Culto do Natalício de Meishu-Sama – Sede Central – Dezembro 2018

PALESTRA DO PRESIDENTE DA IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL DE PORTUGAL

REV. CARLOS EDUARDO LUCIOW – NATALÍCIO DE MEISHU-SAMA – DEZEMBRO 2018

Bom dia a todos!

(Bom dia!)

Como os senhores estão a passar? Estão todos bem?

(Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!)

Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!

Antes de mais nada, as minhas felicitações pelo Culto de Natalício de Meishu-Sama! Parabéns! (Palmas)

Gostaria também de agradecer do fundo do coração, a vossa sincera Dedicação que nos permite expandir cada vez mais a Obra Divina de Salvação de Deus e Meishu-Sama aqui em Portugal! Muito obrigado! (Palmas)

Quem está a vir hoje pela primeira vez, pode levantar a mão? Sejam muito bem-vindos e que essa seja a primeira de muitas outras visitas! (Palmas)

Também estamos a receber membros das seguintes Unidades Religiosas: Margem Sul, Lisboa, Amadora e Sintra, Ribatejo, Vila Real, Amarante, Braga, Porto, Gaia, Aveiro, Coimbra e do exterior, Brasil e Moçambique. Sejam todos muito bem-vindos! (Palmas)

Hoje, colocámos no Altar os nossos agradecimentos a Deus e Meishu-Sama e os nossos objetivos para o próximo ano.

O preenchimento desse formulário foi muito bom, porque por parte de quem acompanhou algumas pessoas, alguns Ministros por exemplo, relataram que realmente, o número de pessoas que não se recordavam das graças já recebidas era muito grande. Tinham que fazer um grande esforço para lembrar.

Algo interessante também é que, antes de lembrar as graças recebidas, a pessoa tinha dificuldade de criar objetivos para o próximo ano. Mas depois que lembrava e agradecia as graças recebidas, facilmente se entusiasmava e criava uma série de objetivos. Uma coisa está intimamente ligada a outra!

Isso vem a confirmar mais uma vez o Ensinamento de Meishu-Sama: “O coração agradecido, comunica-se com Deus.” Só consegue dedicar-se a Deus e à Obra Divina quem está ligado a Deus. E quem está ligado com Deus? É quem tem o seu coração “quente”, aquecido pelas graças recebidas. Quem não “aquece” o coração através do sentimento de gratidão, o coração vai esfriando, vai congelando e acaba endurecendo. Quando o coração está endurecido, qualquer coisa que você diga, que você convide, que você proponha, a pessoa acha sempre uma desculpa.

Quando aquece o coração, ela naturalmente deseja. Portanto, manter o coração “quente” com as graças recebidas deve ser a nossa primeira e primordial ocupação com a nossa fé. Praticar a fé sem gratidão, deixa de ser fé. Pode-se transformar em filosofia ou qualquer outra coisa, mas deixa de ser religião!

No maravilhoso Ensinamento de hoje, Meishu-Sama diz assim:

“Como todos sabem, ainda que pequenos, atualmente estou a construir Solos Sagrados, protótipos do Paraíso Terrestre, nos locais extremamente aprazíveis escolhidos por mim em Hakone, Atami e Quioto. A sua conceção é harmonizar características nacionais e internacionais num paraíso, em conjunto com a beleza natural de grandes jardins, a construção de palacetes das artes, edifícios sem aspeto religioso e outros mais.”

Meishu-Sama continua mais à frente:

“A seguir, gostaria de acrescentar algo sobre os vários projetos de construção a serem realizados pela nossa Igreja daqui em diante. Tenho todo o plano elaborado na minha mente até ao final, resta somente aguardar o momento oportuno e não preciso dizer que, com o decorrer do tempo, aos poucos, este passará a ter forma concreta. Por ser algo demasiadamente grandioso, praticamente inimaginável, pode-se dizer que consiste na criação de uma nova civilização mundial.”

Por isso, todos os planos, todos os projetos e construções até ao final, já estavam idealizados por Meishu-sama a nível mundial e não apenas no Japão. Isso quer dizer o quê? Que esta Sede Central já foi projetada, idealizada por Meishu-Sama naquela época, a nível mundial. Por isso é que Ele comprou aqui! Quem consegue sentir isso, está ligado com Ele e dedicando em união, em sintonia com este projeto Dele, recebe graças.

