Culto Especial do Natalício de Meishu-Sama 2019

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – DEZEMBRO 2019

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Minhas sinceras congratulações a todos, por esta grande permissão, que temos de estarmos aqui a homenagear Meishu-Sama na Sua casa em Portugal! Parabéns! (Palmas)

Gostaria também de agradecer a vossa sincera dedicação durante todo este ano de 2019 e augurar que no ano que vem, possamos continuar a dedicar juntos, muito obrigado! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão? Sejam muito bem-vindos e que esta seja a primeira de muitas outras visitas! (Palmas)

Estamos também a receber membros das seguintes Unidades Religiosas: Algarve, Margem Sul, Amadora e Sintra, Oeiras-Cascais, Lisboa, Ribatejo, Amarante-Lixa, Braga, Porto, Gaia, Aveiro, Figueira da Foz e Coimbra! (Palmas)

Do exterior, estamos a receber membros do Brasil e Noruega. Sejam muito bem-vindos! (Palmas)

Estamos também recebendo a Ministra Sônia Giustino que se transferiu para Portugal. Seja muito bem-vinda e boa missão! (Palmas)

Gostaria de iniciar a minha palestra, junto com os senhores, fazendo três minutos de reflexão, com os olhos fechados, de como seria a nossa vida se não tivéssemos conhecido Meishu-Sama. Se não fosse o Johrei, se não fossem os Seus Divinos Ensinamentos, onde estaríamos hoje, de que forma, como estaria a nossa família, etc. Vamos fazer esse encontro com Meishu-Sama e agradecer-Lhe, do fundo do coração, a Sua existência nas nossas vidas!

(Reflexão silenciosa)

Muito obrigado! (Palmas)

Sempre que precisamos, clamamos por Meishu-Sama, pedimos ajuda, socorro, orientação, mas é importante não só pedir, mas também agradecer a Sua existência! Dizer para Ele, o quanto nós O amamos e o quanto pode contar connosco na Sua Divina Obra!

É impressionante o número de coisas que aprendemos com Meishu-Sama!

A primeira coisa que aprendi foi o Johrei; primeiro recebendo e depois transmitindo, se não fosse Meishu-Sama, eu não teria conhecido o Johrei, não teria sido salvo e não teria sido instrumento na salvação de tantas pessoas!

Aprendi com Meishu-Sama, que estamos a viver um momento importantíssimo da humanidade, que é a Transição da Era da Noite para a Era do Dia e que nessa Nova Era será contruído o tão desejado Paraíso Terrestre.

Aprendi com Meishu-Sama, que Deus realizará o Paraíso sobre a Terra nos utilizando como Seus instrumentos e que é esta a nossa missão! Porque é que eu nasci neste mundo? Para trabalhar na construção do Paraíso.

Aprendi com Meishu-Sama, a importância da Alimentação e Agricultura Natural, antes comia qualquer coisa, de qualquer jeito, bastava que fosse gostoso, mas Ele deu-me essa consciência.

Aprendi com Ele, a importância do Belo de Alto Nível, como uma forma de elevação espiritual.

Aprendi com Meishu-Sama, a importância da Flor nos aposentos e em todos os lugares.

Aprendi com Meishu-Sama, a importância do Culto aos Antepassados, a importância do sufrágio, da nossa relação com eles e sobretudo, aprendi que através da prática das virtudes, os nossos Antepassados recebem Luz e se salvam. Antes, quando muito, ia ao funeral, participava da missa de sétimo dia e acabou. Essa relação íntima com os Antepassados e deles connosco, essa interdependência, a nossa salvação com a deles, tudo isso aprendi com Meishu-Sama.

Aprendi com Meishu-Sama, que nos Solos Sagrados, Ele deixou o protótipo do Paraíso Terrestre composto de Templos, Jardins e Museus como modelo. Antes de conhecer Meishu-Sama, nunca tinha visto nenhum protótipo de Paraíso.

