaço nas pernas, elefantíase, o que lhe dificultava bastante no andar. Alguns anos mais tarde, ela conheceu o Johrei, recebeu o Ohikari, tornou-se membro e começou suas atividades na Igreja, mas em relação a dedicação de Encaminhamento de pessoas à Fé, ela sempre colocava como justificativa o problema dela: “Ai, eu não tenho condições, pois tenho este problema…”

Um dia ela chegou na Unidade, procurou o Ministro e disse que queria entregar o Ohikari, queria abandonar; o Ministro, sabiamente, respondeu: “Está bem, mas não é para mim, você vai no Altar e faça essa comunicação para Meishu-Sama!” Ela foi diante do Altar, começou a comunicar, a orar e, de repente, começou a ouvir uma voz no pensamento dela: “Encaminha dez, encaminha dez, encaminha dez…”

Como ela já ouvia isso na Igreja, essa questão do encaminhamento de novas pessoas, ela já na hora tomou a decisão: “Então está bem, eu vou fazer isso!” Saiu decidida naquele dia, para justamente, mesmo com todas as suas dificuldades, fazer esse trabalho. Porque realmente, coloquem-se na posição dela… não é fácil… Mas ela tomou a decisão, mudou o seu Sonen e começou!

Encaminhou uma, três, cinco, na décima pessoa que ela encaminhou para a Igreja, dois dias depois, teve a permissão de ter uma forte hemorragia; e qual foi a conclusão? O problema dela, de elefantíase, ficou resolvido por completo!

Isso não é um milagre? (Sim)

Esse tipo de coisas, quando nós pensamos, será por aqui? É por ali? Você fica aprisionado e fruto do seu pensamento, você não avança mais.

Mas como neste exemplo dessa senhora, ela superou essa maior dificuldade; mas acima de tudo, é vencer o seu pensamento, o seu próprio Sonen; daí, o resultado que se obtém. Porque esse tipo de trabalho, de reencaminhamento, de acompanhamento, não é fácil, lidar com o ser humano, não é fácil…

Vamos fazer um parêntesis… nós continuamos com os nossos alojamentos maravilhosos, onde todos estão convidados, também para outras pessoas, para virem participar em atividades nas vésperas do Culto Mensal; este mês, podemos aprimorar bastante… com o calor… (Risos) Quem esteve aqui, viu como foi…(Risos)

Mas conviver com o ser humano é mesmo assim, é maravilhoso! Mas para quê? Para você aprender, superar e evoluir!

Talvez até faça uma sugestão ao Reverendo para o mês que vem, porque até agora os quartos estão divididos entre homens e mulheres, mas para o mês que vem, ainda está calor, poderemos dividir entre calorentos e friorentos… (Risos) Porque no mesmo quarto, uns sentem muito calor, outros sentem frio… ou então pedir ao Min António Carlos, um comando do ar condicionado, para cada elemento do quarto, para ficar toda a noite a controlar a temperatura…. (Risos)

Mas é assim! O que é que eu posso aprender com os outros? “Eu tenho de ceder, é o momento de ceder”, é interessante o relacionamento humano, mas é difícil, não tem saída…

Por isso, essa parte do encaminhamento, é algo divinal, já dizia Nidai-Sama: “Encaminhar uma pessoa, salvando-a de coração, acompanhando-a de perto e cuidando da sua fé, é muito importante! É uma grande dedicação, que vale por uma vida inteira! Uma única pessoa, corresponde ao mundo!” Ela está ali, mas ela representa o mundo!

Nós podemos ter várias atividades, ferramentas para ajudar nesse trabalho, como por exemplo, a coluna do Belo; com o Belo é como se fosse realmente mais fácil de você chegar às pessoas.

Lembro-me duma situação caricata, na época com um Ministro, hoje Reverendo, que um certo dia, tomou uma decisão: Chegou no Johrei Center, pegou numa bandeja de Flores de Luz e foi para a frente da unidade, para encaminhar pessoas… Aí, viu uma senhora caminhando na calçada, meteu-se na frente dela e disse: “Isto é para a si; a senhora assustou-se e disse: Mas eu não quero! Aí, ele ficou sem ação e perguntou: Mas o que é que a senhora quer? E ela disse: Eu quero que o senhor saia da minha frente!” (Risos)

Ele relatou isso, porquê? Porque às vezes nós usamos várias ferramentas, mas não conseguimos dar-lhes a verdadeira missão. A flor, ela já tem por si só, essa missão de alegrar o ser humano, então vamos alegrar, vamos fazer jus a isso, vamos fazer as pessoas felizes através disso, só isso!

E vamos ficar atentos também, para a continuidade disso; porque às vezes nós pegamos a flor, por exemplo, e já vamos com o Sonen de meter as pessoas dentro da Igreja e não pode ser assim… De certeza que se vai com esse pensamento, acaba esquecendo o ponto principal, que é fazer a felicidade da pessoa; então, cada coisa no seu devido lugar.

Em nome do nosso Presidente, que desejou a todos boas férias e que no mês que vem estaremos todos juntos aqui, com toda a emoção e certamente com várias experiências a serem relatadas pelo grupo.

Muito obrigado e um bom mês!

Culto Mensal de Agradecimento - Agosto 2018

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