Ontem, aconteceu uma coisa maravilhosa. Aqui na Sede Central dormiram mais de trinta pessoas que dedicaram durante o dia. À noite, teve uma aula de aprimoramento sobre Meishu-sama. Todos os meses, a partir de agora, no sábado que precede o Culto Mensal, à noite, haverá uma aula com um Ministro sobre um tema. Como agora era o Natalício, foi Meishu-Sama. O próximo pode ser sobre Johrei, Leis Divinas, Sorei-Saishi, enfim, os senhores escolhem os temas.

Quando foram dividir as dedicações de limpeza e arrumação, a uma dedicante foi proposto limpar a sala onde vai ser a futura nave e o Altar. Na hora da oração de início da Dedicação, ela pensou assim: “Puxa, lá naquele Altar vai ter também o Altar dos Antepassados. Eu vou-lhes oferecer essa Dedicação para que recebam Luz no local onde vai ser a futura morada deles!”

Fez oração, subiu, estava lá em cima limpando, pensando nos seus Antepassados a dali a pouco começam a chegar mensagens no seu telemóvel, umas atrás das outras. Como eram tantas mensagens, ela ficou curiosa e foi verificar. O seu filho (que é um jovem adolescente) estava em visita a casa de parentes e nessa casa viu um álbum de fotografia: avós, bisavós, etc. Tirou uma serie de fotografias com o telemóvel dele, do álbum e mandou para a mãe na hora em que ela estava a dedicar pelos Antepassados! (Palmas) Ele nunca fez uma coisa dessas, é um menino… Os avós dela, a família… Como se fosse eles dizendo: “Obrigado, estamos aí contigo!” Não é maravilhoso? (Sim!) (Palmas)

Ela só me relatou essa experiência porque contou para uma Ministra e esta disse-lhe: “Fala para o Reverendo!” Ela respondeu: “Não, não, fico envergonhada!”. (Risos)

Não guardem as experiências para vocês, elas são de todos. Todas as experiências que viveram, que aparentemente podem parecer insignificante, não são! São manifestações do Mundo Espiritual para todo o Mundo Messiânico. As pessoas que lerem esta palestra, vão ler também essa experiência, onde quer que estejam, porque o nosso Boletim, através da Internet, vai para o mundo inteiro. Elas vão criar força para dedicar junto com os Antepassados. Venham contar todas as experiências. Sejam elas, aos seus olhos, importantes ou não; todas na verdade são importantes!

Outra coisa também que aconteceu, que eu fiquei muito feliz, não sei se os senhores viram na frente dos alojamentos, foi alargado o corredor da entrada dos quartos, para ficar mais cômodo. Onde ali na frente tem aquele murinho, irá ter uma pérgula muito bonita de madeira, com flores, etc.

Eu estava ali, antes do jantar a conversar com alguns membros e o nosso locutor, o Sr. Nuno Monsanto, do Ribatejo, fez um projeto no computador de uma ideia, segundo ele, do jardim que devemos fazer e mostrou-me. Fiquei muito feliz de ver aquele projeto porque isso demonstra que ele já está a sonhar, o amor dele já está a querer se materializar dentro do projeto dele. Um quiosquinho, depois um laguinho… Não estou a dizer que vai ser daquela forma, mas o Sonen dele, o amor dele, o sentimento dele já está em sintonia com o Sonen e o amor de Meishu-Sama!

Quando eu estava a falar isso com ele, da emoção de ter recebido esta sua sugestão já desenhada (quem não tiver computador para desenhar, pode desenhar no papel, não tem problema… Eu também não sei fazer no computador, mas no papel a gente vai fazendo…) (Risos) Eu estava perto do Sr. Hernâni e disse-lhe a brincar: “Sr. Hernâni, esse projeto que o Nuno fez aqui está um pouco grande, acho que vai invadir a horta ali!” (Risos) Eu achei que ele fosse dizer: “Não, não toquem na horta!” (Risos) Mas ele virou-se e disse-me: “Não Reverendo! Não tem problema a gente tirar a horta dali, porque aqui atrás desse prédio tem um terreno enorme e nós vamos fazer uma grande plantação lá!” (Risos) (Palmas).