Aprendi com Meishu-Sama, o que é Daijo, Shojo e o princípio de Izunome. A importância do equilíbrio em todas as coisas. Eu não conhecia esses princípios.

Aprendi com Meishu-Sama o que é a Verdade: “É o estado natural das coisas”.

Aprendi com Meishu-Sama, o que é o Bem e o Mal. Antes de conhecer Meishu-Sama, achava que o Mal existia para lutar contra o Bem, era o diabo que lutava contra Deus. Aprendi com Ele, que o Deus Supremo criou o Bem o Mal para lutarem entre si e assim desenvolver o Seu plano. Nunca tinha ouvido falar sobre isso, porque nunca ninguém havia falado antes. Meishu-Sama foi o primeiro religioso que expôs esse conceito de Deus criador do Bem e do Mal para o desenvolvimento do Seu plano. Por isso, minha gratidão a essas verdades!

Aprendi com Meishu-Sama a existência das máculas espirituais como causa do sofrimento, não tinha esse conhecimento, que existiam máculas no espírito e também não sabia que estas podiam ser eliminadas através da prática do bem, da virtude, através do Johrei e através da apreciação do Belo de alto nível.

Aprendi sobre a reencarnação. Antes de conhecer este Ensinamento perguntava-me se Deus é amor e todos nós nascemos neste mundo pela primeira vez, por que Ele faz alguns nascerem sadios e outros doentes, uns ricos e outros pobres, uns na paz e outros na guerra? Por uma questão de justiça, deveríamos nascer com igualdade de oportunidades, mas na prática não era isso que acontecia! A Reencarnação explica o porquê destas diferenças, em base ao modo como vivemos as nossas vidas anteriores. A alternância da vida e da morte para a elevação do espírito.

Se eu for aqui enumerar a lista de todas as coisas que aprendi com Meishu-Sama, estaríamos aqui horas e horas!

Qual é a importância de tudo isso na nossa vida? Radical! Porque tendo ou não tendo essa orientação, a nossa vida é uma coisa ou outra, pois são os princípios sobre os quais vamos basear os nossos pensamentos, palavras e ações.

Sobretudo, aprendi com Meishu-Sama, que com tudo isso, Ele é um ser Divino, que apesar de ter o próprio Espírito de Deus, a Esfera de Luz no Seu ventre, vivia de uma forma humilde, dedicando com amor às pessoas com total simplicidade, se dedicando na Obra Divina no dia-a-dia em todas as tarefas que executava!

É dessa Esfera de Luz que provém a Luz do Johrei. Quando Meishu-Sama escrevia os Ohikari, através do Seu braço, essa Luz proveniente do Espírito de Deus que habitava o Seu ventre, impregnava a tinta que escrevia a letra Luz Divina (Ohikari). Até hoje, dezenas de anos após a sua ascensão ao Mundo Divino, por todo o mundo usando o Ohikari consagrado por Ele, estamos manifestando milagres maravilhosos, não inferiores àqueles realizados pelos fundadores de outras religiões! (Palmas)

Através desse facto, podemos reconhecer a grandiosidade da Sua missão! Quando oramos a Ele, devemos colocá-Lo no Seu nível, não como um resolvedor de problemas, mas como o nosso Orientador da construção da Nova Era. Ele deixou Ensinamentos em todos os campos da atividade humana! Mostrou, como o ser humano se distanciou da Verdade e como a ela tem que retornar para cumprir a sua missão!

Portanto, o estudo e a prática desses Ensinamentos revelados por Deus, são da máxima importância, para conseguirmos sair desse nível de correr para Meishu-Sama só para pedir a solução dos nossos problemas, mas sim, buscar Meishu-Sama para receber Luz, força e orientação para participar ativamente na construção do Paraíso Terrestre.

Todos os frequentadores chegam até à Igreja nesse primeiro nível! Mas devemos subir do nível infantil para o adolescente e depois, do adolescente para o adulto.

No dia de hoje, que é o dia da Sua festa, o dia em que Lhe estamos a prestar essa homenagem, o maior presente que Lhe podemos dar, é firmar com Meishu-Sama esse compromisso de nos tornarmos seus efetivos instrumentos de prática da Sua orientação divina, tendo-O como modelo, vivendo como Ele vivia.

Por falar em comprometimento com Meishu-Sama, ouvimos hoje a maravilhosa experiência de Fé da Liliana Coelho, que exatamente um ano depois, relatou-nos uma nova experiência de Fé! No ano passado, relatou uma experiência em base aos resultados dos seus objetivos de 2018 e agora, fez para 2019! (Palmas) Isso chamou-me muito à atenção, como ela segue de forma académica, os seus objetivos; acho que talvez por uma impostação mental do seu trabalho, ela estabelece “isso”, “isso”, e faz “assim”, “assim” e depois segue rigorosamente o programa.

Todos nós fazemos objetivos, todos os anos preenchemos o formulário, mas acho que depois de algum tempo, aqueles objetivos criados caem em esquecimento, não é? (Sim) (Risos)

Fica um conselho de colar uma cópia do formulário desses objetivos no espelho da casa de banho para de manhã, quando formos lavar os dentes, dar de cara com eles e já lembrar! (Risos) Fazer outra cópia e deixar em cima da escrivaninha do trabalho, chegar lá e já lembrar.

Em todos os lugares que frequentamos assiduamente, ter essa cópia, porque por incrível que pareça, as primeiras coisas esquecidas nas nossas vidas são os bons objetivos, eles caem logo no esquecimento, mas quando temos uma má ideia, um mau objetivo, esse fica toda a hora na nossa cabeça, persegue-nos, não fica? (Sim) Vai lá, faz aquilo! E a pessoa diz “não” e afasta, mas depois vem aquele mau pensamento e volta. Fica naquela luta… Ou também conseguimos ser perturbados pelos bons pensamentos? Não! Vai lá, faz aquela pessoa feliz! Vai lá dedicar! Conseguimos? (Não) (Risos)

Portanto, como temos essa facilidade de esquecer os bons propósitos, temos de os colocar visivelmente em letras garrafais, nos lugares que nós diariamente frequentamos. Quem está a maior parte do tempo em casa, na cozinha, coloca na cozinha; quem é motorista, coloca no carro, ao lado do painel, bate o olho lá e pronto! A Liliana, de uma forma muito interessante, colocou os objetivos de dedicar, no minino, três finais de semana na Sede Central. Por isso, pegue no seu calendário anual e já marque os finais de semana que você quer ir, para não criar objetivos vagos e abstratos. “Quero fazer o maior número de pessoas felizes!” Isso é abstrato! “Quero fazer o meu próximo feliz!” Isso é abstrato! Quem você quer fazer feliz? Coloca lá! “Quero fazer minha mulher feliz, quero fazer meu marido feliz…”

Coloque o nome, quero fazer meu chefe feliz! E fala o nome da pessoa, dos colegas: fulano, beltrano e ciclano.

“Meu próximo feliz”, meu próximo é vago. Quem quer fazer o próximo feliz e não determina quem, acaba não fazendo ninguém feliz. Quem está mais perto? Família, colegas de trabalho, vizinho de casa. Esse está mais perto.

Uma vez o Prof. Okai contou-me uma história, em que Buda, estava com os seus discípulos numa canoa atravessando um rio e naquele momento afundou um grande navio. Muitas pessoas começaram a afogar-se e a gritar por socorro. Os discípulos, com aquela situação toda, não sabendo quem primeiro ajudar, perguntaram-Lhe: “Que critério devemos usar para salvar as pessoas? Salvamos as crianças? Salvamos as mulheres? Quem salvamos? O Buda respondeu: “Salvem quem está perto da nossa canoa!”