Eu que já estava emocionado com o projeto do Nuno, fiquei ainda mais emocionado com o grande Sonen do Sr. Hernâni para a Agricultura Natural aqui! Se isso acontecer, vamos precisar do Min. Paulo Oyama para dar uma orientação, porque ali é grande, não é uma hortinha, ali vai ser uma fazendinha! (Risos)

Isso é maravilhoso porque nessa hora eu senti: “Meishu-Sama, o Senhor está aqui! Está no coração e na vontade deles de querer crescer e salvar pessoas!”. (Palmas)

Eu pediria que cada um, as professoras de Ikebana também, para pensar nesta sala aqui do lado, vamos fazer uma “Sala do Belo”, com exposições permanentes, o que acham? (Sim) Cada um vai sonhando, biblioteca, etc… Sonhar não custa e permite que Meishu-Sama se manifeste.

Quando nós sonhamos com coisas grandes, belas, que tem por objetivo fazer o próximo feliz, Deus e Meishu-Sama se manifestam. Quando de contrário, ficamos negativos, pessimistas, falando mal, criticando, não sei o que, é o “outro” que manifesta. Não preciso nem dizer porque vocês já sabem quem é! (Risos) Nós, conforme o nosso Sonen, o nosso sentimento, vamos criar um campo fértil para uns ou outros se manifestarem. Se nós criarmos condições para Deus e Meishu-Sama se manifestarem, eles vão se manifestar com grande força como os milagres que estão acontecendo.

A experiência de Fé relatada hoje da Sra. Cristina do Socorro Pinto Maia, como todas as experiências, é maravilhosa! Como sempre digo, uma experiência de Fé é um Kata, é um modelo que Deus utilizando uma pessoa cria uma forma de ensinar a todos a prática da Fé.

A Sra. Cristina, já em criança acompanhada pela mãe recebia Johrei, depois parou de receber. Um dia estava a distribuir currículo e entra na Igreja Messiânica, achando que era uma firma, quis dar o currículo, mas a plantonista com grande amor disse: “Olha, aqui não dá pra deixar currículo não, mas nós temos o Johrei”. Isso é outra coisa importante. Interpretou aquele desejo dela de entregar um currículo como um pretexto que os Antepassados fizeram para ela entrar na Igreja! Entrou para pedir uma informação, “não tem informação, mas tem Johrei”. “Ah, eu quero um prato de comida”. “Prato de comida não tem, mas tem Johrei”. Qualquer pessoa que chega é enviada pelos Antepassados.

Ela recebeu Johrei e depois conseguiu o emprego. Passado um tempo ela veio para Portugal e pensou: “Vou para Portugal e lá vou conseguir emprego mais fácil!” Como a causa do desemprego não é o país onde você mora, mas são as máculas ligadas com aquilo, você vai para o estrangeiro e as máculas viajam contigo! (Risos) Chega lá e não tem emprego, não é assim? (Sim) Se tem mácula sentimental, troca de marido, troca de mulher e daqui a pouco está infeliz de novo! (Risos) Quantos casos existem assim? (Muitos!) Por que é a mácula que é o problema!

Um dia a amiga dela da faculdade telefona-lhe do Brasil: “Vai no Núcleo de Johrei de Braga! Onde você está a morar tem Johrei!”. Grande amor dessa amiga! Ligar do Brasil, interessada na sua situação e deu logo o endereço do Núcleo de Braga!

Outro factor importante: “fui muito bem recebida!” Isso é o que faz as pessoas quererem ficar! O amor com que elas são recebidas. Se elas são recebidas com frieza, com indiferença, com pouco caso, ela vai embora e não fica. Mas o amor com que ela foi recebida a fez querer voltar e voltando continuou a receber Johrei e foi melhorando. Pouco a pouco a vida dela ficou mais equilibrada financeiramente, os conflitos atenuaram, etc…

Outra coisa que ela diz de importante foi: “Eu presto muita atenção às palavras do Ministro!”. Aproveito o ensejo para dizer que existem as pessoas, mas tem o Jishoi que manifesta através daquela pessoa. Muitas vezes só olhando a figura humana, não vemos o Jishoi que se manifesta, o Jishoi espiritual que Deus e Meishu-Sama manifestam através daquele Ministro, através daquela Professora de Ikebana, Missionário ou através de um colega, de um amigo e não ouvimos a pessoa com o ouvido espiritual. Ouvimos a pessoa com o ouvido material e com o ouvido material o que é que vem? A crítica. Vem o pouco caso.

Precisamos distinguir bem isso: Quando vai ouvir o Ministro e quando vai ouvir o homem. Isso em casa também. Às vezes dentro da casa tem a missão da pessoa e o outro confunde o lado humano do familiar com o lado divino dele. Tem que distinguir uma coisa da outra. Como ela conseguiu separar a pessoa humana da pessoa espiritual, do Jishoi dele, ela recebeu Luz através da orientação dele como Ministro. Isso é um ensinamento para todos nós, que temos uma tendência humana de ver o lado humano das outras pessoas e isso nos leva a um empobrecimento espiritual da relação que tem entre mestre e aluno e entre colegas.

Dentro dessa experiência está um factor único, sem dúvida. Ela disse assim: “Todos os meses, faço duas horas e meia de viagem de autocarro, de Braga para a Sede Central na 6ª feira, pernoito nos alojamentos e participo nas dedicações de preparação para o Culto Mensal. No sábado à noite regresso a Braga, porque tenho que trabalhar obrigatoriamente no domingo, o que me impede de participar na cerimónia.”

Ela faz 2h30 de autocarro dorme, dedica, vai embora no sábado, mesmo sabendo que não vai assistir ao Culto no dia seguinte. Isso é uma coisa maravilhosa! Por que o humano seria dizer: “Se eu não posso assistir o Culto, eu vou lá dedicar para quê? Vou perder meu tempo.” Não é assim? (Sim) A gente vai dedicar quando vai assistir. Ir dedicar numa coisa que não vou assistir?

Essa é que é a diferença do assistir para o participar. Como eu já falei várias vezes: assistir ao Culto é como quem vem assistir à um cinema ou a uma peça teatral. Você vai, não faz nada para aquilo, compra o bilhete, assiste ao espetáculo, no fim se gostou bate palmas, se não gostou não bate, sai falando bem do filme, mal do filme (como da palestra, não gostei daquilo, etc, etc…) (Risos) Assiste, faz o julgamento e vai embora; quem vem participar é coadjuvante do que está a acontecer; ela vem, limpa, arruma, dedica com amor, faz a sua gratidão e vai para o seu trabalho neste momento.

Com este sentimento, tenho certeza que Meishu-Sama vai ajudá-la a encontrar outro trabalho, onde, além de participar, vai poder ficar para assistir o Culto! É uma questão de tempo! Tenho a certeza disso! (Palmas)

É preciso salientar que, mesmo para ela vir na 6ªfeira e sábado, véspera do Culto, faz troca de turnos com os seus colegas para poder vir dedicar! Isso ilustra o seguinte ditado: “Faz mais quem quer do que quem pode!” Querendo, consegue-se! Mas porquê que ela consegue? Porque tem gratidão; só um coração repleto de gratidão consegue força para fazer isso.

Voltamos sempre ao mesmo ponto, a gratidão! Interessante, como na vida dela desde criança, ela já veio sendo preparada para esta missão; mas também não é só a vida dela. Se nós fizermos uma retrospetiva da nossa própria vida, da nossa infância, coisas que aconteceram, as coisas principais, também foram já preparadas por Deus para esta nossa missão. Hoje estamos servindo a Meishu-Sama nesta vida, porque em nossas vidas anteriores, numa das nossas reencarnações já vivemos com Meishu-Sama e por isso Ele nos chamou nesta vida para dedicarmos junto com Ele! Sabiam disso? Todos nós já estivemos próximos de Meishu-Sama em alguma reencarnação, em alguma das vidas anteriores d’Ele. Nesta vida, Ele chamou-nos, viemos sendo preparados noutras vidas, para poder servi-Lo, com gratidão, na construção do Paraíso!