Às vezes estamos tão preocupados em salvar quem está longe e quem está à nossa volta, está a afogar-se e não estamos a estender a mão para salvá-los. Esse é o primeiro objetivo da salvação, salvar quem está próximo! Não aquele que está lá do outro lado do rio. E porque é que ele está próximo? Porque tem afinidade com a salvação! Está ao alcance da mão!

E depois, a Liliana disse assim: “Apreciar uma vez por mês o Belo: ir a um museu, ir ao teatro, a um espetáculo de arte de alto nível.” É um programa também. Que às vezes é difícil cumprir. “Ler todos os dias Ensinamentos de Meishu-Sama.” Ler de vez em quando todos conseguem, mas ler todos os dias é muitíssimo difícil!

Ela definiu os livros que ia ler. Depois pode até ler outros, mas esses são objetivo. Não estão lá na estante, no quarto, em cima do armário. Tem gente que por respeito põe os Ensinamentos lá em cima do armário, tão escondido, tão protegido, que não lê. (Risos) Deixa na cabeceira, carrega consigo, na mala, leva para o trabalho, lê no autocarro, no comboio. É companheiro inseparável!

Muitas vezes chego na casa de alguém: “Está a ler os Ensinamentos?” “Ah, sim, senhor!”. Chego lá e os livros até estalam de novo! (Risos) Se perguntar para outro: “Está a ler os Ensinamentos?” Os livros até desmontam de tanto usar! (Risos) É só olhar o estado do seu livro de Ensinamentos, que você vai constatar se está a ler ou não.

Depois ela colocou: “Continuar o curso de Ikebana”. E já está no nível avançado! Muitas vezes as pessoas começam, estudam, fazem uma aula ou duas, mas desistem. Ir até ao fim é que é difícil. Temos de ter grandes objetivos em todas as práticas.

Depois, “aumentar o meu donativo de gratidão de 10% para 11%”. Muita gente acha que 10% já é demais. Ela não ficou satisfeita com 10 e já foi para 11%. Depois vai para 12, depois para 13, para 14… Não tem limite. Quanto mais você aumentar a sua gratidão, mais você vai receber. Não está escrito em nenhum lugar que 10% é o máximo, 10% é o mínimo! Aliás, se querem saber um segredo: o donativo começa, quando ele faz falta. Isso eu ouvi muitas vezes do Reverendíssimo Watanabe e do Reverendo Francisco: “Carlão, oferece até tu sentires falta!”. Quando começou a sentir falta, quando começa o suor frio… (Risos) é o início da tua virtude, do teu desapego. Dar o que não faz falta é esmola. Não salva!”

Depois, ela diz que no seu trabalho, por razões contratuais, não podia ser admitida pelo cliente e foi “amarrada” para ficar ali um ano. Entretanto, começou a sofrer perseguição, desprezo, contrariedades, que lhe criavam uma grande irritabilidade. E o que é que ela percebeu? Uma grande oportunidade de crescimento. Um outro segredo da evolução espiritual: ver todas as dificuldades como fonte de crescimento!

Agora, estamos a entrar no próximo ano, desejando felicidades e criamos a ilusão de desejar um Ano Novo sem problemas, o que é impossível; porque um Ano Novo sem problemas, é um ano novo sem crescimento e evolução. Só existe crescimento e evolução, enfrentando e superando problemas. Quando você supera aquele problema, vai vir um outro maior e de superação em superação, você vai evoluindo.

No final, o que ela disse? Foram justamente aqueles problemas todos que mostraram para a chefia dela o seu valor como profissional. Interessante, não é? (Sim) Se ela tivesse fugido daqueles aprimoramentos, ou tivesse feito queixinha daqueles colegas que a estavam desrespeitando, não teria evoluído. Então, isso é linha de aprendizagem e crescimento que nós adquirimos, graças a Meishu-Sama!

Depois ela recebeu a Imagem Consagrada de Meishu-Sama na sua casa, para fazer oração todos os dias. Com isso, ela se sentiu ainda mais próxima de Meishu-Sama. Tenho certeza, que continuando assim, no próximo ano, o seu testemunho, vai incluir receber o Altar da Luz Divina. Para quem tem a Imagem Consagrada de Meishu-Sama, que é um pré-Altar, não se dê por satisfeito. O objetivo é que todos os membros tenham o Altar da Luz Divina e o Altar dos Antepassados (Mitamaya)! Quem é que já tem o Altar do Lar, pode levantar a mão? Parabéns! Os outros, no ano que vem, quero que levantem também! (Risos)

Depois, foi fazer férias com a mãe e tirou as mágoas do coração que ela trazia desde a sua adolescência. Como é que isso foi possível? Foi graças à elevação dos seus Antepassados, que evoluindo, deram-lhe a capacidade de superar as mágoas.

Muita gente vive presa nas mágoas do passado e carrega-as como se fossem aquela bola de ferro que os presidiários carregavam antigamente, presas por correntes no tornozelo. Já viram nos filmes? (Sim) Hoje em dia, os Direitos Humanos não permitem, mas antigamente, tinham uma bola de ferro e arrastavam aquilo para ir quebrar pedra e trabalhar. Muita gente carrega a “bola de ferro” de mágoa. Mágoa da mãe, do pai, de familiares, amigos, etc. Isso não deixa a pessoa ser feliz. Ninguém caminha bem com uma bola de ferro amarrada no tornozelo. Arrasta aquilo, é um peso, é um impedimento. “Ah, não sei porque é que a minha vida não vai para a frente!?” Não vai para a frente porque está cheio de bolas de ferro amarradas nos tornozelos das duas pernas. É preciso libertar-se disso! Mas só conseguimos nos libertar, quando o nosso espírito evolui através das práticas básicas da Fé.

Quando o nosso espírito está num nível médio ou baixo, é um nível de apego às mágoas. É preciso evoluir para desapegar das mágoas. “Ah, mas eu não tenho apego à mágoa!” Tem! Tanto tem apego que não consegue libertar-se! Temos apego às mágoas, temos apego aos nossos defeitos, temos apego a tudo! Reflitam bem!!!

Portanto, criar também esse objetivo: desapegar das mágoas do passado. Não as carregar para 2020. Perdoar e pedir perdão! Se você souber de alguém que você ofendeu, peça perdão, humildemente. “Fulano de tal, me perdoe. Eu errei!” Não deixem ninguém para trás em 2019, que vocês sabem que tem mágoa de você! Quando você não sabe, não sabe! Paciência! Mas se você sabe, tenha coragem de pedir perdão. Esse é outro grande objetivo.

Depois do Culto Anual pelos Antepassados, ela fez um donativo especial. Esse é outro ponto interessante. Depois vocês vão ler com mais calma, mas toda a sua experiência é ponteada de “donativos especiais” como uma forma de agradecer, tanto as graças como as purificações. É interessante como isso abriu os caminhos dela. Porquê? Porque o donativo é virtude imediata. Saldo imediato no Mundo Espiritual.

Depois, criou o objetivo de ter uma Sede Central mais bonita! Para fechar, foi contratada no final de novembro. Até o carro que ela e o marido queriam, chegou! O carro velho foi sobreavaliado e o carro novo obteve descontos e acessórios extra. É impressionante! Vai somando méritos e as portas vão se abrindo e tudo vai se encaixando. Isso é concreto, não é conto de fadas!

Falando sobre uma Sede Central mais bonita, eu peço um minuto da atenção dos senhores pois gostaria de apresentar o novo projeto que foi realizado pela nossa arquiteta Inês Adelino, juntamente com o marido Paulo Sá, a quem eu peço uma salva de palmas! (Palmas)

(Apresentação do novo projeto da Sede Central)

Gostaram? (Sim!!! Muito!!! Está linda!!!) (Palmas)

Agora surgem as perguntas:
“Quando vai ficar pronto?”
Ficará pronto a partir do momento que começarmos!
“Quando vamos começar?”
Quando tivermos dinheiro para o fazer!