Tudo tem um sentido na nossa vida. Porque tive que passar por aquilo? Porque é que aquilo me aconteceu? Para hoje sermos quem somos e sendo quem somos, podermos executar as missões que recebemos, todos em conjunto.

Ninguém é melhor que ninguém, todos com respeito e união. Se conseguirmos ser unidos, Meishu-Sama vai manifestar-se com muita força! Por isso que o grande trabalho do mal é provocar a desunião. O velho ditado: “A união faz a força.” A união nasce como? Do amor e do respeito recíproco pela opinião e sentimento do outro. A desunião nasce porquê? Por eu achar que tenho razão e que quem pensa diferente de mim, está errado, portanto, eu julgo, critico e condeno. É tão simples quanto isso! Se conseguirmos isso, com certeza Meishu-Sama vai manifestar-se com grande força através da nossa união!

Ouvi algumas pessoas dizer: “Graças a Deus que este ano está a acabar! Não aguento mais!” (Risos) Depois continuam: “Se Deus quiser o próximo ano vai ser melhor!”
Quando ouço isto, pergunto:
– Para o ano que vem será melhor, o que vais fazer?
– Não sei, Deus é que sabe! (Risos)
– Como Deus é que sabe? Você é que deve saber! Nós somos os artífices do nosso destino; aquilo que plantarmos, vamos colher!

Se no fim do próximo ano, eu quiser colher 1000 quilos de batatas, quantas batatas vou ter que plantar? Se eu quiser colher 500 quilos de milho, quantos grãos vou ter que plantar? Se eu ficar sentado na sombra debaixo da árvore, olhando para o céu, depois vou verificar que no fim do ano não houve colheita.

Esse é o nosso objetivo: Definir e pedir permissão a Deus e Meishu-Sama, para fazermos uma grande sementeira de tudo aquilo que quisermos colher. Se quiser colher batata, vai ter que plantar batata e assim por diante, cada coisa que quiser, vai ter que ser plantada.

O que vai querer colher para o próximo ano? Quero colher amor, muito amor! Então, vai ter que semear amor! Eu quero colher compreensão! Ok, então vamos semear compreensão! Eu quero colher Luz! Muito bom, vamos semear Luz! Eu vou querer colher toda a felicidade do mundo! Ótimo, vamos semear toda a felicidade do mundo! Simples como isso! Quem planta aquilo, vai colher aquilo. Será que pode plantar batata e colher chuchu? Não, vai colher batata. (Risos) Planto chuchu que é mais fácil! (Risos) Ok, tudo bem, mas depois vai colher chuchu! “Ai, não aguento mais comer chuchu…” Mas foi o que tu plantaste! (Risos)

Esse é o nosso compromisso e Meishu-Sama através das práticas básicas da fé, está-nos dando todas as sementes para plantarmos tudo aquilo que quisermos: Johrei, Belo, Agricultura Natural, tudo! Não falta nem uma semente.

Quero aproveitar aqui a presença da Liliana Coelho para agradecer a experiência maravilhosa do mês passado, foi traduzida em Itália, em Espanha, está sendo estudada e está a servir de guia para as pessoas, como ela fez: Programar e praticar! Muito obrigado e muitos parabéns! (Palmas)

Este mês de dezembro estou a completar 5 anos de dedicação convosco! (Palmas) Cinco anos que foram maravilhosos! (Palmas) Este ano como é o cinco e cinco é fogo; o fogo queima as máculas. Foi um ano de queima, de grandes purificações graças a Deus, muitas das nossas máculas foram queimadas. Queimando as máculas no ano cinco, a partir do ano que vem que será seis, seis é água e água, é expansão; o fogo queima na vertical e a água escorre na horizontal. Tenho a certeza que no próximo ano, Meishu-Sama vai permitir uma grande expansão se estivermos firmes, unidos, centralizados Nele como nosso Salvador Messias. Assim vamos poder levar a Luz de Deus e Meishu-Sama ao maior número de pessoas e se elas se salvarem, nós também nos salvaremos!

Para encerrar o Culto, vou acender as velas e vamos cantar juntos os parabéns ao nosso Messias Meishu-Sama!
Muito obrigado!

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