É uma obra que se vai fazer com a gratidão de todos nós, depende unicamente da nossa gratidão; quanto mais pressa tivermos, mais teremos de nos esforçar; quanto menos pressa tivermos, fica como está! Ninguém nos obriga a termos uma Sede Central bonita assim, mas se quisermos, teremos de nos esforçar, mesmo porque, quando chegamos ao Japão e vemos aquelas maravilhas, chegamos a Guarapiranga, aquele espetáculo, de onde saiu aquilo? Saiu do suor, da gratidão, do sacrifício de todos os membros, ministros, Reverendos, etc…

Na época das campanhas de construção no Brasil, era um esforço total, até fico arrepiado quando me lembro de certas situações, em que as famílias inteiras se esforçavam e doavam tudo o que podiam e às vezes até o que não podiam e as graças e os milagres eram emocionantes.

O importante é que esta obra esteja no nosso Sonen, que é o nosso pensamento, sentimento e vontade! Estas imagens, serão colocadas nas Unidades Religiosas, para estarmos sempre visualizando; será enviado posteriormente a todos, para verem nos telemóveis; vendo, vamos fixando no nosso espírito, esse desejo, esse amor, porque as obras são fruto do amor; não podem e nem devem ser fruto de apego e de lamúrias; mas sim, fruto de amor e gratidão!

Devemos eterna gratidão a Meishu-Sama, por termos permissão de sermos pioneiros desta Nova Era, em que vamos deixar para os Antepassados, para nós também e para gerações futuras, uma obra maravilhosa! (Palmas)

No Culto passado, prometemos aos Antepassados que no mês de novembro do próximo ano, já teríamos o Altar deles pronto, não foi? (Sim) Hoje, estamos aqui prometendo a Meishu-Sama que vamos ter o assentamento de Deus e a Sua casa à altura d’Ele! Estamos firmando esse compromisso! Mas para isso, precisamos ter permissão!

O que é a permissão? Permissão, não é algo do acaso. Permissão é o resultado da soma do objetivo com o esforço! A soma dessas duas coisas é que gera permissão!

Há gente que diz assim:
– “Não fiz porque não tive permissão…”
– Mas tinha um forte e determinado objetivo?
– “Mais ou menos…”
– Esforçou-se com todo o empenho?
– “Nem por isso…”
– Então, como queria ter tido permissão?!

Não tinha objetivo sólido, firme e inabalável e não se esforçou com todas as suas forças… Quando essas duas coisas se juntam, a permissão vem! E chegou o momento de nós criarmos essa permissão! Com esse objetivo forte e nos esforçando por isso! Da união dessas duas forças vai nascer a concretização! Sem dúvida! Não tenho dúvidas que, deste modo, isso vai acontecer!

Ao longo destes seis anos que aqui dedico, sempre fizemos tradicionalmente uma peregrinação a algum Solo Sagrado ou a algum país de forte expansão da Obra Divina. No ano que vem, estávamos a programar uma caravana a Moçambique, que já tinha mais de 40 pessoas desejosas de participar nessa viagem, mas decidi que não vai haver caravana no ano que vem; a nossa peregrinação vai ser a reforma da nossa Sede Central!!! (Palmas)

Até hoje, numa caravana, entre passagens de avião, hotel e demais despesas, fica em média, por pessoa, a 2.500,00€. Quem já participou de outras caravanas, sabe disso; sendo 40 pessoas que iriam, se em vez de gastarem 2.500,00€ na caravana, fizerem um donativo especial, já teríamos 100.000,00€ para iniciar a obra da reforma da Sede Central!!! (Palmas) Perguntam-me: “Quanto vai custar a obra?” Só agora, que já temos o projeto final, poderemos pedir orçamentos às construtoras; esta primeira fase; depois terá ainda uma segunda e uma terceira fase. A primeira fase é nave e a liturgia.

Lógico que depois de vermos o espetáculo que vai ficar, vamos querer continuar o projeto. O importante é que cada um faça o seu esforço máximo com determinação, não meçam esforços nesta fase única na história da nossa Igreja em Portugal!!! (Palmas)

Isto é como um comboio, quem partir neste comboio, vai viajar; quem ficar sentado olhando, não vai… O esforço tem de ser pessoal, como foi feito em todas as construções de todos os Solos Sagrados!

Lembro-me bem, na fase final da construção de Guarapiranga, os fundos escarceavam e a obra estava prestes a parar… Ao colocarem o Revmo. Watanabe a par da situação, a sua orientação foi categórica: “Não, a construção não pode parar!” Foi aí que surgiu aquela foto de Meishu-Sama sorrindo e todos os membros faziam um donativo especial. Muita gente que tinha dois carros vendeu um e ofereceu o valor como gratidão; quem tinha duas casas, vendeu uma casa e ofereceu.

Mesmo eu e minha mulher na época, vendemos todo o ouro e joias que tínhamos recebido de herança de nossos pais! A corrente de ouro dos Ohikari e até mesmo as alianças do casamento, vendemos… Tudo, tudo! Não tínhamos mais nada! Assim, quando se dá tudo, começámos a receber!

Mas isso só é possível quando você tem verdadeiro amor e sincera gratidão! Se for fazê-lo por obrigação, por dever ou com apego, não faça, pois com este sentimento errado criam-se nuvens negativas que deverão ser purificadas através de incêndios, acidentes ou gastos desnecessários! Realizem a vossa gratidão, impregnando de amor! Aí a obra vai ser bela e luminosa, fruto desse sentimento elevado!

Estamos agora no fim do ano velho, início do ano novo; já temos o nosso maravilhoso calendário 2020, com cada mês, com uma imagem diferente dos Solos Sagrados e um poema de Meishu-Sama. Isso levará Luz não só para as nossas casas, como para as pessoas a quem dermos de prenda! Muitas vezes, damos como prenda uma garrafa de espumante, chocolates, etc., que são muito bons certamente, mas engordam e acabam em 5 minutos! (Risos) O calendário dura o ano todo e não engorda! (Risos) (Palmas)

Nestes dias, falando por WhatsApp com uma senhora noutro país, ela disse-me assim:
– “Não vejo a hora de chegar 2020!”
– Porquê?
– “Porque vou ser mais feliz!”
– Mais feliz como?
– “Porque Saturno vai sair da órbitra de Úrano, que vai influir na lua, não sei o quê…” (Risos)
Ela viu que eu fiquei em silêncio e perguntou-me:
– O senhor não acredita nos astros?”

– Não! (Risos) Eles andam lá nos céus, mas eu acredito que para sermos felizes não interessa onde está Saturno, nem Úrano, depende do nosso altruísmo ou do nosso egoísmo; se eu estou semeando o bem e plantando a felicidade eu vou ser feliz; se eu for egoísta e fizer os outros infelizes, eu também vou ser infeliz!

Uma vez, uma outra pessoa disse-me: “Olha vai nessa vidente, que ela sabe tudo, adivinha tudo!” Fiquei curioso e fui! Cheguei ao endereço, toquei a campainha e ouço uma voz que pergunta: “Quem é?” Aí, eu virei as costas e fui embora! Adivinha tudo e não sabia quem eu sou? (Risos) Afinal mandaram-me ao local errado, “ela sabia tudo”, mas não sabe nem o meu nome! (Risos) Ela tinha de dizer: “Suba, por favor, Sr. Carlos Eduardo Luciow, estava à sua espera!” (Risos)

Vamos concentrar-nos na prática dos Ensinamentos e na orientação de Meishu-Sama e assim o nosso 2020 será um ano muito feliz, de maravilhosas realizações!

Boas Festas e um feliz Ano Novo a todos!

Muito obrigado!

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